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domingo, 15 de novembro de 2009

Combatendo o bom combate

Por Ítalo Brito

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A busca do sucesso como meta contínua das organizações no cenário dos negócios e das pessoas nas tribos sociais é uma questão de competência, capacitação, força de vontade, conhecimentos e habilidades estratégicas. A leitura do panorama social nos remete a uma visão de força, rapidez, qualidade e competitividade, elementos que ditam comportamentos e objetivos das empresas e dos indivíduos que buscam nos nichos culturais, interesses diversos, focando sempre o poder, que é uma fonte de múltiplos conflitos.

A observância do mundo contemporâneo e suas estratificações desenham fatores urbanos que projetam a idéia de que tudo e todos estão em pleno combate e para tanto o diferencial são as estratégias adotadas para se conquistar espaço, sonhos, empregabilidade, sucesso e status. Dentre outras forças competitivas ressalta-se a luta das empresas na conquista de novos mercados e até para se manterem nos níveis atuais. A realidade dos contextos sociais é que a vida comercial ou social é extremamente competitiva e vencer é um caminho a ser percorrido com determinação, criatividade, objetividade e acima de tudo com ética.

A ética na vida deve ser uma busca continuada por todos que desejam o sucesso nos negócios ou nos projetos pessoais. Nesta realidade o grande desafio é a formação de pessoas e organizações com comportamentos balizados por valores e costumes que expressem respeito, dignidade, amor ao próximo (cliente), compreensão e tolerância. A identificação desses valores são riquezas que representam o que é bom para o indivíduo e para a sociedade que politicamente é carente de modelos comportamentais que estabeleçam valores os quais expressem os deveres e os direitos nos relacionamentos interpessoais e comerciais.

Se entre o querer e o conquistar, as políticas da vida nos obrigam a agir de forma competitiva, e é assim que devemos atuar enquanto pessoa jurídica na busca dos objetivos da organização, ou pessoa comum nas motivações individuais, profissionais e sociais, pois neste cenário, como nunca, para vencer é necessário ser competitivo e estar preparado para os desafios que as oportunidades nos impõem, ressaltando que neste panorama tudo é gerido por um código de ética que coloca em julgamento os fatos relativos à conduta, especialmente daqueles que pensam que vencer é uma questão de combater o outro ou a concorrência e para tanto estão usando de estratégias maléficas alimentadas por um desejo incontrolável de vencer, ou medo do fracasso, o que acaba se transformando em métodos não competitivos no ambiente empresarial.

Colocando em foco que nas questões pessoais surgem as motivações que alimentam os sentimentos de inveja e orgulho dentre outros, fazendo com que as pessoas ao invés de trilharem o caminho da moral, adentrem nos atalhos da vida e se enveredem por caminhos censuráveis, alimentados pela idéia de “levar vantagem em tudo” para atingir seus objetivos.

A verdade é que se mudamos a nossa forma de pensar, transformamos os nossos atos e profissionalmente nossos modelos de gestão, influenciamos positivamente o ambiente, criamos em nossa órbita uma atmosfera norteada por princípios e valores que farão da nossa sociedade uma sociedade equitativamente justa, isto é cultura. Quando combatemos o bom combate, somos competitivos, justos, honestos, respeitosos quanto ao próximo (clientes e concorrentes), somos éticos e humildes para reconhecermos que o nosso valor está no valor que atribuímos ao outro. Somos todos seres humanos passíveis de erros e acertos; o importante é sabermos um ao outro ajudar, é julgarmos menos e amarmos mais. No amor está a verdadeira ética que norteará as empresas e as pessoas no combate do dia-a-dia. Uma organização é composta dentre outras coisas de pessoas são elas que fazem as coisas acontecerem, pessoas equilibradas geram relacionamentos e negócios equilibrados.

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terça-feira, 10 de novembro de 2009

Já esqueceram o tarado

Após vários dias em evidencia já não falam mais do maníaco de Itambé. O homem que estava tirando o sossego de muitas pessoas, rapidamente desapareceu. Há pouco instantes recebi um recado de um leitor, alegando que o viu nas proximidades de Nova Canaã, mas em um programa de rádio o delegado que está a frente do caso acredita que ele esteja em Vitória da Conquista. Em minha opinião e a de muitos leitores esse homem é um fantasma, que ninguém vê.

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domingo, 8 de novembro de 2009

Vitória da Conquista: 169 Anos de História e Desenvolvimento



Por Antônio Teixeira
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Vitória da Conquista caminha cada vez mais para se consolidar como um dos principais polos de atração de investimentos no interior da Bahia. Com uma infra-estutura invejável e um potencial sustentável, quer seja no campo social como no econômico, na saúde e na educação. Conforme várias pesquisas, atestam e a classificam como a terceira maior e melhor cidade do Estado. Nesse contexto e também beneficiada pela natureza, Vitória da Conquista é uma cidade progressista e altiva. E é exatamente por esse âmbito de estrutura que a cidade vem se destacando e seguindo os novos passos, resgatando 169 anos de uma história repleta de lutas e vitórias.

Parabéns Vitória da Conquista!

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quinta-feira, 5 de novembro de 2009

20 mil reais por um tarado

Em agosto deste ano, espalhou-se um boato por Vitória da Conquista, que devido a uma epidemia da gripe suína a justiça havia decretado o cancelamento da 5ª edição Festival de Inverno Bahia. Os telefones da TV Sudoeste não paravam de tocar, murais de recados de todos os blogs da cidade ficaram repletos de dúvidas se a notícia procedia, umas gostavam da idéia e outros tristes caso não acontecesse a tão esperada festa.
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Hoje outro boato vem aterrorizando muitas pessoas em Vitória da Conquista e em outras cidades da região sudoeste. Dizem que um homem negro, trinta anos, com cerca de 2 metros de altura, esse tamanho por ele ter aos fundos uma porta (imagem da fotografia), uns chamam de tarado outros de maníaco de Itambé. No inicio da noite desta quinta-feira (5), me informaram que haviam capturado o tarado, e fui à Praça Tancredo Neves, e nada encontrei. Liguei para a Polícia e me informaram que a todo instante recebe ligações de pessoas que confessam ter visto o homem, cada uma o ver numa localidade.
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Meros boatos....

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terça-feira, 3 de novembro de 2009

A estrutura de uma empresa

Por Ítalo Brito

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Notadamente só percebemos nas empresas aquilo que está explicitado nas imagens que elas passam, quando executam suas atividades fabris, de vendas ou de serviços e isto é apenas uma parte do processo dinâmico e complexo que move uma organização na consecução dos objetivos. A estrutura de uma unidade industrial, comercial ou de serviços é composta de elementos fundamentais na construção dos resultados, elas são dotadas de diversos setores e departamentos com máquinas, equipamentos e pessoas alocadas em uma estrutura física, enfatizando as que transcendem esta limitação, mas que do mesmo modo são dirigidas por uma composição hierárquica formal ou não, com funções diversas nos níveis que materializam a missão e a visão das empresas, os quais são: o estratégico,

, o tático e o operacional, sendo o primeiro nível responsável por todas as decisões que nortearão as ações a longo prazo; são decisões de intenso impacto nos negócios, aqui está a chamada direção geral da empresa ou auto escalão. No nível seguinte encontramos os que exercem funções intermediárias os chamados “gerentes” que atuam gerando liga entre as diretrizes e os resultados do planejamento, o principal objetivo é traduzir as decisões estratégicas em ações efetivas, ressaltado que o tempo aqui é de médio prazo. Neste nível as decisões são mais facilmente revistas e analisadas. O universo das decisões táticas é bastante consistente, porém proporcional ao tamanho e ao tipo de complexidade estrutural de cada empresa. O imperativo é que cada área ou função tenha seus planos específicos, os quais estejam interligados umbilicalmente às ações estratégicas da companhia como um todo. Os atores deste plano são os que estabelecem comunicação clara e objetiva com o operacional; os esforços são direcionados para cada processo ou projeto da organização, são ações aplicadas em setores específicos e apresentam impactos limitados. O tempo de planejamento no nível operacional é a curto prazo.
As decisões do nível operacional, por serem relativamente fáceis, são revistas à todo momento, quando necessárias, são determinações eminentemente técnicas, as quais representam o executar das tarefas. Mesmo que neste nível haja colaboradores com talentos capazes de produzir idéias inovadoras que incorporadas no estratégico podem representar ou mudar até mesmo a razão de existência da organização uma vez que os membros deste nível normalmente estão na interface direta com o produto no processo produtivo ou na outra ponta dos negócios em contato com o cliente.

A complexidade interna das empresas forma um ambiente que exige múltiplas habilidades dos atores alocados nos diversos níveis que devem como nunca agir no dia-a-dia de suas atividades motivados pela busca da qualidade nos produtos, serviços, nas novas tecnologias e nas relações interpessoais. Na estrutura da empresa seja no nível estratégico, tático ou operacional todos precisam conhecer a extensão e os limites da responsabilidade nos papéis que cada membro desempenha. A construção sustentável do ambiente interno vai refletir positivamente ou negativamente no mercado, o desafio empresarial para os gestores do século XXI é construírem empresas com o que há de melhor, e desenvolverem políticas de gestão sistêmicas que contenham todas as cores do mercado de consumo.

A sobrevivência de qualquer projeto depende da base de sustentação e no mercado as empresas se fundamentam em sua “missão”, pois ela corresponde ao que a empresa se propõe a fazer, e para quem. Na missão está o propósito de sua existência, ela deve responder a pergunta: "estou no mercado para quê?" a definição deste conceito orienta na administração do planejamento estratégico, visando canalizar esforços da organização naquilo em que a organização é melhor. O conceito de missão orienta tudo e a todos nas organizações. Ainda na base temos a “visão” se na missão é identificado o que a empresa se propõe a fazer na visão ela do mesmo modo socializa no ambiente interno e externo os caminhos pelos quais se alcançará seus objetivos, de forma mais concisa, o enunciado da visão é a descrição do futuro desejado para a empresa. Nestes fundamentos estão o conjunto de valores que são princípios, ou crenças, que servem de guia ou critério para os comportamentos, atitudes e decisões de todas as pessoas, que no exercício das suas responsabilidades, e na busca dos seus objetivos estão inseridas no topo da hierarquia, no meio, ou na base das operações da empresa.

A beleza da fachada é sustentada pela estrutura que se fundamenta nas bases. O sucesso da empresa no mercado competitivo está na sustentação de sua razão de existência, na definição dos cenários futuros e nos valores que sustentam seu planejamento nos três níveis, estratégico, tático e operacional. Inove, crie, se capacite e transforme seus negócios para melhor!
ITALO BRITO







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terça-feira, 27 de outubro de 2009

Agende uma visita ao prefeito Guilherme Menezes...

Torquato Neto novothor4@hotmail.com
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Estive em Vitória da Conquista [em setembro] e, como acontece em todas as vezes que chego naquela cidade, me bateu um misto de sentimentos, pois, apesar de não ser filho de Ilhéus, eu a adotei como se fosse cidade natal, apesar de ser oriundo de Vitória da Conquista.


Não posso deixar de me sentir humilhado se formos comparar as duas cidades. Não se tem nem por onde começar. Seria um atrevimento da parte de qualquer ser vivo e pensante cometer uma atrocidade dessas.

Incrível como o poder público de Vitória da Conquista trabalha. Não estou querendo dizer aqui que seja perfeito. Não, não é, mas mesmo que quisesse ficar tão ruim quanto o daqui, não conseguiria. Em setembro, o prefeito de Conquista mostrou uma reportagem de como eles estão resolvendo o problema do lixo.

Fica a minha sugestão ao prefeito: agende uma visita ao colega Guilherme Menezes, de Conquista. Não se faça de rogado, dê uma passada por lá e pergunte, aprenda como fazer e tente melhorar pelo menos isso aqui em nossa cidade.

Digo pelo menos isso porque tenho consciência de que querer outras coisas é exigir muito do nosso administrador. E olha que não tenho muita certeza se esse nome “administrador” cabe.



E tem muito mais. Não é só para Vitória da Conquista que minha Ilhéus está anos luz atrás. Podemos pegar Itabuna, como exemplo que está ao nosso lado. Vamos fazer um comparativo: Saúde? Onde tem os melhores médicos? Onde tem os melhores hospitais?

Ilhéus começou a ter o programa contra a exploração sexual de Ilhéus, mas aí sai o vice Newton Lima e entra o prefeito Newton Lima. Ele simplesmente acabou com o projeto, tirando as pessoas que estavam capacitadas e colocando gente sem nenhuma capacidade e que não têm nada a ver com o projeto, simplesmente por capricho.

Trânsito? Aqui não funciona nada. Os guardas municipais não trabalham. Quando estão nos seus postos, estão no celular, atrás do poste para se esconder do sol ou dentro de um barzinho para se esconder da chuva.

Há tempo, eu solicitei uma matéria sobre os perigos na avenida Canavieiras. Dêem uma passagem por lá. Os riscos continuam, e secretário, na época, disse que medidas estavam sendo tomadas. Pura balela.

Em Vitória da Conquista, as ruas e avenidas próximas aos colégios, além dos guardas municipais e trânsito, possuem os sinais verticais e horizontais para que os motoristas saibam que estão trafegando por uma área escolar. Diversão, shopping, emissoras de TV?

Fico daqui me perguntando: meu DEUS, se você não tivesse sido tão generoso conosco, se não tivesse nos dado essa natureza tão exuberante, o que seria de nós pobres mortais ilheenses?

A única coisa que Ilhéus tem hoje para oferecer é a natureza. E isso temos que pedir aos turistas, que se possível adentrem em nossa cidade pelo sul. Ou seja,venham por Canavieiras, porque aí realmente a natureza será um cartão e tanto de visitas.

Está na hora desse povo aqui de Ilhéus acordar. As eleições estão se aproximando. Vamos nos preparar para dar o troco.

Vá lá, prefeito,visite, pergunte, aprenda e faça aqui por nós.

Torquato Neto

Artigo reproduzido do Blog Pimenta na Muqueca

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domingo, 25 de outubro de 2009

Uma vergonha para o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia

Por Saulo Moreno Rocha

Em comemoração aos 100 anos da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica, e 15 anos de CEFET, em Vitória da Conquista, foi realizada uma Audiência Pública na Câmara Municipal de Vereadores de Vitória da Conquista no dia 16 de outubro de 2009. Esta sessão contou apenas com a participação de dois vereadores, sendo um deles, o proponente. Também estiveram presentes na mesa oficial, o diretor geral do IFBA - campus Vitória da Conquista, Prof. Paulo Marinho de Oliveira, o Magnífico Reitor da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, Abel Rebouças São José, e representando o corpo discente do IFBA, a aluna Bárbara Tigre.

Se levarmos em conta a falta de público, a audiência foi uma completa vergonha! Como que uma instituição deste nível completa 100 anos e nem o seu corpo estudantil comparece? Onde foram parar os discentes, docentes e demais funcionários do IFBA?




Por se tratar de uma audiência tão importante para a cidade, onde foram parar os senhores vereadores e a senhora vereadora? Como já citado acima, somente dois se fizeram presentes na audiência, o que evidencia a completa omissão do Poder Legislativo com relação as causas sociais da cidade, já que o assunto a ser exposto na referida sessão era - ou deveria ter sido - do interesse de toda comunidade conquistense.




Em busca de responder a estes questionamentos, procurei as autoridades estudantis da Instituição, o Grêmio Estudantil e o Diretório Acadêmico de Engenharia Elétrica, representando os alunos dos cursos técnicos/ integrados e o curso superior, respectivamente, nenhum dos presidentes recebeu comunicado oficial ou convite direcionado. Segundo a discente do curso de Engenharia Elétrica do IFBA, Selma Oliveira, essa omissão, comprometeu a ação estudantil ao não possibilitar a mobilização do alunado para comparecer a citada audiência.




Pelo exposto, o não comparecimento dos alunos ocorreu em decorrência da falta de articulação entre a diretoria do Campus e dos órgãos estudantis da Instituição. Sendo assim, cabe nos a pergunta, quem teria nomeado a discente que esteve na mesa solene? Se os órgãos estudantis da instituição sequer receberam comunicado oficial, a quem ela representava, a si mesma? Quem representou os auxiliares de serviços gerais, os jardineiros, seguranças e demais funções de aparentemente, "menor" peso na escala de valores dos organizadores dessa comemoração?




Pelo visto, a tão falada democracia repetidamente presente no discurso de nosso diretor, não se evidenciou pelas práticas adotadas. Como uma instituição pode ser democrática, já que seus alunos são colocados de fora de um de seus momentos históricos mais importantes? Onde estiveram representados os técnicos administrativos e os servidores do instituto? Uma escola se faz só de professores, mestres e doutores? Será?




Portanto, considero uma vergonha aquele plenário vazio, e que os organizadores não tivessem se empenhado no cuidado de mobilizarem aos estudantes e técnicos administrativos a também estarem presentes. Sendo assim, foram alijados daquele momento solene, que insisto em dizer, deveria ter contado com a participação da comunidade e de todos os discentes, docentes e auxiliares.




Os coordenadores pedagógicos e a comissão organizadora do evento do IFBA perderam a rara oportunidade de passar a nós alunos muito mais que conhecimento e conteúdo técnico para formação de mão de obra, contudo, na manifesta e vergonhosa omissão, nos deixaram a importante lição, de que para produzir cidadãos melhores e mais qualificados, é preciso reconhecer o lugar da cidadania e da participação de todos.




Mas, de todos mesmo!




Por Saulo Moreno Rocha

Discente do Ensino Médio Integrado do IFBA – Campus Vitória da Conquista

Membro do Madrigal de Conquista


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Conquistando o cliente

Por Ítalo Brito

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Hoje o grande papel a ser desempenhado nas empresas é a difícil tarefa de encantar e conquistar clientes. A arte de criar oportunidades de relacionamento entre consumidores e empresa é uma função de competência dos atores denominados funcionários que utilizam da estrutura e suas ferramentas, cabendo as instituições criarem um ambiente favorável no processo de encantamento dos consumidores que esperam encontrar muito mais do que uma linha completa de produtos,

, preços e prazos para atender suas necessidades, partindo da premissa que os mesmos desejam ambientes bem adaptados, com recursos tecnológicos de ponta, luminosidade adequada, show rom encantador, gôndolas e vitrines bem definidas, localização estratégica de fácil acesso com estacionamento rotativo, ambientes climatizados com layout atraente que viabilize o fluxo, e que lhes proporcione um bem-estar de excelência.

A percepção e sensibilidade dos grupos de consumo são interpretadas no panorama empresarial como força motivadora que as empresas utilizam para se organizarem visando o crescimento e o desenvolvimento de sua rede comercial. O que alimenta e fortalece os objetivos das organizações é o sucesso que ela alcança na relação de troca estabelecida entre o que empresa possui em seu portfólio e a decisão de compra dos clientes que compõe o mercado alvo. Levar o consumidor a uma decisão de compra é uma tarefa fundamentada em um conjunto de ações psicológicas que podem ser desenvolvidas através das ferramentas de marketing, estimulando os indivíduos ao consumo e isto vai desde o despertar das necessidades básicas até aos sentimentos gerados pelos desejos, pelo status ou pela auto-realização.

A conquista do cliente se dá pelo viés do conhecimento e da idéias inovadoras aplicadas de forma estratégica nos negócios, ressaltando que é imprescindível que no processo do encantamento para que as empresas possam atrair e efetivar um leque de clientes fidelizados a sua marca, produtos e serviços, é necessário que as mesmas tenham em seu escopo um banco de dados bem definido, com informações atualizadas do seu público-alvo e suas tendências, pois ai está o canal que gera a grande oportunidade de alavancar os negócios; quanto mais se conhece os clientes, mais se torna possível reconhecer suas necessidades e lhe dispensar produtos e serviços compatíveis com seu perfil. Diante do exposto, a conquista de mercado é um esforço estratégico e inteligente de identificar e transformar “não-cliente” em cliente, não perdendo gerencialmente o foco da continuidade que no passado era chamado simplesmente de “pós-venda” e hoje é destacado como um novo conceito, que resultará em uma efetiva fidelização, mas para isto, todas as organizações, seus colaboradores, em todos os níveis devem possuir um elevado grau de comprometimento com os clientes e com os serviços oferecidos, onde a busca da qualidade no atendimento transcenda os limites físicos da empresa, deve ser um objetivo ou desafio coletivo.

As empresas devem pesquisar continuamente as tendências dos consumidores, adotando-se a premissa de que o significado do sucesso é a lealdade do cliente, as vendas cíclicas, as indicações e recomendações. A grande competitividade do mercado é proporcionar o diferencial (no ambiente e no atendimento) aos clientes com a vantagem de poder monitorar o resultado financeiro e mercadológico de todo e qualquer esforço alocado. Em suma, desenvolver um relacionamento comercial é saber que o poder está nas mãos do consumidor, percebendo-se que, ou reconhecemos essa força e adequamos o ambiente focando o bem-estar das pessoas, e lhes oferecemos aquilo que eles realmente desejam, ou teremos poucas chances de vencer os desafios impostos pela competitividade do mercado, uma vez que a concorrência é acirrada. Esteja antenado com os novos tempos; arquitete ou modifique sua empresa com o que há de melhor, a excelência em conquistar e fidelizar clientes está na otimização do ambiente e na melhoria do relacionamento com as pessoas, portanto mude o layout da sua empresa e invista no capital intelectual do seu empreendimento, treine e capacite seus colaboradores para serem os profissionais do século XXI, trabalhe com o tempo a seu favor, antes de procurar produtos e serviços às pessoas procuram pessoas.
ITALO BRITO

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segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Ensino Interino

Por Wagner Ferraz
wagnerferraz_@hotmail.com
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Como é engraçado assistir ao Jornal Nacional, debater e analisar suas noticias. Palavras milimetricamente colocadas, mescladas com os semblantes de seus ancoras, ás vezes, estarrecedoras quando necessário, por outro lado risadas sucintas em determinados momentos, fazendo-nos acreditar em sua expressão feliz.

Como é engraçado assistir ao Jornal Nacional, debater e analisar suas noticias. Palavras milimetricamente colocadas, mescladas com os semblantes de seus ancoras, ás vezes, estarrecedoras quando necessário, por outro lado risadas sucintas em determinados momentos, fazendo-nos acreditar em sua expressão feliz.

Vejo o dito jornal, porém não assisto, contudo leio e tiro minhas opiniões em outros meios de comunicação. Acho mais engraçado ainda quando falamos com profissionais, aquelas conversas de informação, com profissionais que possuem uma estrutura educacional dita forte e robusta, geralmente nestas conversas surgem a ilustre frase: “... foi sim, é verdade, eu vi ontem no Jornal Nacional...”

Desta forma pensamos as nossas instituições de ensino. Que tipo de conhecimento é explicado e transmitido nesses locais? Será que não possuímos mais discernimento das informações? Será que nossos profissionais em todos os âmbitos não evoluem, não acenam numa direção mais crítica, mais profunda? As contradições são gritantes e as instituições de ensino, diretores de colegiados, professores, só assimilam a informação sem terem o direito e obrigação de questioná-la? Fazem uma verdadeira troca de verbos e vocábulos para confundir uma informação que deveria por obrigação ao País, ter que ser dada de maneira simples e categórica. Não é o que vemos, simplesmente todos os dias nos é empurrada garganta abaixo informações que de tanto repetitivas se tornam verdades nos diálogos em casa, barzinho, restaurantes, etc... Deprimente demais essas frases: “...li na Veja da semana passada...” ou “...deu no jornal nacional...”

Existem os defensores ferrenhos desses pensamentos, pois depois de tantos anos vendo uma roupagem dinâmica, um cenário futurista, e um casal que faz caras e bocas, a muitos anos no mesmo horário acabam por suprimir seu próprio direito de pensar, de tomar suas decisões. O pior é que enquanto isso os profissionais de comunicação soltam perolas do tipo: “...esse é o modelo a ser seguido...” na sua grande maioria.

Digo o que digo, pois vejo (porém não assisto) o dito cujo a muito tempo, vejo sem mascaras a evolução de sua irresponsabilidade e desserviço ao País, os tentáculos da armação chegando de maneira sucinta, tão devagar porem de maneira constante que muitos profissionais e leitores dirão que não passa de um delírio do escritor, contudo eu não estou aqui para agradar, estou aqui para questionar a base de uma coisa que esta errada a muito tempo.

Quero poder estar vivo para poder ver e assistir ao dito cujo...



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domingo, 18 de outubro de 2009

Os negócios e o consumidor

Por Italo Brito
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O mundo comercial é um ambiente sem fronteiras e qualquer organização deve estar antenada com os fatores tecnológicos e as políticas que norteiam as economias, estabelecendo os ritmos de consumo em todas as escalas. Um gestor de visão globalizada facilmente adota métodos sistemáticos de procurar melhores processos, idéias inovadoras e procedimentos de operação mais eficazes que conduzam a organização a um desempenho ideal com alvo específico, encantado e fidelizando clientes,

pois é sabido que esse está cada vez mais envolto em um universo de informações que o motiva a decisões com um grau de exigência determinante na relação da lei oferta e demanda. Conhecer o mercado alvo e as tendências comportamentais é uma percepção empresarial que remete as empresas a desenvolverem ações estratégicas, gerando serviços e produtos com qualidade. A constatação dos novos caminhos do cenário globalizado e o poder do consumidor vem promovendo uma mudança comportamental nos mercados, com o advento da internet e de diversos canais de distribuição, as empresas precisam rever suas políticas administrativas, que sustentam seu posicionamento no mercado. Diante do exposto podemos perceber que as estratégias de marketing são ferramentas eficientes que visam uma maior interação com os consumidores na consecução dos resultados.

A ênfase das empresas competitivas é desenvolver, com inteligência mercadológica, produtos de excelência e qualidade que atendam na cadeia todos os seus públicos alvos, proporcionando uma maior satisfação para quem os consomem. Na outra ponta da distribuição elas precisam como nunca de pessoas bem treinadas para darem visibilidade as marcas e aos serviços, arrebatando, conquistando e fidelizando consumidores. Mesmo quem está no mercado virtual têm por trás dos softwares pessoas alocadas em uma estrutura organizacional para gerir a logística, buscando sempre a efetividade dos processos, objetivando o sucesso nos negócios. A sobrevivência dos negócios no mundo sem fronteiras não é mais resultado de demandas reprimidas, fenômeno social em larga escala que era comum nas décadas anteriores, hoje se manter no mercado exige da empresas formais ou não um conjunto de ações estratégicas, pois o tempo passou e com ele veio as mudanças tecnológicas determinando de forma imperiosa que só permanece com longitude a empresa organizada que estabelece formas de criar oportunidades e não somente encontrá-las.

As tendências do mercado direcionam as empresas de diversos setores a encontrarem canais de distribuição eficientes, estruturando uma nova maneira de atender os clientes, uma dessas tendências é o home center, um modelo recém implantado em diversas empresas no cenário regional que adéqua o cliente a um auto-atendimento, lhe proporcionando uma maior autonomia nas decisões de consumo. Neste modelo os colaboradores (vendedores) são treinados e capacitados a desenvolverem um novo papel, passam a atuarem como consultores no ambiente interno dos negócios. As mudanças desafiam empresários e gestores a rever as posturas administrativas que vão alavancar os serviços e seus negócios em qualquer tempo e crise da vez, o grande desafio é estar antenado com os novos tempos de mudanças rápidas e contínuas, isto é uma revolução tecnológica, fazendo com que o mundo empresarial adote uma postura flexível visando à busca da capacitação e da motivação, com um efetivo posicionamento no mercado focando de forma continuada o cliente.

O desafio dos empresários, gestores e empreendedores neste século é projetar as marcas, produtos e serviços no mundo sem fronteiras, o que se torna possível por meio de um modelo de gestão cada vez mais estratégico, próprio, com pessoas talentosas formando o capital intelectual, com sistemas sofisticados e competitivos, para atender as expectativas dos consumidores e suas demandas.

ITALO BRITO

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Monumento aos Mortos e Desaparecidos Políticos da Bahia está sumindo

Sem atenção do poder púlblico o monumento vem se ofuscando

O Monumento aos Mortos e Desaparecidos Políticos da Bahia foi edificado na praça Tancredo Neves e inaugurado em 9 de julho de 1998, por iniciativa do Grupo Labor – Assessoria, Documentação e Pesquisa. O monumento presta homenagem àqueles que foram submetidos aos horrores da Ditadura Militar, instalada no Brasil, em 1964.
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A Obra dos conquistenses Romeu Ferreira e Ana Palmira Cassimiro, trazia uma figura humana vazada, dando o sentido de ausência.

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segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Novo Papel do Gerente - II

Por Ítalo Brito
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Os conceitos de comportamento gerenciais sempre serão cruciais no alargamento da gestão efetiva. As organizações que utilizam o capital intelectual dos líderes bem preparados para exercerem os princípios estabelecidos por Fayol, de planejar, organizar, comunicar, coordenar e controlar terá desempenhos eficientes nas tarefas, pois as atividades gerenciais dos líderes correspondem às atividades de direção e capacitação dos colaboradores, com o escopo de promover a renovação da organização...

assegurando a harmonia no ambiente em que a empresa está inserida, viabilizando o diagnóstico de suas deficiências e pontuando os aspectos positivos. O novo administrador e o gerente devem desempenhar suas competências entendendo que seu papel é determinante para a sobrevivência e sucesso da equipe de sua responsabilidade que influencia diretamente no planejamento da organização em relação a suas metas e objetivos, pois a excelência de uma empresa esta alicerçada no comportamento de seus líderes e liderados. A maneira como seus líderes enxergam o mundo, sua dedicação e sua integridade são a razão porque uma empresa conquista o sucesso. Segundo Chiavenato (1994, p. 145), “os gerentes são responsáveis diretos pela sobrevivência e pelo sucesso da organização. Cada sucesso da empresa é o sucesso de um ou mais gerentes. Cada fracasso é o fracasso de um ou mais gerentes”.
O gerente deve dominar o conhecimento que o habilite a conduzir pessoas na excelência de sua função de liderança e o mesmo precisa administrar as diferenças entre os membros de sua equipe, pois seu papel é importante em todas as atividades e em todas as organizações, principalmente nas empresas, onde sua função de liderança deve ser algo peculiar e não apenas uma delegação do cargo exercido, uma vez que um bom dirigente deve ser um bom líder. Chiavenato (1994, p 157) afirma que, nem sempre “o líder é um dirigente ou gerente”. Diante do exposto, pressupõe-se que as ações de um indivíduo, que exerce influência sobre outros no ambiente, ainda que de maneira informal está exercendo liderança. No contexto organizacional a empresa precisa de líderes alocados hierarquicamente em seu quadro formal, gerindo nas áreas de sua atuação, e é na gerência que reside o ponto mais crítico da liderança. Chiavenato (1994, p. 146), acrescenta, ainda que; O gerente não lida apenas com capital ou dinheiro, com máquinas ou equipamentos, mas trabalha, sobretudo com pessoas. É através das pessoas que o gerente consegue a execução das tarefas a alocação dos recursos materiais e financeiros a produção de bens ou serviços, bem como o alcance dos objetivos organizacionais.

Constata-se que os diversos estilos de liderança presentes nos administradores e gerentes devem desenvolver políticas abrangentes e, com base na contribuição deste estudo, estabelecer um ambiente onde todos interajam com uma visão voltada para as pessoas e suas diferenças, e que as mesmas sejam orientadas a desempenharem com eficiência suas tarefas, visando sempre à eficácia das metas estabelecidas pela organização. Ser gestor é muito mais do que analisar e produzir resultados econômicos, ser gerente é ser um líder, com uma visão voltada para os colaboradores que motivados e valorizados produzirem os resultados esperados pela organização. Embora existe uma diferença notória entre o papel desenvolvido por um gerente em relação às características de um líder, os dois acabam por se aproximarem no que se refere à atuação em organizações, e sabe-se que é um tanto quanto difícil fazer uma separação distinta das atividades. Para ser um gerente dinâmico é imprescindível que o mesmo exercite os papéis de liderança no ambiente organizacional. Para Silva (2001, p. 262), “uma visão comum é que o trabalho do gerente requer a habilidade da liderança e a liderança e, um efeito, um subconjunto do gerenciamento, ainda que liderança seja um atributo especial que pode ser diferenciado dos outros elementos do gerenciamento”. O grande desafio nesse sentido é diferenciar as ações de um gerente de um líder gerente, e nesta visão Bennis, Snell (1996, p. 42) aponta as diferenças de comportamento entre o líder e o gerente, para ele; O gerente administra; o líder inova. O gerente é uma copia; o líder é original. O gerente mantém; o líder desenvolve. O gerente prioriza sistemas e estrutura; o líder prioriza pessoas. O gerente depende do controle; o líder inspira confiança. O gerente tem uma ação em curto prazo; o líder, perspectiva de longo prazo. O gerente pergunta como e quando; o líder pergunta o que e por que. O gerente vive com olhos voltados para o possível; o líder com olhos no horizonte. O gerente limita; o líder inventa. O gerente aceita o status quo; o líder desafia. O gerente é bom soldado clássico; o líder é seu próprio comando. O gerente faz certo as coisas; o líder faz as coisas certas.




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sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Os dois lados da notícia

Por Eduardo Moraes

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A imprensa brasileira tem divulgado a greve dos bancários como ordeira e pacífica, como um fato corriqueiro da luta entre capital e trabalho, um movimento necessário para o amadurecimento da democracia. Mas, esta semana chamou a atenção um post intitulado “Sindicato bloqueia acesso ao Bradesco em Conquista”, publicado no Blog da Resenha Geral. Estranhamos o apelo e o caráter panfletário da nota, sem qualquer apuração do ocorrido. Os bancários historicamente primam pelo respeito às instituições e, como todos podem confirmar, diariamente cumpre o que estabelece a Lei de greve nº7. 783/89.

Se o blog estivesse acompanhando o movimento nacional dos bancários, apuraria que, de fato, é o banco Bradesco que desrespeita o direito de greve quando obriga os seus trabalhadores a chegarem ao banco às 5 (cinco) horas da madrugada para furarem o movimento ou entrarem na agência por um (buraco) ou falsa porta existente no prédio do Bradesco Seguros, localizado na Rua Ernesto Dantas fundo do banco, que da acesso a agência 270. Esse banco utiliza toda forma torpe para humilhar e intimidar os bancários, o assédio moral diário no local de trabalho.


Enquanto comunicador e cidadão conquistense respeitado, e pretenso representante político de todo o povo, no mínimo o que se espera ao divulgar uma notícia é que prevaleça a verdade acima de qualquer ideologia ou interesse comercial. A verdade e o compromisso social devem estar sempre à frente dos tabus e pré-conceitos. Na relação com a notícia deve prevalecer à ética, transparência, independência e imparcialidade.

Em que pese o Interdito Proibitório ser um instrumento inadequado para estabelecer as relações durante uma greve, o Sindicato dos Bancários de Conquista e Região jamais descumpre uma determinação judicial. Não impedimos o acesso de quem quer que seja – clientes, funcionários, etc. Há, ainda, na liminar judicial a determinação da presença da policia para inibir quaisquer abusos, que julgamos inclusive desnecessária. Se os trabalhadores daquele banco aderiram ao movimento, foi cumprindo decisão soberana de assembléia ocorrida em conformidade com a lei de greve.

Quando procurado para questionar a veracidade desta notícia, deu a seguinte resposta ao Diretor de Imprensa do Sindicato: “A informação colhida pelo blog foi junto a direção do Bradesco. A Resenha Geral tem procurado ouvir os dois lados, inclusive o presidente do Sindicato. Não preciso dos seus ‘aconselhamentos’ para pautar a boa conduta jornalística. Você não tem nada a ensinar a minha atividade jornalística”.
Pela forma com que acolheu uma crítica a um texto que publicou, percebe-se a humildade do referido senhor.

Que a verdade seja o principal instrumento daqueles que pretende representar e dar voz ao povo. Estamos aqui à disposição dos que verdadeiramente querem construir um mundo justo e com menores desigualdades sociais.


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quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Notícias para a Titia

Por Tico Oliveira

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Olha minha querida. Seu Sobrinho ficou feliz da vida com vinda das Olimpíadas para nossa cidade maravilhosa, cercada pelos morros e a periferia que a bala perdida voa longe. A senhora conhece Manguinhos minha querida Titia? Será que a Praça Principal ainda tem galinhas e porcos que se misturam com as crianças felizes do Rio de Janeiro? Sem Falar na feira livre, que tem de tudo. E porque não falar que tem o preto e o branco, à vista e sem pechincha? Que saudade da Help. Eu nem sei mais descrever. Na inauguração era sem duvida a maior e melhor casa de espetáculos do nosso país. Hoje é só cafetinagem, as garotas exploradas não vendem a filha, e não, o namorado namorar ninguém.

A senhora sabe que seu sobrinho já pesquisou sobre esse assunto? E o que é pior Titia, elas são produtos de venda ao cidadão. Não precisa de prova mais cabal quando se vê policiais vendendo mulheres, quem divide a mixaria com eles e o restante compram drogas. Os próprios policiais se responsabilizam pelo avião. É Titia... Eu pensei que essa coisa de vender mulheres pelos “canas”, como diz Aldinha Pimentel, que se sente poderosa na parceria com policiais, e a galera da condicional. Esses tem horário marcado para chegar na casa, até as 18 horas. Não é minha querida? Mas esses rapases, no primeiro andar do seu bar, que virou strip-bar, o pior é que seu sobrinho, ao chegar de viajem, encontrou altos gritos defronte o meu quarto.

Olha Titia. Eu já sofri nessa vida. Ontem a madrugada toda passei momentos de desejos e aflição pelas crianças do Alecrim. O desejo,... A senhora sabe que seu sobrinho tem quatro meses sem beijar na boca. Imagina titia aqueles gritos de orgasmos quase que eu que eu comia as bananas todas. Para a senhora ver, essas coisas não acontecem só no Rio das Olimpíadas.

Antes de escrever, eu já gritei para a vendedora de mulheres que prostituição, por lei, não é crime. Mas quem vende pessoas é criminoso. O Tico-Tico não admite venda de meninas nesse país, que tem a oportunidade de sediar as as Olimpíadas, e que já foi a sede dos Jogos Panamericanos, com a presença do seu sobrinho.

Ah! Em Cândido Sales, a chapa em substituição a Dudu e Sidélia é Sidélia e Dadai, contra Amilton e Gileno. Quinta-feira eu falo sobre o resultado da nova tendência eleitoral. Pode aguardar.

Um beijo do seu sobrinho pesquisador Tico Oliveira.

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segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Alimentos da Alma

Elvarlinda Jardim, Momentos de Reflexão

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Carregamos em nós hábitos empoeirados que nos atrasam o avanço na escalada evolutiva. Problemas e dificuldades todos nós temos. E se esses existem, somos os principais responsáveis. Mas, somos também, capazes de nos libertar, antes mesmo de criarmos um ambiente em desarmonia ao nosso redor. A Sabedoria Divina oferece-nos mecanismos necessários para uma ação renovadora: Um diálogo fraterno, a afeição bem direcionada, o ato de ouvir no momento certo ou do silêncio reflexivo, quando solicitado; uma palavra suave e ao mesmo tempo firme; um acalanto às almas chorosas e amarguradas. Tudo isso e muito mais são instrumentos naturais que nos darão a alegria da esperança, a bênção da saúde e a dádiva da paz.

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domingo, 4 de outubro de 2009

O Novo Papel do Gerente - I

Por Ítalo Brito

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Ao se observa as organizações notadamente se compreende que por trás de uma posição jurídica existem pessoas com características diferenciadas, alocadas em posições ou setores, que interagem com uma formalidade organizacional, sobre a batuta de um ou mais maestros denominados lideres (gerentes) que orquestram os indivíduos nas tarefas visando sempre à eficácia nos resultados planejados pela organização. Lembre-se de que você pode ser considerado um gerente, mas você não será um líder até que sua situação não seja ratificada nos corações e nas mentes daqueles que trabalham para você. (SILVA 2001, p. 263).

As atividades gerenciais constituem a essência da administração por meio de terceiros. Para que exista uma organização formal, é preciso haver objetivo, divisão de trabalho, fonte de autoridade e relação entre pessoas e grupos. Conforme Chiavenato (2000, p. 444), “cabe ao administrador e gerentes que compõe esse cenário fazer com que isso fique explicitado, de modo a viabilizar o funcionamento eficaz e eficiente da organização e isso é visualizado entre o nível institucional e o de operações”. Os modernos manuais de liderança oferecem uma infinidade de métodos, técnicas e conceitos que tem provado possuir eficácia, e esses permitem ao gerente usar ferramentas para estimular e aperfeiçoar melhores relações entre empresa e seus colaboradores.


Motivar e aperfeiçoar os colaboradores, proporcionando a todos, um nível satisfatório de comprometimento, são as atribuições que a moderna liderança desempenha para assegurar a efetividade nas tarefas. O gerente atualizado procura munir-se das técnicas de comunicação, treinamento, indução e um espírito empreendedor, pois esses aspectos são fundamentais no papel do novo gerente e estimula o crescimento, o progresso da organização, melhorando a produtividade, proporcionando a equipe satisfação profissional.

A missão de um líder no ambiente formal da organização é muito importante, e o mesmo deve focar a importância da organização na sociedade, compreendendo que seu papel de liderar é ter um foco voltado para o exercício da autoridade, levando outras pessoas a realizarem as atividades necessárias para que organização atinja seus objetivos e cumpra seu papel social.

No exercício da gestão, os líderes contemporâneos são desafiados a uma postura de encanto, com as habilidades necessárias para uma liderança eficiente, atraindo pessoas para estarem ao seu lado. Uma vez que seu papel é inspirar em seus colaboradores, confiança e lealdade.


Quando um líder é capaz de atrair outros ao seu comando, ele modificará o que for necessário, na cultura de suas organizações, e trará para a prática ou realidade, seus ideais. O novo gerente deve quebrar os paradigmas de um relacionamento desenvolvido por meio dos sentimentos de medo, intimidação, culpa e dependência, estabelecer um campo de ação envolvente com uma equipe interagindo de forma consensual, pois no ambiente organizacional, todos estão vivendo a mesma complexidade. O gerente administra: o líder inova, o gerente é uma copia; o líder é original, o gerente mantém; o líder desenvolve, o gerente prioriza sistemas e estrutura; o líder prioriza pessoas. De acordo com Bennis, Snell (1994, p. 122); “A capacidade de um líder mobilizar seus colegas reside tanto em seu entendimento de si mesmo quanto em seu entendimento das necessidades e desejos de seus colegas. Neste tipo de líder, competência, visão e virtude coexistem em equilíbrio quase perfeito. Virtude sem visão e conhecimento gera ideólogos. Visão sem virtude e conhecimento gera demagogos”.

ITALO BRITO





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domingo, 27 de setembro de 2009

O RH e a Informação

Italo Brito

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O universo organizacional é palco de mudanças transformativas que influenciam o modo como as pessoas se comportam e como atuam os gestores em suas funções, neste ambiente fazer uso de ferramentas tecnológicas é um diferencial competitivo. A gestão da informação nas organizações é um elemento importante para desenvolver o bem social, proporcionando um campo de atuação abrangente em todos os processos, desde os mais elementares aos mais dinâmicos e essências.

Neste contexto as instituições e seus gestores, de forma integrada fpadrões estabelecidos no passado por líderes de recursos humanos extremamente tradicionais, com foco voltado apenas para tarefas corriqueiras, e, assim desenvolverem um departamento de recursos humanos com um modelo de gestão que esteja atuando com líderes capacitados e treinados para lidarem intensamente com o capital intelectual da empresa.

Um dos desafios da organização contemporânea é fazer com que o departamento de recursos humanos seja um setor flexível, sensível, operando como um canal que produz uma dinâmica informacional muito intensa no contexto estrutural da organização, capturando, processando e fornecendo informações com eficiência, proporcionando saúde na relação interdependentes dos departamentos, sendo que no conjunto do aprendizado profissional, a informação é um elemento de fundamental importância, pois é por meio do intercâmbio formal que os colaboradores, gestores e a organização com seus objetivos se interagem e tomam conhecimento de seus direitos e deveres e, a partir deste momento fomentam decisões sobre suas vidas, seja de forma individual, bem como de forma coletiva.

A observação deste cenário remete gestores a se capacitarem e promoverem uma reestruturação organizacional em torno da informação, selecionando a comunicação adequada e otimizando sua utilização nos departamentos, pois é aqui que a gestão de tecnologia de informação ganha significância imprescindível como ferramenta competitiva proporcionando força inteligente na tomada de decisão em todos os setores, A informação é considerada como o elemento básico do qual dependem os processos de decisão. A qualidade da informação e os dados são para os gestores, especificamente para o RH um importante recurso que bem gerido proporciona uma otimização nos processos organizacionais.

No novo desafio empresarial o RH representa o setor da empresa que tem o escopo de mapear e cuidar do capital intelectual, proporcionando motivação e comprometimento nos colaboradores, visando continuamente a retenção dos talentos. As políticas deste setor devem ver os parceiros internos como verdadeiros clientes, pressupondo sempre que estes são os que produzem conhecimentos e experiências que contribui intensivamente para o progresso das atividades em todos os níveis da empresa. Gerir pessoas é saber fazer uso da gestão do conhecimento e este deve ser mapeado pela ferramenta da informação, pois a informação facilita o enquadramento da estratégia, proporcionando o aumento da produção intelectual e otimizando os processos dos negócios da empresa. Com o uso eficiente desta ferramenta se torna possível identificar, promover e fidelizar novos valores nas equipes, pois nos últimos tempos o aprendizado e a aplicação são apropriações peças-chave para o desenvolvimento das empresas que possuem um setor de Recursos Humanos participando estrategicamente no planejamento.

Tratar Recursos Humanos como seu verdadeiro banco de inteligência, é, como se poderia dizer, o melhor e o mais rentável dos investimentos. Talvez o único investimento que já vem com taxa de previsibilidade, ou seja, a empresa que tiver o melhor banco de inteligência, terá vida mais longa e um aproveitamento total. (Carvalho, Grisson, 1998, p. 109-110).


Italo Brito – Administrador, Pós-graduando em Gestão de Pessoas (FAINOR), Gerente comercial da COFET e Tutor da UNOPAR.


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sábado, 26 de setembro de 2009

Sem medo de ser feliz

Por Eduardo Moraes

Que bom, a felicidade está logo ali! Os trabalhadores bancários encontram-se diante de um momento onde são convocados para responder a arrogância e prepotência dos banqueiros com unidade e luta. Vamos fazer dessa campanha salarial 2009 um momento histórico em nossas vidas.

A história mostra que todas as nossas conquista até aqui foram fruto da nossa luta, pois, para romper a intransigência dos banqueiros, foi necessário fazer varias greves e desta vez não será diferente. Trabalhadores, vamos para mais uma greve, já que mesmo com os lucros e rentabilidade imensuráveis, os sanguessugas da nação insistem em não assumirem a sua responsabilidade social para com os seus funcionários.


Assim como no passado, podemos sair vitoriosos. Basta para isso acreditar que juntos somos fortes e não deixar passar a oportunidade de avançar em novas conquistas, como garantia no emprego, auxílio educação e isonomia de tratamento entre novos e antigos. Basta lutar! A vitória é certa e está logo ali ao nosso alcance.

Nesse momento, o medo só nos atrapalha. Por isso, não tenhamos medo, não estamos sós: são os bancários de todo o Brasil nessa luta juntos até a vitória final. Os dirigentes sindicais vão estar nas portas dos bancos e nas comissões de convencimento para garantir o sucesso da paralisação aqui em nossa base. Portanto, é só aderir ao movimento grevista e parar suas atividades para garantir respeito dos banqueiros e conquista das nossas reivindicações.

Egoísmo, voluntarismo e individualismo não podem prevalecer. Este é o momento da unidade, de exercer de forma plena o nosso direito de greve, fortalecendo a cidadania. Se efetivamente somos responsáveis em construir a nossa própria história, não podemos nos submeter à pressão de gerentes, polícia ou quem quer que seja. Nossa consciência nos arrasta e impulsiona para o caminho da luta coletiva, conquistada até aqui a duras penas. Sejamos todos guerreiros, buscando todas as nossas forças e seguindo avante. Vamos permitir o explodir do fundo do nosso peito toda a vontade de vencer, lutando sem cessar e rompendo todas as barreiras que momentaneamente pareçam intransponíveis. Assim, ao termino da jornada, poderemos olhar nos olhos daqueles que amamos e bradar em alto e bom som: eu venci, não tenho medo de ser feliz!


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terça-feira, 22 de setembro de 2009

Dia Mundial sem Meu Carro

Por Tayara Amaral
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Dia 22 de setembro, Dia Mundial Sem Carro, quando vi o primeiro outdoor, questionei: “não podia ser o dia mundial sem meu celular!?” (afinal, já não suporto mais! Seria um motivo para deixar o incomodo telefone em casa, sem precisar usar a desculpa de tê-lo esquecido!), poderia ainda ser o dia sem meu computador (seria difícil, mas daria pra suportar!); mas o dia sem carro! Só de pensar... já fico ofegante!

Ok! É por uma boa causa... resolvi aderir, afinal, o Dia é Mundial, não posso ficar de fora e correr o risco de ser a única a transitar de carro pela cidade! Ledo engano! Logo cedo, recebi uma proposta astuciosa, meu pai, querendo livrar-se da culpa, me propôs em tom de brincadeira (mas torcendo para que eu concordasse!) que trocássemos de carro, eu iria trabalhar no carro dele e ele no meu, ora, o dia é sem “meu carro”, nada falam a respeito de estarmos com o carro emprestado! Não colou, a saída foi aderir!

Costumeiramente faço uma caminhada matinal, pensei em desistir, tinha um longo dia pela frente! O intuito da caminhada, até que é nobre, mas pouco tem a ver com minha saúde ou estética; na realidade, vou mesmo é para fazer companhia a minha mãe, então, não pude faltar ao compromisso diário!

Como de costume, saí cedo de casa; imaginei que não veria um único carro de passeio, dispensei inclusive o cuidado de andar pela calçada, na saída, quase fui atropelada! O fluxo de carro era o mesmo, acho que esqueceram que era hoje! Passei em frente à Arena (Academia de Ginástica), pareceu-me que hoje havia mais carros do que o normal! Será que me enganei? Ao chegar na Olivia Flores, observei dezenas de pessoas que chegavam de carro, o estacionavam nas proximidades da COELBA e de lá saiam para fazer sua atividade física (somente hoje, não poderiam fazer diferente?).

Sinceramente, pensei que a adesão fosse maior! Que como o prefeito do Rio de Janeiro, algumas pessoas fossem trabalhar de bicicleta, que outras iam caminhar, tomar ônibus, em ultimo caso pegar uma carona! Já tinha traçado minha estratégia, desceria andando e voltaria à tarde de ônibus (que no Dia Sem Meu Carro, estaria lotado!). Dispensei a comidinha caseira, iria almoçar próximo ao Fórum!

Imaginei que todos fariam o mesmo, mas a impressão que tive até agora é que mais uma vez não levaram a sério, que esqueceram que Conquista tem hoje uma frota de quase 70.000 (setenta mil) veículos, sem esquecer os outros tantos que circulam aqui diariamente! Se não fizermos nada agora, o futuro que nos espera será caótico, onde colocaremos mais 70.000 (setenta mil) carros? Isso mesmo! Espera-se que a frota de veículos, em Conquista, dobre nos próximos anos! O problema com estacionamento é notório... dispensa comentários!

Só pensamos em camada de ozônio, aquecimento global, CO2, quando os atingidos somos nós; esquecemos, porém, que este ano no Brasil já tivemos até tornado! A chuva, a seca, os ventos... respostas da natureza a esse nosso descaso! O cerco esta se fechando! Inevitavelmente, seremos os próximos! Pensemos nisso! Ainda dá tempo, deixe o seu carro em casa, e a partir de hoje, Dia Mundial Sem Meu Carro, tentemos fazer um uso consciente! Dê carona, ande de Bicicleta, caminhe! O Planeta Terra agradece!
Tayara Amaral

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domingo, 20 de setembro de 2009

Sustentabilidade e valorização do trabalho

Por Eduardo Moraes

A propósito do tema escolhido para o 8º Congresso Regional de Bancários, vale ressaltar, no que tange aos aspectos das variadas opiniões sobre a temática, trata-se de uma oportunidade vanguardista proporcionada pelo sindicato para todos aqueles que se preocupam com o presente e o futuro. Precisa-se chamar atenção para o aspecto do desenvolvimento do capitalismo globalizado, que em sua fúria em busca do lucro e manutenção da hegemonia, desregulamenta o negociado dentro das possibilidades e correlação de forças estabelecidas pelos pólos, capital x trabalho.

Como a nossa democracia encontra-se em construção, e consequentemente a prática do exercício pleno da cidadania permanece em um distante horizonte a ser alcançado, pode-se afirmar que, nesse Congresso, espera-se que os debates sobre o tema sejam bastante ricos e propositivos, no sentido de contribuir para que os trabalhadores bancários se situem nesse espaço e se posicionem diante do desafio de superar todas as barreiras e armadilhas do capitalismo internacionalizado, o que nos impediu ao longo dos anos de enfrentar as elites com a nossa mobilização e consciência de classe. No Brasil, só recentemente, com a eleição do presidente Lula, é que conseguimos ampliar nossa liberdade em manifestar, mas, ao mesmo tempo, após esta conquista, parece que todo o movimento social se atrofiou ou perdeu o faro da luta de classe. Hoje, o que está na moda são os privilégios e os interesses pessoais, tudo em nome da governabilidade.

Que o 8º Congresso Regional seja o ponto de partida para que esta categoria, vanguarda do movimento dos trabalhadores do Brasil, aprove propostas que indique o caminho de como enfrentar o capital em sua nova superação da crise, onde em nome do lucro vale tudo: desemprego, assedio moral e sexual, exclusão, retirada de direitos, a imposição de metas abusivas, o aumento das doenças ocupacionais, violência, o consumo irresponsável e a degradação do meio ambiente em todos os seus aspectos, humanos, familiar, moral, ético, ambiental e do trabalho cada vez mais degradante.
É preciso romper com tudo o que nos aprisiona. É tarefa urgente do movimento social fazer ressurgir a alegria, um movimento sindical com novos ideais que façam tremular alto a bandeira da esperança de um mundo novo.


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