Por Paulo Pires
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É com enorme pesar que o CNPq informa o falecimento do pesquisador Crodowaldo Pavan, ex-presidente do CNPq, nesta sexta-feira (03/04), aos 89 anos na cidade de São Paulo. O biólogo foi um dos geneticistas de maior destaque no país e no exterior, apaixonado pela ciência e preocupado com o desenvolvimento do Brasil.
Entre suas contribuições, Pavan foi responsável pela descoberta de um modelo em inseto que se mostrou bastante favorável ao estudo da ação gênica e de citologia (estudo da vida na escala celular), o que veio a abrir um novo campo de pesquisa: o estudo da variabilidade genética, da ecologia e da genética de populações.
Na sua contribuição para o desenvolvimento do país, o pesquisador esteve à frente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) entre os anos de 1986 e 1990, como presidente.
Pavan nasceu em Campinas, em dezembro de 1919. Formou-se em história natural na antiga Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo, em 1941. Iniciou sua carreira científica sob a orientação do biologista brasileiro André Dreyfus. Doutorou-se em 1944 em biologia geral e em 1952 obteve Livre-Docência pela USP. Foi bolsista da Fundação Rockfeller, em seu pós-doutorado, orientado pelo biólogo Theodosius Dobzhansky, na Universidade de Colúmbia (EUA).
Em 1964 e 1965 foi contratado como pesquisador da divisão de Biologia do OAK Ridge National Laboratory, nos EUA, onde montou um laboratório de estudos de ação gênica e efeitos biológicos das radiações. De 1968 a 1975 foi professor titular de genética, com vitaliciedade, na Universidade do Texas em Austin. Em 1975, desistiu da posição e regressou ao Brasil.
Entre outros feitos, Pavan integrou a delegação brasileira no comitê científico para estudos dos efeitos das radiações atômicas, junto às Nações Unidas, foi presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência e da Sociedade Brasileira de Genética.
Entre suas contribuições, Pavan foi responsável pela descoberta de um modelo em inseto que se mostrou bastante favorável ao estudo da ação gênica e de citologia (estudo da vida na escala celular), o que veio a abrir um novo campo de pesquisa: o estudo da variabilidade genética, da ecologia e da genética de populações.
Na sua contribuição para o desenvolvimento do país, o pesquisador esteve à frente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) entre os anos de 1986 e 1990, como presidente.
Pavan nasceu em Campinas, em dezembro de 1919. Formou-se em história natural na antiga Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo, em 1941. Iniciou sua carreira científica sob a orientação do biologista brasileiro André Dreyfus. Doutorou-se em 1944 em biologia geral e em 1952 obteve Livre-Docência pela USP. Foi bolsista da Fundação Rockfeller, em seu pós-doutorado, orientado pelo biólogo Theodosius Dobzhansky, na Universidade de Colúmbia (EUA).
Em 1964 e 1965 foi contratado como pesquisador da divisão de Biologia do OAK Ridge National Laboratory, nos EUA, onde montou um laboratório de estudos de ação gênica e efeitos biológicos das radiações. De 1968 a 1975 foi professor titular de genética, com vitaliciedade, na Universidade do Texas em Austin. Em 1975, desistiu da posição e regressou ao Brasil.
Entre outros feitos, Pavan integrou a delegação brasileira no comitê científico para estudos dos efeitos das radiações atômicas, junto às Nações Unidas, foi presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência e da Sociedade Brasileira de Genética.



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