O Atlético passa por dias de tormenta.
Depois de posar de favorito para conquistar a última vaga de semifinalista, encontra-se agora em situação nada confortável, sentindo no cangote o verdadeiro bafo do Bode.
Na antepenúltima rodada, o Carcará tinha 35 pontos ganhos contra 30 do Conquista e um jogo em casa contra o Itabuna, enquanto o concorrente enfrentava o Vitória, no Barradão.
Como era previsto, o Bode foi derrotado, mas, o Carcará deu o maior mole ao perder por incríveis 4 a 1. Na quinta-feira, a vida do Atlético se complicou um pouco mais ao ser derrotado pelo Fluminense, em Feira, por 3 a 1, enquanto o Conquista se aproximava, derrotando o Ipitanga por 2 a 1, em Senhor do Bonfim.
Esta segunda derrota semeou pânico no ninho do Carcará, que dispensou os serviços do técnico Moisés Alves, trocando-o por Ferreira (ex-Conquista).
Moisés Alves foi um anjo salvador para o Atlético, que começou o ano catando fichas com o veterano João Francisco. Alves, que até então comandava times na base, vigorou o voo do Carcará, que, em 19 jogos, venceu 10, empatou cinco e perdeu quatro.
Foram 13 rodadas de invencibilidade surpreendente.
TROCA – Ferreira pode ser o técnico de um jogo só, ou levar o Atlético a marchar para tentar conquistar seu primeiro título estadual. O treinador descansava depois de deixar o Conquista por conta de desentendimentos com a diretoria.
Campeão baiano pelo ColoColo, em 2006, Ferreira foi contratado após a derrota do Carcará para o Fluminense. Se acertou ou errou, o presidente Raimundo Queirós saberá no início da noite.
Ferreira começou a trabalhar desde quinta-feira, mas não adiantou mudanças visando deixar o grupo motivado. Confirmação do time só no vestiário.
O Atlético montou uma estratégia agressiva para levar o máximo de torcedores ao Estádio Antônio Carneiro, onde a galera é fanática. A massa pode contar com a troca de notas ou cupons fiscais por ingresso do programa Sua Nota é um Show e ainda pagar ingresso na bilheteria.
A Tarde
Depois de posar de favorito para conquistar a última vaga de semifinalista, encontra-se agora em situação nada confortável, sentindo no cangote o verdadeiro bafo do Bode.
Na antepenúltima rodada, o Carcará tinha 35 pontos ganhos contra 30 do Conquista e um jogo em casa contra o Itabuna, enquanto o concorrente enfrentava o Vitória, no Barradão.
Como era previsto, o Bode foi derrotado, mas, o Carcará deu o maior mole ao perder por incríveis 4 a 1. Na quinta-feira, a vida do Atlético se complicou um pouco mais ao ser derrotado pelo Fluminense, em Feira, por 3 a 1, enquanto o Conquista se aproximava, derrotando o Ipitanga por 2 a 1, em Senhor do Bonfim.
Esta segunda derrota semeou pânico no ninho do Carcará, que dispensou os serviços do técnico Moisés Alves, trocando-o por Ferreira (ex-Conquista).
Moisés Alves foi um anjo salvador para o Atlético, que começou o ano catando fichas com o veterano João Francisco. Alves, que até então comandava times na base, vigorou o voo do Carcará, que, em 19 jogos, venceu 10, empatou cinco e perdeu quatro.
Foram 13 rodadas de invencibilidade surpreendente.
TROCA – Ferreira pode ser o técnico de um jogo só, ou levar o Atlético a marchar para tentar conquistar seu primeiro título estadual. O treinador descansava depois de deixar o Conquista por conta de desentendimentos com a diretoria.
Campeão baiano pelo ColoColo, em 2006, Ferreira foi contratado após a derrota do Carcará para o Fluminense. Se acertou ou errou, o presidente Raimundo Queirós saberá no início da noite.
Ferreira começou a trabalhar desde quinta-feira, mas não adiantou mudanças visando deixar o grupo motivado. Confirmação do time só no vestiário.
O Atlético montou uma estratégia agressiva para levar o máximo de torcedores ao Estádio Antônio Carneiro, onde a galera é fanática. A massa pode contar com a troca de notas ou cupons fiscais por ingresso do programa Sua Nota é um Show e ainda pagar ingresso na bilheteria.
A Tarde


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