A partir do dia 1º de julho deste ano, começa a valer nova metodologia de avaliação de policiais rodoviários federais. Cada ação dos policiais será registrada em um relatório, reportado aos chefes das delegacias e os motoristas também participarão das avaliações.
O desempenho dos policiais rodoviários federais não será mais avaliado por pontos. O sistema, que, segundo a categoria, poderia criar uma indústria de multas, foi revogado. A mudança dos novos critérios foi publicada em boletim interno da Polícia Rodoviária Federal (PRF).
A mudança na forma de avaliação permitirá que os usuários das rodovias também avaliem os policiais. A cada seis meses, a chefia da PRF vai ligar para algumas pessoas que tiveram os nomes e telefones anotados nos relatórios para verificar a qualidade dos serviços prestados.
As alterações foram aprovadas depois de ação movida por policiais rodoviários federais que revelou o risco do surgimento de uma indústria de multas no país. A associação condenava uma portaria que atribuía pontos de 1 a 100 ao trabalho dos policiais, inclusive na aplicação de multas. Quanto mais pontos, mais promoções, escolha da data das férias e participação em cursos de qualificação.
De acordo com Gilson Montes, advogado da associação dos policiais, a decisão da PRF não anula os pontos acumulados de janeiro a junho. "Os que estavam em primeiro colocado ou segundo e tiverem, por exemplo, períodos de férias já vencidos, serão beneficiados na escolha da data", diz Montes. (Jornale)
O desempenho dos policiais rodoviários federais não será mais avaliado por pontos. O sistema, que, segundo a categoria, poderia criar uma indústria de multas, foi revogado. A mudança dos novos critérios foi publicada em boletim interno da Polícia Rodoviária Federal (PRF).
A mudança na forma de avaliação permitirá que os usuários das rodovias também avaliem os policiais. A cada seis meses, a chefia da PRF vai ligar para algumas pessoas que tiveram os nomes e telefones anotados nos relatórios para verificar a qualidade dos serviços prestados.
As alterações foram aprovadas depois de ação movida por policiais rodoviários federais que revelou o risco do surgimento de uma indústria de multas no país. A associação condenava uma portaria que atribuía pontos de 1 a 100 ao trabalho dos policiais, inclusive na aplicação de multas. Quanto mais pontos, mais promoções, escolha da data das férias e participação em cursos de qualificação.
De acordo com Gilson Montes, advogado da associação dos policiais, a decisão da PRF não anula os pontos acumulados de janeiro a junho. "Os que estavam em primeiro colocado ou segundo e tiverem, por exemplo, períodos de férias já vencidos, serão beneficiados na escolha da data", diz Montes. (Jornale)








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