Continuação do artigo
XX
“Uma Droga que Engana”
“Uma Droga que Engana”
XX
por Alberto David
Droga ilícita é droga ilícita.O uso da maconha não pode ser comparado ao uso do cigarro de fumo ou álcool em pequenas quantidades, como já dissemos na primeira parte deste artigo. Claro. O tabaco é prejudicial à saúde, mas não age na mente, provocando euforia, perturbações cerebrais, alucinações e delírios. E é justamente isso que faz a diferença. Quem consome esse produto busca um prazer ou o faz por ostentação. Já a pessoa que fuma maconha tem como finalidade alcançar um estado diferente do normal e, aí, é onde está o verdadeiro perigo, pois pode suscitar o hábito de fuga para a vida toda. O indivíduo que consome álcool, em excesso, está sujeito a complicações em sua habilidade motora, dentre outros problemas.
Mas aqui, neste artigo, iremos focar os problemas que envolvem o uso da maconha. A verdade é que a maioria dos usuários dessa substância revela que existe neles uma deficiência psicológica, ou existe fraqueza suficiente para não enfrentar as suas dificuldades naturais, ou são uns inconseqüentes.
Quanto mais os jovens tornam-se usuários freqüentes de maconha, mais os amigos vão se afastando e os seus planos, de chegarem a uma faculdade, ou a uma colocação de prestígio no mercado de trabalho, podem estar comprometidos. Enfim, porque a sociedade se opõe aos usuários de droga, havendo, portanto, uma rejeição mais acentuada das pessoas que enfrentam os problemas e as dificuldades da vida de mente sóbria e sem subterfúgios. Já nos meios universitários nota-se que não há tanta rejeição e censura. Muitos fumam mais por um status intelectual. Maconha não é extensão de curso e nem cultura. Maconha é droga. É dever dos professores instruir os alunos para lutarem contra as drogas. Um detalhe, muitos jovens se iniciam na maconha dentro do campus universitário. Por outro lado, os usuários são aceitos pelos seus companheiros, também usuários, que têm o mesmo hábito de fugir da realidade, reforçando que fumar maconha é coisa certa, a partir daí a maconha é uma das coisas mais importantes na vida deles.
Uma das possíveis explicações para fatos como esses é a falsa concepção de que a maconha é uma droga leve, sem muitas conseqüências para a saúde do viciado.
Maconha é droga que engana.
Quando um usuário de maconha passa a ter sucesso na vida, alguns até alcançando destaque no cenário nacional, torna-se objeto de referência para o grupo. Acreditam que se fulano venceu, apesar de fumar maconha, cada um pode vencer também, e se fracassar não será por causa da maconha. Ledo engano.
Primeiro, nem todos os usuários de maconha que chegaram ao sucesso, de certo, já não usavam mais a droga. Segundo, e os que alcançaram o sucesso, por via de regra, fumando maconha têm grandes chances de perderem o que conquistaram, apesar de que essas conclusões não podem ser avaliadas de imediato. Muito distante disso, as estatísticas mostram que usuários crônicos perdem a ambição. Alguns ficam bobos, outros lerdos e bambos. Dificilmente chegam a um futuro promissor, alguns podendo até experimentar o flagelo. É bom frisar que quanto mais jovem uma pessoa começar a fumar maconha maior é a probabilidade de ela desenvolver o vício e sérias doenças mentais no futuro. Isso vale também para quem fuma maconha durante um longo tempo.
Alguns autores acham que damos menos atenção aos danos causados pela maconha, porque os seus efeitos nocivos não são tão óbvios quanto os de outras drogas. No entanto, nos últimos anos aceleraram as novas pesquisas sobre os efeitos da maconha. Esse tema é particularmente importante para profissionais de saúde mental, pois os maiores prejuízos relacionados ao uso da maconha são os transtornos mentais.
John Walters, um ferrenho combatente das drogas, disse a jornalistas que” novos dados coletados nos Estados Unidos e no exterior demonstraram que a maconha, freqüentemente, é vista erroneamente como uma droga “segura”, particularmente durante a adolescência, podendo levar à depressão, esquizofrenia e a pensamentos suicidas”. Outro estudo feito pela SAMHSA destacou que, em 2002 e 2003, 13% dos jovens de 18 anos, ou menos, os quais informaram ter usado maconha foram classificados como portadores de sérias doenças mentais. As autoridades americanas citaram, ainda, um estudo britânico, segundo o qual uma em quatro pessoas tem um perfil genético que faz com que a maconha desate desordens psicóticas.
A maconha é extraída de uma planta de origem oriental denominada marijuana, cujo cultivo se espalhou pelo mundo inteiro. Começou a ser usada há cerca de 3.000 anos na China. Por volta de 1.850, começou a ser usada na Europa. O tetrahidrocanabinol (THC) é uma das quatro mil substâncias químicas presentes na maconha.
Diga-se de passagem, a maconha brasileira é uma das piores do mundo. A maconha de hoje não chega nem perto, em comparação com a maconha dos anos 60, em THC. A maconha fabricada atualmente tem 7 THC, podendo chegar a 25. Pior, andam “batizando” a maconha com o crack, dando o nome de mega. A depender da potencialidade em THC, a maconha pode fritar o cérebro, como é o caso de Skank, outra espécie cultivada de maconha que chega a 35 THC.
O THC pode ser encontrado nos exames regulares de urina, por vários dias, depois do consumo da maconha. Nos casos das pessoas que fumam em excesso a maconha, podemos encontrar restos das substâncias, inclusive várias semanas depois de elas terem parado de usar a droga.
Segundo estudos médicos, os efeitos da maconha, após as primeiras tragadas, são os seguintes: coração acelera, apresenta dificuldades na coordenação do movimento e do equilíbrio, a pupila se dilata, por isso ficam os olhos ficam avermelhados, em alguns casos, aumentando, também, a pressão sanguínea, há uma duplicação do ritmo cardíaco, levando a pessoa a sentir intoxicação, boca seca e reações ou reflexões lentas. No organismo, a droga leva aos pulmões toxinas, como o alcatrão, que prejudica o aparelho respiratório, e o THC, segue para a circulação sanguínea. Parte do THC chega ao estômago, fígado e, depois, aos rins. Outra parte, chega ao baço, onde reduz a produção de linfócitos e enfraquece o sistema de defesa do organismo, baixa a testosterona, podendo provocar infertilidade temporária. No cérebro, o THC provoca letargia, redução no controle dos movimentos e desorientação espacial e temporal. No hipocampo, reduz-se a atividade de neurônios relacionados à memória de curto prazo. No córtex cerebral, onde regula a percepção pelos sentidos, o THC pode promover alterações transitórias nas sensações pelo tato, visão e audição. A substância psicoativa da maconha estimula também o aumento da produção de serotonina – a substância que mais atrai os usuários de drogas.
Os efeitos da maconha dependem também do estado psicológico da pessoa, do ambiente, do momento da vida e das pessoas ao redor dela. Tudo isso são coisas que podem determinar a “viagem”, segundo relatos de fumantes, os quais assim se expressam: “os pensamentos acontecem em vários níveis simultaneamente o que quase sempre leva à conclusão e à incapacidade de coordenar as idéias. Sensações de que o mundo está diferente, distante ou de que houve uma mudança em si mesmo, como se não fosse a mesma pessoa ou se estivesse sonhando”. Tudo parece motivo para risos, que muitas vezes se transformam em crises intermináveis de gargalhadas. Pensamentos profundos vêm à mente e acham que fizeram importantes descobertas filosóficas, mas quando passa o efeito da maconha, eles vêem que não há importância nenhuma nas suas elucubrações. Conversações, entre drogados com maconha, costumam chegar a um ponto em que todos esquecem o assunto discutido.
Muitos sentem uma obsessão por comida. A música também é outra obsessão do usuário da droga, devido à audição apurada e, por aí, seguem a “viagem”.
Outros experimentam sensações opostas, como aumento da ansiedade, da depressão e da paranóia, que podem evoluir para o pânico. Após a fase estimulante, vem o sono e a letargia.
Maconha é droga que engana.
É fácil reconhecer quando um jovem está envolvido com a droga, principalmente os usuários crônicos, entre vários sintomas destacam o isolamento, a chamada síndrome “do não me amola”, “do me deixa em paz” e a síndrome “do excluído”. Há também mudanças abruptas e inexplicáveis de humor, palavras inexpressivas. E outras coisas podem indicar o uso da maconha, tais como: papéis para enrolar cigarro, o desodorante de ambiente, colírios, caixas de fósforo espalhados aleatoriamente etc. Essas constatações vêm revelar que a vigilância adequada dos pais pode reduzir a probabilidade do uso futuro de drogas, entre jovens que têm tendência para usar maconha.
O professor-cientista Anthony Wong, estudioso da maconha, declarou que “muita gente diz que maconha não faz mal e não vicia. Afirma que a dependência é apenas psicológica e que, portanto o usuário consegue abandonar a droga quando quiser. Quem pensa assim está enganado” e acrescenta: “[...] é claro que, depois de certa idade, alguns trocam a maconha por outros interesses, mas, infelizmente, alguns a substituem por drogas pesadas.”
Mas ao contrário dessas opiniões, a exemplo de Bob Marley, a maconha era uma erva sagrada com grande poder espiritual e capacidade de ampliar consciência - uma incoerência destoante (desculpe a redundância). Marley acreditava nisso e foi aí que o regaae desafinou.
Foi através de Bob Marley, nos anos 70, (nessa época, a força de sua obra, fincada nas raízes da música negra, o comentário social e as letras de suas canções, fizeram dele a estrela maior dos três continentes), que o incipiente movimento de legitimar a maconha ganhou novo impulso.
Bob Marley morreu de câncer cerebral, deixou onze filhos e a sua canção “WO WOMAN NO CRY”, entre outros sucessos mundiais.
E fico me perguntando como Marley pôde ter se enganado tanto.
Fica na constelação uma estrela. No azul do céu enfumaçado.
Jovens, acordem para a vida, enfrentem seus problemas e as dificuldades da vida de mente sóbria. Experimentem o sabor da vitória pelo seu próprio esforço. É a vitória que vale. É um equívoco usar drogas.
por Alberto David
Droga ilícita é droga ilícita.O uso da maconha não pode ser comparado ao uso do cigarro de fumo ou álcool em pequenas quantidades, como já dissemos na primeira parte deste artigo. Claro. O tabaco é prejudicial à saúde, mas não age na mente, provocando euforia, perturbações cerebrais, alucinações e delírios. E é justamente isso que faz a diferença. Quem consome esse produto busca um prazer ou o faz por ostentação. Já a pessoa que fuma maconha tem como finalidade alcançar um estado diferente do normal e, aí, é onde está o verdadeiro perigo, pois pode suscitar o hábito de fuga para a vida toda. O indivíduo que consome álcool, em excesso, está sujeito a complicações em sua habilidade motora, dentre outros problemas.
Mas aqui, neste artigo, iremos focar os problemas que envolvem o uso da maconha. A verdade é que a maioria dos usuários dessa substância revela que existe neles uma deficiência psicológica, ou existe fraqueza suficiente para não enfrentar as suas dificuldades naturais, ou são uns inconseqüentes.
Quanto mais os jovens tornam-se usuários freqüentes de maconha, mais os amigos vão se afastando e os seus planos, de chegarem a uma faculdade, ou a uma colocação de prestígio no mercado de trabalho, podem estar comprometidos. Enfim, porque a sociedade se opõe aos usuários de droga, havendo, portanto, uma rejeição mais acentuada das pessoas que enfrentam os problemas e as dificuldades da vida de mente sóbria e sem subterfúgios. Já nos meios universitários nota-se que não há tanta rejeição e censura. Muitos fumam mais por um status intelectual. Maconha não é extensão de curso e nem cultura. Maconha é droga. É dever dos professores instruir os alunos para lutarem contra as drogas. Um detalhe, muitos jovens se iniciam na maconha dentro do campus universitário. Por outro lado, os usuários são aceitos pelos seus companheiros, também usuários, que têm o mesmo hábito de fugir da realidade, reforçando que fumar maconha é coisa certa, a partir daí a maconha é uma das coisas mais importantes na vida deles.
Uma das possíveis explicações para fatos como esses é a falsa concepção de que a maconha é uma droga leve, sem muitas conseqüências para a saúde do viciado.
Maconha é droga que engana.
Quando um usuário de maconha passa a ter sucesso na vida, alguns até alcançando destaque no cenário nacional, torna-se objeto de referência para o grupo. Acreditam que se fulano venceu, apesar de fumar maconha, cada um pode vencer também, e se fracassar não será por causa da maconha. Ledo engano.
Primeiro, nem todos os usuários de maconha que chegaram ao sucesso, de certo, já não usavam mais a droga. Segundo, e os que alcançaram o sucesso, por via de regra, fumando maconha têm grandes chances de perderem o que conquistaram, apesar de que essas conclusões não podem ser avaliadas de imediato. Muito distante disso, as estatísticas mostram que usuários crônicos perdem a ambição. Alguns ficam bobos, outros lerdos e bambos. Dificilmente chegam a um futuro promissor, alguns podendo até experimentar o flagelo. É bom frisar que quanto mais jovem uma pessoa começar a fumar maconha maior é a probabilidade de ela desenvolver o vício e sérias doenças mentais no futuro. Isso vale também para quem fuma maconha durante um longo tempo.
Alguns autores acham que damos menos atenção aos danos causados pela maconha, porque os seus efeitos nocivos não são tão óbvios quanto os de outras drogas. No entanto, nos últimos anos aceleraram as novas pesquisas sobre os efeitos da maconha. Esse tema é particularmente importante para profissionais de saúde mental, pois os maiores prejuízos relacionados ao uso da maconha são os transtornos mentais.
John Walters, um ferrenho combatente das drogas, disse a jornalistas que” novos dados coletados nos Estados Unidos e no exterior demonstraram que a maconha, freqüentemente, é vista erroneamente como uma droga “segura”, particularmente durante a adolescência, podendo levar à depressão, esquizofrenia e a pensamentos suicidas”. Outro estudo feito pela SAMHSA destacou que, em 2002 e 2003, 13% dos jovens de 18 anos, ou menos, os quais informaram ter usado maconha foram classificados como portadores de sérias doenças mentais. As autoridades americanas citaram, ainda, um estudo britânico, segundo o qual uma em quatro pessoas tem um perfil genético que faz com que a maconha desate desordens psicóticas.
A maconha é extraída de uma planta de origem oriental denominada marijuana, cujo cultivo se espalhou pelo mundo inteiro. Começou a ser usada há cerca de 3.000 anos na China. Por volta de 1.850, começou a ser usada na Europa. O tetrahidrocanabinol (THC) é uma das quatro mil substâncias químicas presentes na maconha.
Diga-se de passagem, a maconha brasileira é uma das piores do mundo. A maconha de hoje não chega nem perto, em comparação com a maconha dos anos 60, em THC. A maconha fabricada atualmente tem 7 THC, podendo chegar a 25. Pior, andam “batizando” a maconha com o crack, dando o nome de mega. A depender da potencialidade em THC, a maconha pode fritar o cérebro, como é o caso de Skank, outra espécie cultivada de maconha que chega a 35 THC.
O THC pode ser encontrado nos exames regulares de urina, por vários dias, depois do consumo da maconha. Nos casos das pessoas que fumam em excesso a maconha, podemos encontrar restos das substâncias, inclusive várias semanas depois de elas terem parado de usar a droga.
Segundo estudos médicos, os efeitos da maconha, após as primeiras tragadas, são os seguintes: coração acelera, apresenta dificuldades na coordenação do movimento e do equilíbrio, a pupila se dilata, por isso ficam os olhos ficam avermelhados, em alguns casos, aumentando, também, a pressão sanguínea, há uma duplicação do ritmo cardíaco, levando a pessoa a sentir intoxicação, boca seca e reações ou reflexões lentas. No organismo, a droga leva aos pulmões toxinas, como o alcatrão, que prejudica o aparelho respiratório, e o THC, segue para a circulação sanguínea. Parte do THC chega ao estômago, fígado e, depois, aos rins. Outra parte, chega ao baço, onde reduz a produção de linfócitos e enfraquece o sistema de defesa do organismo, baixa a testosterona, podendo provocar infertilidade temporária. No cérebro, o THC provoca letargia, redução no controle dos movimentos e desorientação espacial e temporal. No hipocampo, reduz-se a atividade de neurônios relacionados à memória de curto prazo. No córtex cerebral, onde regula a percepção pelos sentidos, o THC pode promover alterações transitórias nas sensações pelo tato, visão e audição. A substância psicoativa da maconha estimula também o aumento da produção de serotonina – a substância que mais atrai os usuários de drogas.
Os efeitos da maconha dependem também do estado psicológico da pessoa, do ambiente, do momento da vida e das pessoas ao redor dela. Tudo isso são coisas que podem determinar a “viagem”, segundo relatos de fumantes, os quais assim se expressam: “os pensamentos acontecem em vários níveis simultaneamente o que quase sempre leva à conclusão e à incapacidade de coordenar as idéias. Sensações de que o mundo está diferente, distante ou de que houve uma mudança em si mesmo, como se não fosse a mesma pessoa ou se estivesse sonhando”. Tudo parece motivo para risos, que muitas vezes se transformam em crises intermináveis de gargalhadas. Pensamentos profundos vêm à mente e acham que fizeram importantes descobertas filosóficas, mas quando passa o efeito da maconha, eles vêem que não há importância nenhuma nas suas elucubrações. Conversações, entre drogados com maconha, costumam chegar a um ponto em que todos esquecem o assunto discutido.
Muitos sentem uma obsessão por comida. A música também é outra obsessão do usuário da droga, devido à audição apurada e, por aí, seguem a “viagem”.
Outros experimentam sensações opostas, como aumento da ansiedade, da depressão e da paranóia, que podem evoluir para o pânico. Após a fase estimulante, vem o sono e a letargia.
Maconha é droga que engana.
É fácil reconhecer quando um jovem está envolvido com a droga, principalmente os usuários crônicos, entre vários sintomas destacam o isolamento, a chamada síndrome “do não me amola”, “do me deixa em paz” e a síndrome “do excluído”. Há também mudanças abruptas e inexplicáveis de humor, palavras inexpressivas. E outras coisas podem indicar o uso da maconha, tais como: papéis para enrolar cigarro, o desodorante de ambiente, colírios, caixas de fósforo espalhados aleatoriamente etc. Essas constatações vêm revelar que a vigilância adequada dos pais pode reduzir a probabilidade do uso futuro de drogas, entre jovens que têm tendência para usar maconha.
O professor-cientista Anthony Wong, estudioso da maconha, declarou que “muita gente diz que maconha não faz mal e não vicia. Afirma que a dependência é apenas psicológica e que, portanto o usuário consegue abandonar a droga quando quiser. Quem pensa assim está enganado” e acrescenta: “[...] é claro que, depois de certa idade, alguns trocam a maconha por outros interesses, mas, infelizmente, alguns a substituem por drogas pesadas.”
Mas ao contrário dessas opiniões, a exemplo de Bob Marley, a maconha era uma erva sagrada com grande poder espiritual e capacidade de ampliar consciência - uma incoerência destoante (desculpe a redundância). Marley acreditava nisso e foi aí que o regaae desafinou.
Foi através de Bob Marley, nos anos 70, (nessa época, a força de sua obra, fincada nas raízes da música negra, o comentário social e as letras de suas canções, fizeram dele a estrela maior dos três continentes), que o incipiente movimento de legitimar a maconha ganhou novo impulso.
Bob Marley morreu de câncer cerebral, deixou onze filhos e a sua canção “WO WOMAN NO CRY”, entre outros sucessos mundiais.
E fico me perguntando como Marley pôde ter se enganado tanto.
Fica na constelação uma estrela. No azul do céu enfumaçado.
Jovens, acordem para a vida, enfrentem seus problemas e as dificuldades da vida de mente sóbria. Experimentem o sabor da vitória pelo seu próprio esforço. É a vitória que vale. É um equívoco usar drogas.








2 comentários:
Texto magnífico e de suma importância.Esse texto, deveria ser lido e exposto em todos os ambientes sociais-Ter uma divulgação a altura de sua importância! RGS(pesquisador).
Alberto David,
Brilhante sua colocação. Um alerta como este deve ficar cravado em todos os ambientes. Concordo plenamente com o comentário do RGS(pesquisador).
ESG
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