Mostrando postagens com marcador Cultura. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cultura. Mostrar todas as postagens

sábado, 21 de novembro de 2009

Café com Blues estréia em Salvador

Depois de passar por Camaçari nesta sexta-feira (20), para as atividades do projeto de circulação da Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB), o grupo musical conquistense Café com Blues se apresentou pela primeira vez em Salvador. A apresentação realizada na noite deste sábado (21) no Teatro do Irdeb, no bairro da Federação, reuniu muitos convidados e amigos do grupo. No repertório canções do cd Tipo exportação. O grupo avaliou a apresentação como uma das melhores de todos os tempos, afinal luz, vozes, sonorização, publico e banda se harmonizaram de forma surpreendente. Com informações da jornalista Taisa Moura, que esteve no evento.

Continue a Leitura >>

Amor, medicamento da alma

As nossas tristezas, angústias, os rancores e os desejos aparentemente infundados são feridas da alma que precisam urgentemente de assepsia profunda. A limpeza externa é apenas um paliativo para melhorar a aparência e agradar aos olhos de quem a vê, pois a raiz do mal está no mais fundo da alma que, muitas vezes, não suportando o peso, deixa o seu registro no corpo físico em forma de doenças das mais variadas espécies, sendo elas físicas ou psíquicas. São frutos alimentados por rancores de relações mal construídas, resultando em conflitos dos mais diversos. Nascemos fadados à felicidade, e essa só se conquista através do Amor, o maior antídoto para a cura de todos os males. Um sorriso nos lábios, a brandura do coração, o afeto sem discriminação, o respeito pelo outro, tudo isso são os primeiros passos a caminho da cura. Para isso é necessário que o amor seja exercitado em nós e expandido além fronteiras.

Amar...Apenas amar!

Elvarlinda Jardim, Momentos de Reflexão

Continue a Leitura >>

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Miguel e Jack comandam o Som da Tribo

Continue a Leitura >>

domingo, 15 de novembro de 2009

Centro de Cultura expõe imagens de cidade imaginária

Será lançado às 19 horas desta segunda-feira (16) e segue até o dia 17 de dezembro, no Centro de Camillo de Jesus Lima em Vitória da Conquista à exposição multimídia Eikon, da artista baiana Tinna Pimentel.
.
Eikon é um mergulho na dualidade do mundo imagético, um olhar além das aparências. A obra é composta por fotografias e duas vídeo-instalações que tem como referência as ressonâncias visuais encontradas em um universo de imagens capturadas em dois países de continentes distintos: Brasil e Angola, que evocam lembranças e memória e levaram à construção poética da cidade imaginária de Eikon.
.

Continue a Leitura >>

Um terminal

Por Carlos Silva

.
O tempo, apaga tristeza,eleva emoções e remove momentos vividos,guardados,cultuados e respeitados por um tempo vivido que ha muito se passou.

Amizade, figura (depois do amor) um dos mais importantes sentimentos da vida.

De certo, faltam-me palavras para dizer-lhe quão grande é por ti o meu apreço, e não poderia deixar esta data passar sem que humildemente, eu viesse traçar algumas linhas que a fizesse saber,que ela é tão marcante na sua vida.

Um dia acordei do sonho, e me vi só.Lambendo os pensamentos de uma angustia sentida, num terminal de onibus, que por muitas vezes, fora o meu recanto de felicidade.

Hoje, esse terminal, não existe mais pois ruiram os pilares daquele outrora sentido em visualiza-lo, te-lo, ve-lo e porque não dizer vive-lo.

Hoje, em outros tantos passos, em outros erguidos terminais, sigo a trilha em busca do rumo que um dia o passado,por insistencia, quase me fez perder a importancia do prosseguir.

Por toda lágrima derramada, aprendi sorrir e caminhar abraçando em outros braços os abraços que um dia um sonho me privou de abraçar.



Contudo, ergui os olhos e a Deus pedi, que todos se abraçassem e se dedicassem com esmero e determinação ao outro que ao seu lado sempre estaria a caminhar.

Por tanto e por tudo,vendo o brilho da felicidade descortinar os olhos de quem sonha,desejo ao mundo e a quem ama, muita paz e felicidades na vida.

Continue a Leitura >>

O trágico canto do bode

Por Maria Cecília De Miranda Nogueira Coelho
.
Príncipe das caatingas. Foi esta a expressão cunhada por Vinícius de Moraes para se referir ao compositor e cantador Elomar Figueira Mello, em um texto da capa do LP Das barrancas do Rio Gavião, de 1972. Por meio dela o poeta prestava reverência a este baiano de Vitória da Conquista, chamando a atenção, dentre outras coisas, para o fato da obra de Elomar retomar o “cancioneiro do Nordeste, com suas toadas em terças plangentes e suas canções de cordel, que trazem logo à mente os brancos e planos caminhos desolados do sertão, no fim extremo dos quais reponta de repente um cego cantador com os olhos comidos de glaucoma e guiado por um menino – anjo a cantar façanhas de antigos cangaceiros ou ‘causos’ escabrosos de paixões espúrias sob o sol assassino do agreste”.

Passados quase 40 anos, a singularidade e a maestria já detectadas por Vinícius de Moraes continuam presentes. Singular é, por exemplo, a utilização de uma “linguagem dialetal sertaneza”. Elomar a chama assim para distingui-la da música sertaneja, que, na sua visão é algo falso e corrompido, para atender à demanda do mercado fonográfico da indústria cultural. Em parte, para não se dobrar às injunções deste mercado é que sua obra foi quase toda produzida por selos alternativos. Sobre as características desta linguagem dialetal, trabalhos acadêmicos importantes já foram feitos, como os da pesquisadora Darcília Simões.

Aliás, já a partir de 1981, quando Ariano Suassuna orientou um primeiro estudo sobre o trabalho deste artista, a obra de Elomar tem sido, cada vez mais, objeto de investigação acadêmica nos departamentos de letras, música e antropologia, em cursos de mestrado e doutorado. Seletivo em suas viagens e entrevistas, Elomar, em meio à lida diária com seus bois e bodes, no sertão baiano, continua empenhado em sua arte musical e criação literária (é também autor de roteiros de cinema – algo paradoxal, pois é declaradamente iconoclasta – e lançou recentemente o romance Sertanílias).

Dentre os vários aspectos da obra poético-musical de Elomar, gostaria de destacar a presença de elementos que remetem à cultura grega quanto ao papel do músico. Sabemos que, pelo menos desde a Grécia Antiga, palavra poética e música estiveram estreitamente ligadas. Lembremos que o termo poeta vem do verbo poieo (fazer, produzir); poeta é um artista que produz algo, seja ele escultor, pintor, aedo ou escritor. Em geral o poeta não atuava sem o acompanhamento de um instrumento musical, que habitualmente era a lira ou o phorminx, que, aliás, dá possibilidade ao próprio instrumentista de usar a voz para recitar o poema (o que não ocorre com o aulos, parecido com a flauta, mas com o som semelhante ao do oboé, e que não permitia que músico falasse enquanto tocasse – sendo considerado por autores como Platão e Aristóteles um instrumento inferior à lira, já que impedia o homem de se expressar pela palavra, logos).

Também o teatro (seja tragédia, comédia ou drama satírico) era acompanhado por música, e se hoje, aristotelicamente, o estudamos apenas por meio de leitura e análise de texto, não devemos, no entanto, esquecer da importância da música na constituição da peça teatral (aliás, no caso da tragédia lembremos que este termo remete ao canto, ao bode e/ou canto do bode, animal, como o touro, da esfera do deus Dioniso).

Se o próprio Elomar é um cantador, sempre performático em suas aparições (acompanhado de seu violão), o tópos do velho cantador é também recorrente na sua obra, aparecendo em canções como Canto do Guereiro Mongoió, O violeiro, O pidido, Puluxias, Peão de amarração, Casa dos carneiros, etc... Este cantador-narrador aparece muitas vezes como cantador cego, reverberando a imagem homérica (além do próprio Homero, lembremos de Demódoco, aedo na corte de Alcínoo), trágica (recordemos Édipo a furar os olhos para ver o que o cego Tirésias já vira) e mesmo platônica, de que o verdadeiro saber é dado aos que não veem com os olhos do corpo, mas com os da alma. Particularmente significativa é a canção História dos vaqueiros, no disco Cartas Catingueiras, que começa estabelecendo o canto do narrador como modo de homenagear – e não deixar cair no esquecimento – os feitos de grandes vaqueiros: “Mais foi tanto dos vaquero qui rênô no meu sertão qui cantano um dia intêro num menajo todos não.” Após relembrar o nome de alguns dos vaqueiros famosos, cujos feitos podem ser vistos no âmbito do universo heroico, é narrada a trajetória de um deles e, após sabermos de sua peleja, que termina com a vitória do homem sobre o boi: “certa feita vô contá só um feito desse vaquêro foi chamado pra pegá um levantado marruêro [.....] pelos mistero da hora in qui nun pode havê êrro [...]faca na venta saingue no chão e a lua omenta o quilarão faca na venta e boi no chão.”

No entanto, para o vaqueiro há um perigo – uma falha trágica ou hamartia, para utilizarmos o termo clássico, discutido por Aristóteles na Poética. No caso, no universo elomariano (que é também cristão), ele se manifesta na figura da “moça perderera”, um análogo de Eva. Essa “moça bunita”, “laço de amô”, que por um momento distrai a atenção do vaqueiro, causa sua ruína no ínfimo de “um olhar”. Semelhante ao boi, ela é um desafio ao herói-vaqueiro: “facilitei olhei voçe foi pur teus olhos pur a fulô pegava o boi, boi me pego”. Este exemplo de narrativa, que mesmo com suas elipses é de caráter épico, traz uma imagem muito importante, a do boi. Não é um boi qualquer que desafia o vaqueiro, mas um boi especial (variação da luta entre o Minotauro e Teseu?), como aparece no título da canção Boi encantado, que tem lugar de destaque na peça sinfônica Sertania, parceria de Elomar com Ernest Widmer.

Curiosamente, esta canção faz parte do último movimento da sinfonia, chamado Catarse, conceito-chave na teoria da tragédia que herdamos de Aristóteles, e a capa deste disco, lançado em 1985 é, também, indicativa de uma situação de algum modo trágica – temos um desenho no qual as cabeças do homem e do animal se misturam (como já dissemos, o touro era uma das epifanias de deuses importantes como Zeus e Dioniso). A sinfonia foi composta como trilha de um respeitado filme, Boi Aruá, longa-metragem de animação dirigido por Chico Liberato. Neste contexto, o boi (ou touro) é, para Elomar, tanto símbolo da luta dos vaqueiros, refletindo um traço cultural e social de vida do sertanejo, como metáfora da luta do homem consigo mesmo, na sua travessia neste mundo tentando dominar uma parte sua rebelde, animalizada. Assim, desafios aparecem tanto dentro da estrutura do gênero tradicional de música em que cantadores lutam por meio de palavras (uma performance agonística como a do teatro grego, frente a um público popular), como na estrutura épica, lutas de heróis entre si ou contra forças da natureza, representada por animais. Desafios, na obra de Elomar, parecem ser também, no âmbito trágico, aqueles do homem consigo mesmo, de sua alma imortal com seu instinto, muito próximo da rebeldia irracional do animal, suas paixões e sua desmedida (hybris). No desenho Boi Aruá, por exemplo, é muito significativo que o vaqueiro egoísta, na sua longa jornada para buscar um boi encantado, ao capturá-lo o veja metamorfosear-se de touro negro em bezerro branco, e ao domá-lo, qual esfinge assustadora, doma a si mesmo, transformando-se em homem solidário.

Sem dúvida, na obra tão regional de Elomar, o cenário da caatinga potencializa as dificuldades da travessia, real ou metafórica, que dá sentido à existência humana. No entanto, esta travessia, se não for cantada e contada pelo narrador, se perde; daí a necessidade da obra artística, como instrumento de memória e de aprendizagem. O homem é esse ser errante, de Odisseu, navegante, ao vaqueiro “cavandante”, a caminhar “pulas istrada do mundo”. Para Elomar, contrariando a crítica da pós-modernidade ao “sujeito universal”, há uma essência humana imutável e trágica. Nesta perspectiva, ele parece alinhar-se a autores como Karl Jaspers, os quais trabalham com a categoria de trágico, que, diga-se de passagem, não se esgota na tragédia. Lembremos que a teoria da tragédia está ligada à produção de paixões (pathe) e a personagens que padeceram de maneira radical. Mesmo sendo arriscado fazer generalizações, diria que a tônica dominante do cancioneiro elomariano é uma travessia e labuta dos personagens pelo sertão e cidade, epifania do padecimento divino e mesmo metáfora de jornadas existenciais, relatadas na voz de um cantador, que, por sua vez, é tanto o próprio músico, Elomar, como também, personagens que ele cria. O cantador, ao narrar as desventuras e mesmo a morte, eterniza o que é demasiado humano, bem como a impossibilidade de se fugir do destino, pois mesmo a resignação parece estar envolta em certa sensação de abandono, de um homem-Sísifo que tem de tirar de si mesmo o alívio para sua dor, como a esperança de harmonizar o divino e o humano, no cenário tão dramático da vida sertaneja, algo sublimemente sintetizado nos versos de Corban: “Sol num seca meu pranto qui é preu refrescá meus péis.”

MARIA CECÍLIA DE MIRANDA NOGUEIRA COELHO * Pós-doutoranda no Núcleo de Estudos Antigos e Medievais da FALE/UFMG

Continue a Leitura >>

sábado, 14 de novembro de 2009

Silvio Jésse na Nobel

Está em exibição na Livraria Nobel, no Shopping Conquista Sul em Vitória da Conquista, a exposição do artista plástico conquistense Silvio Jessé. O artista é um dos mais talentosos da contemporaneidade baiana. Formado em Artes Plásticas na Universidade Federal da Bahia (UFBA), Silvio apresenta em seus temas preocupações e valorização com o homem sertanejo. O seu traço é conciso, resplandecente e revelador das agruras do que passam as criaturas que vivem nas regiões mais isoladas do nordeste brasileiro.

Continue a Leitura >>

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

O Sesc traz para Vitória da Conquista a 3ª etapa do Sonora Brasil

O Serviço Social do Comercio (Sesc) apresenta às 19 horas do próximo dia 17 de novembro, no Teatro Glauber Rocha (UESB), com entrada franca, a 3ª etapa do Sonora Brasil, com os violonistas Fabrício Mattos (Paraná) e Salomão Habib (Pará). Os músicos trazem ao público um panorama da obra violonística desenvolvida no país nas últimas décadas.
.
O projeto Sonora Brasil busca despertar no público um olhar crítico sobre a produção e sobre os mecanismos de difusão de música no país, incentivando novas práticas e novos hábitos de apreciação musical, promovendo apresentações de caráter essencialmente acústico que valorizam a pureza do som e a qualidade das obras e de seus intérpretes.

Continue a Leitura >>

domingo, 8 de novembro de 2009

Até quinta-feira vários eventos homegeiam Villa Lobos em Vitória da Conquista

Marcos Ferreira e João Omar em Concerto abriram a Semana Villa Lobos em Vitória da Conquista .
Um concerto a noite deste sábado, reuniu os músicos João Omar , (Cello e Violão) e Marcos Ferreira (Piano). Dezenas de pessoas lotaram a Capela Universitária São Vicente de Paula. O evento marcou a abertura da Semana Villa Lobos que estará prestando homenagens pelos 50 anos de sua morte, com várias atividades culturais até próxima quinta-feira (12). Confira abaixo a programação.

Tema: Villa e a Música de Câmera!
Dia 7, sábado, às 20h
Concerto com João Omar, Cello e Violão e Marcos Ferreira, piano.
Local: Capela Universitária São Vicente de Paula


Tema: Villa e o Canto Orfeônico!
Dia 9, segunda-feira, às 10h
Orfeão com as crianças atendidas pelos programas da Casa Rede de Atenção e Defesa da Criança e do Adolescente / Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social; e Banda Filarmônica da Prefeitura Municipal
Local: Palco da Praça Barão do Rio Branco


Tema: Villa e a Música Vocal!
Dia 10, terça-feira, às 19h
Encontro de Corais
Coordenação: Claudia Cavalvante
Local: Teatro Glauber Rocha da UESB


Tema: Villa e a Educação Musical!
Dia 11, quarta-feira, às 18h
Projeto de Pesquisa estudantil: Villa-Lobos – vida e obra!
Mesa com autoridades do município.
Debate: Novos Rumos da Educação Musical em Vitória da Conquista
Coordenação: Virgínia Coronago
Intervenção musical: Alunos do Curso de Leitura e Escrita Musical do IFBA
Local: Casa da Terceira Idade


Tema: O Homem Villa-Lobos!
Dia 12, quinta-feira, às 18h30min.
Sessão Especial: Janela Indiscreta Cine-Vídeo UESB
Filme: "Villa-Lobos - Uma Vida de Paixão", de Zelito Viana
Comentário: Emerson Di Mattos
Local: Casa da Terceira idade

Tema: Villa e os solistas!
Dia 12, quinta-feira, às 20h50min.
Concerto com alunos e professores: piano, violão e voz solistas, representantes dos diversos Conservatórios e Escolas de Música da cidade.
Local: Casa da Terceira Idade

EXPOSIÇÃO DE INSTRUMENTOS MUSICAIS FABRICADOS NA REGIÃO
Luthier: Noel Pereira
Dias 11 e 12
Local: Casa da Terceira Idade
Contatos:

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA
Campus Vitória da Conquista

Av. Amazonas, nº 3.150, Bairro Zabelê – Vitória da Conquista - Ba, CEP 45.030-220
Tel: (0xx77) 3426-2271/5211 – Fax: (0xx77) 3426-2421
Coordenação de Comunicação
E-mails: ccoms.conquista@gmail.com/ conquista@cefetba.br / mferreira@cefetba.br

Continue a Leitura >>

Adriane Weissheimer mostra o seu talento no Tom da Terça

Adriane Weissheimer traz em sua voz uma pura suavidade que combina com a música brasileira. Recentemente conferimos uma apresentação da artista no Café Socity nos maravilhamos com o vasto repertório. Parabéns aos organizadores do projeto Tom da Terça por mostrar Adriane ao público conquistense.
.
.

Continue a Leitura >>

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Livro POLOP será lançado nesta quinta-feira em Vitória da Conquista

Será lançado na próxima quinta-feira (5) às 17 horas, no Museu Pedagógico da UESB, localizado na Praça Sá Barreto e às 19 horas na Livraria Letras e Prosas (Rua Siqueira Campos) - o lançamento do livro “POLOP - Uma Trajetória de Luta Pela Organização Independente da Classe Operária no Brasil”, com as presenças e apresentações dos professores: Doutor Ruy Medeiros, Doutor José Raimundo Fontes e Orlando Miranda do Centro de Estudos Victor Meyer de Salvador.
.
A obra é uma coletânea de textos elaborados pela referida Organização durante a sua intervenção nas lutas sociais do País entre as décadas de 60 a 80. A iniciativa insere-se dentro de um conjunto de atividades planejadas pelo Centro de Estudos Victor Meyer (CVM) para comemoração dos 50 anos de fundação da Organização Revolucionária Marxista, Política Operária, mais conhecida como POLOP, o que ocorrerá em janeiro de 2011.
.

Continue a Leitura >>

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Mergulho em si mesmo

Elvarlinda Jaridm, Momentos de Reflexão

.
Todos os seres humanos são fadados ao progresso. Entretanto, por serem senhores de suas ações, muitas vezes, deixam-se conduzir por arrufos impensados, causando conseqüências dolorosas à sua vida e à de outras pessoas. Movidos pela vaidade e pelo orgulho, acreditam-se no direito de agir à revelia, sem medir as conseqüências. E, em função disso, transformam-se em vítimas de suas próprias atitudes. Os distúrbios emocionais, as doenças físicas, os conflitos íntimos, nada mais são do que manifestações autênticas de tais comportamentos. Insatisfeitos, jogam-se no mundo à procura de paz. Entretanto, antes de se buscar a paz no mundo, é necessário que a promova em si mesmo, que é o ponto de partida para a expansão do universo individual.

Que a Paz se faça em ti

Continue a Leitura >>

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Inefável

Ian Lima
.
A praia como deserto
Atrás de mim as tolices já inertes e a apoteótica estupidez do mundo
Eu abraço os joelhos
Fixo o olhar no horizonte inexaurível
O devir que está em tudo é a regência da vida
O futuro não existe, penso
E eu vejo uma luz suave vindo
A lembrança vem flutuando
Oh, deixe-me entrar
Minha nostalgia me derrama os olhos
Abra


Comecemos novamente
Penetra o vôo do delírio
Me dê a mão e venha comigo
Segure
Não escapa a lembrança por poros do corpo
Segure seu coração e venha comigo para uma cachoeira
Pensar nas nossas coisas boas e nunca olhar pra trás
O que eu devo fazer?
Se eu não tive você

O que eu devo fazer?
Se eu não tive você

Venha comigo pela cachoeira
Uma tarde inefável e ao final
Não é nada.
Isso não é nada.

O poeta Ian Lima é estudante de letras vernáculas da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, escreve desde os 14 anos de idade e atualmente, com 21, tenta lançar seu primeiro livro de poesia. Faz parte, também, do grupo poético que se encontra divulgado em: www.candeeirocafe.wordpress.com

Continue a Leitura >>

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

A pintora e escritora, Elvarlinda Jardim, expõe seus quadros na Agência de Desenvolvimento em Vitória da Conquista


Está em exibição no foyer da Agência de Desenvolvimento, Trabalho e Renda, (Avenida Bartolomeu de Gusmão no Antigo CEMAE) a exposição artista plástica Elvarlinda Jardim. A obra é composta de quadros em óleo sobre tela que retratam paisagens características do Nordeste e imagens criadas pela pintora Elva, como é mais conhecida. Confira a íntegra da matéria

Continue a Leitura >>

Primeiros Passos

Elvarlinda Jardim, Momentos de Reflexão

.
Imbuídos da necessidade de crescimento moral e espiritual, os seres humanos vêm buscando caminhos diversos, numa luta árdua e contínua, conforme suas tendências e necessidades.
.
Trazendo em si valores adquiridos ao longo da vida, à proporção que surge o amadurecimento, o espírito, sedimentado pelas experiências vividas, demonstra, através das ações e das atitudes, a vontade de superar a si mesmo.
.
No âmbito familiar, onde cada um se prepara para uma nova realidade, é que acontecem as primeiras manifestações de adiantamento ou de sua condição ainda endurecida. Com dificuldades ou não, cada passo dado será o reflexo dos seus anseios, do domínio sobre si mesmo e da vontade manifestada, Suas atitudes serenas ou os arrufos tempestivos serão os primeiros sinais que indicarão a firmeza ou a fragilidade do seu caráter. Portanto, é o caminhar seguro que garantirá a vitória e a certeza da paz no futuro.

Continue a Leitura >>

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Teu poema

Por JeanCláudio

.
Venho sustentar o texto
Da textura de minha pele
Minha textura da fala
Duro membro, uma letra...
A sussurrar um poema safado
Um poema molhado
Um poema corrido, lento
Um poema manso na corredeira
Um poema Vinícius
Um poema bebido
Um poema fumado
Um poema da companheira do meu sustento,
Meu chão e papel, minha janela
Um poema não anunciado nas vivendas dos botequins
Um poema vivido nas cordilheiras de cabelos, nuvens brancas esparsas
Um poema de cheiro
Um poema de rastros
Um poema nunca terminado

Nos lençóis da fala, a lacrimejar uma alegria
Que sussurra o poema do mato, nunca findo
Um poema de amor
Um poema Vinícius
Sussurradamente como grilo na grande cidade
Meu poema,

Que a noite escuta e cuida
E renasce a cada amanhecer

Quando reabro meus olhos
Como grilo a revirar com seu canto, à noite
Vejo
Descobrindo o poema nunca terminado
O poema de amor
O poema, por assim dizer,
Meu poema que sussurro
Um poema molhado
Um poema corrido, lento
Um poema manso na corredeira
Um poema manso e safado do fim.

JeanCláudio

Continue a Leitura >>

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Cacau em fotografias

Estará em exibição a partir do dia 22 de outubo até 2 de novembro, Shopping Conquista Sul em Vitória da Conquista, a mostra fotográfica “Cacau Bahia” de autoria da artista visual paulista Néia Rosseto. A fotógrafa, que também é jornalista, registrou as imagens desde o plantio até a armazenagem do cacau colhido no Sul da Bahia.

.

Continue a Leitura >>

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Música e obra de arte na Fainor

A Fainor recebe na próxima quinta-feira (22) a exposição Cores e Cordas, de autoria dos artistas conquistenses Bazé e Noel, que também estarão cantando e tocando um vasto repertório de música brasileira.

Continue a Leitura >>

domingo, 18 de outubro de 2009

Tudo é natural

Elvarlinda Jardim, Momentos de Reflexão
.
Aparentemente, tudo parecerá novo, tudo será festa, entusiasmo, euforia. É fluxo natural de todo ser humano que visualiza mil possibilidades de renovação, de conquistas, de esperanças, de realizações que, até então, não foram alcançadas. Mas, na verdade, tudo é seqüência, é continuidade. Fatos acontecerão, outros deixarão de ser. A rotina que para uns é constante,para outros continuará ou não, a depender da força de vontade e do nível de perseverança. As alegrias permanecerão, conforme as formas como foram conseguidas. Os seres humanos continuarão seres humanos, com seus defeitos e qualidades, mas continuarão como tais. Uns passarão, outros ficarão.

Novos encontros, novas amizades. Saudade que fica, saudade que vai. Aqui e alí, Uns e outros, na intimidade dos seus pensamentos, com o coração e a alma sedentos de sonhos e desejos para que a vida de todos se transforme em alegrias, mesmo com suas pequenas dificuldades.

Trilhar os caminhos da vida, sejam eles como sejam, são oportunidades cedidas por Deus, atendendo aos anseios de cada Ser.

Continue a Leitura >>

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Antídotos para a alma

Elvarlinda Jardim, Momentos e Reflexão
.
Ames o quanto podes, para que o teu dia seja iluminado pela estrela da paz! Sigas as trilhas do bem, para que os frutos que te cheguem sejam saudáveis e benfazejos. Não temas por dar um afeto, para que as marcas da amargura se afastem o mais distante de ti. Não te acanhes em tocar o outro sedento de alento, pois nele poderás ter o aconchego contra dores vindouras. Um bom Dia? Ah! Um bom dia adocicado por um sorriso, não te acanhes em oferecê-lo, pois pode estar sendo esperado sem que tu o saibas. Um gesto que seja, de ternura, não o amorteças, para que o vigor da vida sempre te envolva a alma. Cantes, brinques, sorrias, vivas o quanto queres, mas sempre visando a paz de quem te cerca. Semeies paz para que colhas felicidade! Passes certezas, para que colhas verdades. Does amor, para que recebas bem aventuranças.
Ame! Ame! Ame!!!!!!!!!!!

Continue a Leitura >>