Barack Obama e a Sociedade Protetora dos Animais
Hoje pela manhã, por um breve momento, o mundo inteiro sorriu. É que o presidente americano Obama, em meio a uma entrevista na Casa Branca, depois de se sentir perturbado pela presença de uma mosca impertinente, abusou do poder que tem como presidente da maior economia do mundo e desferiu um golpe mortal no pobre inseto. Matar moscas é um fato absolutamente normal. Mas do jeito que o presidente fez, a coisa se tornou hilária. O Sr. Collor de Mello (Deus me perdoe pela menção desse nome) já apareceu nas televisões daqui matando mosca. Só que o presidente brasileiro, como é de sua índole, comprou um instrumento para esse fim e além do que adquiriu e pôs em gabinete uma máquina para torrar insetos. No caso do presidente americano, chefe da mais potente nação do mundo, a coisa ganha contornos histriônicos. Certamente, se a coisa fosse aqui, no Brasil, Obama seria convidado por uma comissão mista do congresso para dar explicações sobre a sua atitude. E tem mais: A Sociedade Protetora dos Animais o processaria pelo ato de violência cometida contra o díptero.
A cena foi reveladora de alguns detalhes que a gente não pode deixar de comentar. O primeiro deles é que Obama mais uma vez dá provas de que não está nem aí para a solenidade do cargo (gosto disso). Com ele pau é pau, e pedra, pedra. Outro aspecto a ser revelado é a espontaneidade com que se manifesta diante das situações. O homem não é nada dissimulado. Há poucos dias, falando em uma Universidade americana, foi interrompido por alguém do auditório que refutava suas posições pró-aborto. Não se fingiu de mouco. Imediatamente travou um diálogo com o sujeito e o que se viu foi um orador loquaz triturando o contestador. A retórica de Obama é afiadíssima. No Brasil gostamos de dizer: O homem é preparado.
Mas voltando à mosca. O que será que o cerimonial e chefe da limpeza da Casa Branca vão dizer ao Obama. Não sei se ele tem o estopim curto, mas bem que o pessoal responsável pela conservação da residência do presidente da maior nação do mundo, merece um pito.
Imagino Obama, falando com o chefe do cerimonial: “Olha aqui, seu fulano, da próxima vez que eu estiver dando uma entrevista aqui no salão da Casa Branca e me aparecer uma mosca, demito todos vocês!”.
Se fosse no Ceasa ou num botequim de uma das nossas periferias, tudo bem. Mas dentro da Casa Branca, o presidente americano matando mosca, isso é demais!.
Penso cá comigo. Se fosse com Hitler, hoje à tarde todos os serviçais da residência do presidente americano estariam na cadeira elétrica ou num pelotão de fuzilamento. O nazista não teria dó. Com Stalin, o pessoal seria fuzilando dentro da cozinha. Mas com Obama, a coisa, pelo menos aparentemente, ganhou representação humorística e adeus Bahia.
Não podemos nos esquecer, todavia, que certas cenas são prá deixar todo mundo encabulado. A princesa Anny, filha da Rainha Elizabeth estava assistindo a um derby (corrida de cavalos) em Londres, quando de repente foi flagrada por um dos paparazzi (aqueles fotógrafos sacanas) presentes ao evento. A princesa, coitada, estava envolvida com uma meleca que insistia em não desgrudar do nariz (ô sufoco, coitada!). E o sem vergonha do paparazzi fotografou toda a sequência em que a princesa “lutava” para se desvencilhar da catôta (secreção nasal ressequida). Se não estou enganado, o fotógrafo ganhou recebeu um processo na caixa dos peitos por causa disso. Como o Obama é um cara bacana, a coisa se encerrou com o próprio presidente pedindo ao cinegrafista para mostrar ao mundo a mosca morta ao chão e sua agilidade para resolver pequenos problemas. È isso aí.
Hoje pela manhã, por um breve momento, o mundo inteiro sorriu. É que o presidente americano Obama, em meio a uma entrevista na Casa Branca, depois de se sentir perturbado pela presença de uma mosca impertinente, abusou do poder que tem como presidente da maior economia do mundo e desferiu um golpe mortal no pobre inseto. Matar moscas é um fato absolutamente normal. Mas do jeito que o presidente fez, a coisa se tornou hilária. O Sr. Collor de Mello (Deus me perdoe pela menção desse nome) já apareceu nas televisões daqui matando mosca. Só que o presidente brasileiro, como é de sua índole, comprou um instrumento para esse fim e além do que adquiriu e pôs em gabinete uma máquina para torrar insetos. No caso do presidente americano, chefe da mais potente nação do mundo, a coisa ganha contornos histriônicos. Certamente, se a coisa fosse aqui, no Brasil, Obama seria convidado por uma comissão mista do congresso para dar explicações sobre a sua atitude. E tem mais: A Sociedade Protetora dos Animais o processaria pelo ato de violência cometida contra o díptero.
A cena foi reveladora de alguns detalhes que a gente não pode deixar de comentar. O primeiro deles é que Obama mais uma vez dá provas de que não está nem aí para a solenidade do cargo (gosto disso). Com ele pau é pau, e pedra, pedra. Outro aspecto a ser revelado é a espontaneidade com que se manifesta diante das situações. O homem não é nada dissimulado. Há poucos dias, falando em uma Universidade americana, foi interrompido por alguém do auditório que refutava suas posições pró-aborto. Não se fingiu de mouco. Imediatamente travou um diálogo com o sujeito e o que se viu foi um orador loquaz triturando o contestador. A retórica de Obama é afiadíssima. No Brasil gostamos de dizer: O homem é preparado.
Mas voltando à mosca. O que será que o cerimonial e chefe da limpeza da Casa Branca vão dizer ao Obama. Não sei se ele tem o estopim curto, mas bem que o pessoal responsável pela conservação da residência do presidente da maior nação do mundo, merece um pito.
Imagino Obama, falando com o chefe do cerimonial: “Olha aqui, seu fulano, da próxima vez que eu estiver dando uma entrevista aqui no salão da Casa Branca e me aparecer uma mosca, demito todos vocês!”.
Se fosse no Ceasa ou num botequim de uma das nossas periferias, tudo bem. Mas dentro da Casa Branca, o presidente americano matando mosca, isso é demais!.
Penso cá comigo. Se fosse com Hitler, hoje à tarde todos os serviçais da residência do presidente americano estariam na cadeira elétrica ou num pelotão de fuzilamento. O nazista não teria dó. Com Stalin, o pessoal seria fuzilando dentro da cozinha. Mas com Obama, a coisa, pelo menos aparentemente, ganhou representação humorística e adeus Bahia.
Não podemos nos esquecer, todavia, que certas cenas são prá deixar todo mundo encabulado. A princesa Anny, filha da Rainha Elizabeth estava assistindo a um derby (corrida de cavalos) em Londres, quando de repente foi flagrada por um dos paparazzi (aqueles fotógrafos sacanas) presentes ao evento. A princesa, coitada, estava envolvida com uma meleca que insistia em não desgrudar do nariz (ô sufoco, coitada!). E o sem vergonha do paparazzi fotografou toda a sequência em que a princesa “lutava” para se desvencilhar da catôta (secreção nasal ressequida). Se não estou enganado, o fotógrafo ganhou recebeu um processo na caixa dos peitos por causa disso. Como o Obama é um cara bacana, a coisa se encerrou com o próprio presidente pedindo ao cinegrafista para mostrar ao mundo a mosca morta ao chão e sua agilidade para resolver pequenos problemas. È isso aí.







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