Por Ezequiel Sena
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Muito se tem falado sobre o tema desemprego, inclusive, em alguns casos, menospreza-se até mesmo o papel da escola. É notório que o desemprego tem alcançado índices alarmantes no mundo. A mão-de-obra qualificada que ano após ano as faculdades despejam no seio da sociedade não é mais totalmente absorvida pelo mercado de trabalho, pois está mais do que constatado a existência de um elevado grau de saturação. Isso tem provocado um alto grau de desânimo e descontentamento em muitos jovens por não conseguirem uma colocação, principalmente aqueles que acabaram de concluir a faculdade. O exagero nas exigências é marcante e impiedoso – um dos principais: “ainda não tem a experiência necessária para o cargo.”
Digite aqui o resto do postMuitos questionam: o que adiantaram todos estes anos de luta se preparando academicamente para ouvir tamanha asneira! O que fazer para reverter esta situação? Quanto maior a sua qualificação, maior a sua dificuldade – será que é o preço que estamos pagando pela chamada empregabilidade? Pode até parecer banal estas conclusões, mas é a dura realidade. Um leigo como eu comentar estas coisas parece até irônico, não é mesmo? Entretanto, vale dizer que tenho vivido esta experiência dentro da minha própria família.
Quando estudante, embora não seja um passado tão distante, poucos foram os que ultrapassaram a barreira da 4ª série ginasial (atualmente, com as reformas do ensino, é a 8ª série), alguns conseguiam fazer o científico, outros chegavam ao chamado curso técnico. Não se tinha as facilidades de hoje. Faculdades só existiam nas capitais e quem estudava em escola particular não necessariamente dispunha das mesmas habilidades de quem estudava em escola pública, esta era mais exigente e rigorosa. A escola pública abraçava aproximadamente 90% da classe estudantil. No entanto, aqueles que abandonavam precocemente a escola, buscavam adquirir a sua própria independência, através de uma afirmação em um bom emprego ou recorrendo ao concurso público.
Buscar intensamente o estudo, aperfeiçoar a qualificação cotidiana e depois não conseguir alcançar os objetivos imediatos, para muitos jovens isto chega a ser frustrante. As oportunidades que aparecem são desanimadoras pelas baixas remunerações oferecidas. Aceitar apenas por conveniência também não conforta e não traduz a felicidade de ninguém. A concorrência chega a ser desumana e o pior é que não se pode dar ao luxo de deixar passar em branco as pouquíssimas oportunidades que aparecem.
Por outro lado, é necessário frisar que uma boa formação acadêmica é imprescindível para qualquer carreira. Com o diploma na mão já é difícil, imagine sem ele. Embora todos conheçam casos de pessoas e pessoas que tiveram poucos estudos e se deram muito bem na vida, o que não deixa de ser uma verdade, mas é importante dizer que isso não é normal e sim rara exceção. Estudar é essencial, o saber faz bem, enriquece o espírito e aumenta o senso crítico do ser humano. Pode até não ser a sustentação para uma carreira promissora, entretanto, sem o conhecimento, hoje em dia, é difícil alcançar o sucesso.
Analisando com mais sensibilidade esta situação, chega-se a conclusão que apesar dos desconfortos que os jovens têm enfrentado, é bom saber que quem tem o diploma na mão ganha muito mais do que aquele que não possui. Isto é a regra. Que vale a pena uma boa formação acadêmica, ninguém tem dúvida. Até porque é à base do futuro de qualquer indivíduo. Negligenciar a essa realidade é parar no tempo!
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Digite aqui o resto do postMuitos questionam: o que adiantaram todos estes anos de luta se preparando academicamente para ouvir tamanha asneira! O que fazer para reverter esta situação? Quanto maior a sua qualificação, maior a sua dificuldade – será que é o preço que estamos pagando pela chamada empregabilidade? Pode até parecer banal estas conclusões, mas é a dura realidade. Um leigo como eu comentar estas coisas parece até irônico, não é mesmo? Entretanto, vale dizer que tenho vivido esta experiência dentro da minha própria família.
Quando estudante, embora não seja um passado tão distante, poucos foram os que ultrapassaram a barreira da 4ª série ginasial (atualmente, com as reformas do ensino, é a 8ª série), alguns conseguiam fazer o científico, outros chegavam ao chamado curso técnico. Não se tinha as facilidades de hoje. Faculdades só existiam nas capitais e quem estudava em escola particular não necessariamente dispunha das mesmas habilidades de quem estudava em escola pública, esta era mais exigente e rigorosa. A escola pública abraçava aproximadamente 90% da classe estudantil. No entanto, aqueles que abandonavam precocemente a escola, buscavam adquirir a sua própria independência, através de uma afirmação em um bom emprego ou recorrendo ao concurso público.
Buscar intensamente o estudo, aperfeiçoar a qualificação cotidiana e depois não conseguir alcançar os objetivos imediatos, para muitos jovens isto chega a ser frustrante. As oportunidades que aparecem são desanimadoras pelas baixas remunerações oferecidas. Aceitar apenas por conveniência também não conforta e não traduz a felicidade de ninguém. A concorrência chega a ser desumana e o pior é que não se pode dar ao luxo de deixar passar em branco as pouquíssimas oportunidades que aparecem.
Por outro lado, é necessário frisar que uma boa formação acadêmica é imprescindível para qualquer carreira. Com o diploma na mão já é difícil, imagine sem ele. Embora todos conheçam casos de pessoas e pessoas que tiveram poucos estudos e se deram muito bem na vida, o que não deixa de ser uma verdade, mas é importante dizer que isso não é normal e sim rara exceção. Estudar é essencial, o saber faz bem, enriquece o espírito e aumenta o senso crítico do ser humano. Pode até não ser a sustentação para uma carreira promissora, entretanto, sem o conhecimento, hoje em dia, é difícil alcançar o sucesso.
Analisando com mais sensibilidade esta situação, chega-se a conclusão que apesar dos desconfortos que os jovens têm enfrentado, é bom saber que quem tem o diploma na mão ganha muito mais do que aquele que não possui. Isto é a regra. Que vale a pena uma boa formação acadêmica, ninguém tem dúvida. Até porque é à base do futuro de qualquer indivíduo. Negligenciar a essa realidade é parar no tempo!
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