Por Francisco Silva Filho
Hoje, 07 de maio de 2009 como em qualquer outro ano que já passou, assim como, os que advirão, foi, é, e sempre será festejado o dia do silêncio. O silêncio sempre foi interpretado no direito como consentimento tácito, entretanto, no nosso mundo contemporâneo, o silêncio, a grosso modo, não é visto como uma face oculta da sabedoria. Há um provérbio que diz: “A palavra vale prata; o silêncio vale ouro”.
No mundo da política, faz bem aquele que se porta como um bom mineirinho; a bravata, além de quebrar o silêncio grosseiramente, nos induz ao engano. Na nossa vida prática, o silêncio sempre será visto como algo inatingível. A sabedoria dos orientais nos ensina que o silêncio é um exercício; os monges Shaolins e Tibetanos são os mestres. Eles, com as suas sabedorias, fizeram ver ao mundo que, nascemos com dois orifícios chamados ouvidos, outros dois orifícios chamados olhos e, um e único orifício chamado boca. Não é porque a boca seja maior que os outros quatro orifícios juntos que devemos colocá-la a desserviço da nossa harmonia com o universo.
Na nossa vida cotidiana, trabalho casa, casa trabalho; fica-nos impossível cultuarmos o silêncio. Como pode neste dia tão sugestivo o feirante se calar, como poderá ele vender os seus produtos? Nas CEASAS por este Brasil a fora não se pode conceber um só segundo de silêncio; o mesmo, não se pode imaginar no comércio lojista, pracista, de ambulantes e de camelôs fazendo o exercício do silêncio neste dia mundial a ele dedicado.
O dia do silêncio pode ser a qualquer dia; a Igreja Católica consagrou o dia do silêncio na Sexta-Feira Santa. Nós podemos e devemos consagrá-lo a todo dia e a todo instante; principalmente, se somos nós os responsáveis pelo barulho e poluição sonora que experimentamos todos os dias e todos os instantes no nosso meio ambiente. Você já experimentou a sensação de não ter nenhum barulho por perto? Segundo o filósofo William James, o exercício do silêncio é tão importante quanto à prática da palavra; entretanto, que seja essa palavra de sábio aproveitamento.
O dia de hoje é também consagrado ao profissional da oftalmologia. O oftalmo com o exercício da sua profissão deixa a claro o que podemos e o que não podemos com a nossa boca colocarmos aos bate-bocas e ti-ti-tis dos menos acostumados com o exercício do ver e ouvir para aprender e, falar para apaziguar e ensinar!
Francisco Silva Filho – Curitiba-PR
No mundo da política, faz bem aquele que se porta como um bom mineirinho; a bravata, além de quebrar o silêncio grosseiramente, nos induz ao engano. Na nossa vida prática, o silêncio sempre será visto como algo inatingível. A sabedoria dos orientais nos ensina que o silêncio é um exercício; os monges Shaolins e Tibetanos são os mestres. Eles, com as suas sabedorias, fizeram ver ao mundo que, nascemos com dois orifícios chamados ouvidos, outros dois orifícios chamados olhos e, um e único orifício chamado boca. Não é porque a boca seja maior que os outros quatro orifícios juntos que devemos colocá-la a desserviço da nossa harmonia com o universo.
Na nossa vida cotidiana, trabalho casa, casa trabalho; fica-nos impossível cultuarmos o silêncio. Como pode neste dia tão sugestivo o feirante se calar, como poderá ele vender os seus produtos? Nas CEASAS por este Brasil a fora não se pode conceber um só segundo de silêncio; o mesmo, não se pode imaginar no comércio lojista, pracista, de ambulantes e de camelôs fazendo o exercício do silêncio neste dia mundial a ele dedicado.
O dia do silêncio pode ser a qualquer dia; a Igreja Católica consagrou o dia do silêncio na Sexta-Feira Santa. Nós podemos e devemos consagrá-lo a todo dia e a todo instante; principalmente, se somos nós os responsáveis pelo barulho e poluição sonora que experimentamos todos os dias e todos os instantes no nosso meio ambiente. Você já experimentou a sensação de não ter nenhum barulho por perto? Segundo o filósofo William James, o exercício do silêncio é tão importante quanto à prática da palavra; entretanto, que seja essa palavra de sábio aproveitamento.
O dia de hoje é também consagrado ao profissional da oftalmologia. O oftalmo com o exercício da sua profissão deixa a claro o que podemos e o que não podemos com a nossa boca colocarmos aos bate-bocas e ti-ti-tis dos menos acostumados com o exercício do ver e ouvir para aprender e, falar para apaziguar e ensinar!
Francisco Silva Filho – Curitiba-PR








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