Fundador no ano de 1989 da entidade Movimento Contra a Morte Prematura (MCMP), André Cairo diz ser “um cidadão comum que faz coisas incomuns”. Ativista, defende causas de relevância social, como por exemplo, a ecologia, luta contra a AIDS, melhoria no transito urbano, diminuição da carga tributária, etc.
Conhecido como “Movimento de Um Homem Só, André desfila irreverência pela cidade. Faz manifestações e promove palestras em escolas. Seus 16 personagens são conhecidos pela população, entre ele aparecem o Professor ABC, Rebelde Com Causa, Madame Jamorri e o Cacique Baxutri Butto. Não se limitou aos protestos e manifestações na internet. A partir de agora leia a Entrevista com André Cairo
Diêgo Gomes – O senhor tem muitos personagens. O que eles representam?
André Cairo – é uma forma que eu encontrei de chamar atenção das autoridades e da comunidade quanto aos diversos aspectos que influenciam na redução da longevidade humana, do equilíbrio do meio ambiente e, em síntese, de fatores que afetam a vida humana a fauna e a flora. Então para isso criei esses personagens e os resultados estão sendo positivos.
DG – O senhor poderia enumerá-los ?
AC – Palhaço Piu Piu, aquele que fez o trabalho na Rio-Bahia. O palhaço que traz alegria mas, não tenho cara de palhaço para aceitar aquela buraqueira na rio-bahia. O cavaleiro negro, Zorro, Madame Jamorri, que nem a morte consegue ficar viva com o fedor do pinicão. O professor Abc que trabalha direcionado a cultura. Drª. Higienne, Dr. Black White. O Batman, Super-Homem, Homem-aranha que fazem o questionamento se a cidade vai precisar de super-herois para vir aqui e a prefeitura municipal revitalizar as zonas comerciais que estão desprezadas. O Dr. Verdejante. Charle Starprev Niddo. Capitão Améria I E II. Por fim o Cacique Baxutri – Butto.
DG – O senhor falou do Cacique, do índio que apareceu no último dia 10 de janeiro. Porque usar um índio em uma manifestação contra a carga tributária?
AC - O cacique branco de uma cidade chama-se Governador, Prefeito ou Presidente da República e o cacique de uma tribo indígena é o primeiro escalão de uma comunidade indígena. Só que no descobrimento do Brasil existiam mais de dois milhões de índios. Então, hoje, esses índios que moravam em tribos estão onde? Grande parte deles já moram na cidade. Até em suas reservas usam antenas parabólicas, veículos de homem branco roupa de homem branco. Com esse modernismo a própria cultura indígena modificou-se, muitas dessa tribos já tem outros deuses, como Jesus Cristo. Porem o Cacique saiu da tribo tomando conhecimento dos homens brancos pobres e também daqueles que pagam uma carga tributária monstruosa. Até consultando o Pagé da Tribo ele viu que baixando os impostos haverá um equilíbrio na compra e venda.
DG – O senhor tem uma entidade chamada Movimento Contra Morte Prematura. Qual a função dessa entidade?
AC – Morte prematura quer dizer morrer antes do tempo. E ela esta baseada num slogan que eu criei que é consciência, lógica e razão. Trabalha pelo o aumento da longevidade humana, trabalha todo o tipo de agressão a vida humana e animal, fauna flora, a questão do tansito o preconceito as classes menos favorecidas, aos portadores do vírus HIV, etc. Então o MCPM é uma entidade constituída e foi fundada no ano de 1989 com resultados bastante positivos. São 149 conquista que o movimento teve até agora, como por exemplo, redutores de velocidade na AV. Rio-Bahia, rampas para deficientes na câmara de vereadores, a questão dos geradores na Estação de tratamento em 1999/2001. Os semáforos da cidade, enfim várias lutas.
DG – Como o senhor disse, são 149 conquistas. O senhor se considera um vitorioso?
AC – Olha não há conquista sem luta. E se eu alcancei muitas vitórias com esse trabalho eu só posso dizer que é um incentivo para continuar e com humildade o que me faz ficar satisfeito é me sentir feliz por estar servindo e por perceber que os resultados estão sendo positivos e beneficia a todos indistintamente. Não diria nem vitorioso, eu diria que venci algumas batalhas nessa guerra da vida e quero vencer todas. Essas conquistas são desde a fundação do MCPM em 1989, fazendo varias manifestações. Nós colocamos na rua 400 faixas após os redutores de velocidades na Rio-Bahia. Conseguimos tombar a Serra do Peri-Peri através de manifestações populares, passeatas ciclísticas contra a AIDS e depois de muitas conquistas eu tive a idéia de criar esses personagens. Eles vieram a somar positivamente junto ao MCPM para alcançar outras vitória, porque os objetivos estão sendo alcançados
DG – Dentre essas guerras, teve uma manifestação da personagem palhaço com um show gratuito. O palhaço se importa com a política ou quer fazer com que a população de risadas dos políticos?
AC – Ele uma muito a mainêutica, o que o palhaço quis expressar realmente é que ele não tem cara de palhaço para agüentar aquela buraqueira na Rio-m Bahia. Imagine, se ele pegou uma guitarra e cantou Pink Floyd e Roberto Carlos na Av. Integração, o que nos chamamos de Av. da desintegração e foi um show de graça na Av. sem graça. Os resultados foram positivos, porque até no site do DNIT mencionou essa manifestação cobrando do próprio governo. E o Presidente Lula veio aqui por causa dessa manifestações e logo em seguida o Cavaleiro Negro se acorrentou no DNIT, e que a imprensa fez a cobertura.
DG – Recentemente o senhor fundou o Clube de Astronomia de Vitória da Conquista, juntamente com Carlos Book. O que é esse clube e quem faz parte dele?
AC – O clube de Astronomia tem a finalidade de informar, pesquisar, formar grupo de pessoas para terem o conhecimento profundo a respeito dessa ciência que é fantástica. Nós temos um site que é www.clubedeastronomia.wordpress.com .Lá as pessoas podem tomar conhecimento do funcionamento do clube. As pessoas que queiram participar, ele funciona no Colégio Politécnico Book e nós vamos dar um curso para aqueles que se associarem.
DG – O senhor também toca, dança é artista plástico, dançarino compositor, escritor e empresário. Considera-se um homem multi-funcional?
AC – Olha se eu descubro que tenho talentos eu vou explorar os meus talentos. Sou uma pessoa eclética, uma artista, tenho que explorar os meus dons. São 100 degraus que eu contei para alcançar. Estou ainda no Décimo. Sou dançarino sim, posso até dançar aqui se você quiser, são 114 passos diferentes que eu criei. Artista plástico sim, vou fazer até uma exposição. Os meus trabalhos estão sendo moldurados, com um estilo quase surrealista. Músico, tenho um show com 387 músicas. Tenho 3 livros, inclusive o Prof Edgard Larry da Academia de letras já teve a oportunidade de apreciar um deles. Faço poesias também imita alguns personagens.
DG – André, o senhor vem de uma família influente em Conquista. Gildásio Cairo, seu tio, foi prefeito da cidade. O senhor alimenta alguma esperança em candidatar a algum cargo eletivo na cidade?
AC – Não tenho nenhum projeto meu em ser prefeito da cidade. Tio Gildásio foi prefeito. Meu pai, Lourival Cairo, no ano que ele morreu foi eleito vereador. Hoje, as pessoas, as vezes não sabe distinguir político de política partidária. Todos nós somos políticos. As pessoas questionam que eu poderia entrar na política por que você é um homem sério. Não está em mim entrar na política. Se eu entrasse como muitos perguntaram, eu não entraria para vereador porque não sou Legislativo, sou Executivo. Não gosto de coisa fácil. Agora, se eu entrasse para prefeito devo lhe afirmar que a primeira coisa que iria fazer era arrumar a casa. Segundo, quem manda na prefeitura sou eu. Quem escolhe o secretariado sou eu. E quarto é proibido mentir.
DG – Qual será a próxima manifestação a ser feita? Quando ela ocorrerá?
AC – Olha, o Cacique Baxutri Butto vai voltar novamente as ruas de Conquista. Alguns índios já estiveram na cidade e foi feita uma consulta com mais de 100 empresários em Conquista e todos concordaram com o protesto contra a carga tributária altíssima. Estamos solicitando dos empresários para que fechem o comercio por duas horas ou um dia para protestar. Imagine você, durante 12 meses você tinha que trabalhar três meses para pagar impostos. Agora são cinco meses, não justifica isso. Para você ter uma idéia se você paga 100 reias de energia, a Coelba fica apenas com 25 Reais, os outros 75 são tributos. Por isso que o Cacique, a Madame Jamorri vai voltar. O Zorro vai voltar nessa zorra.
DG – Para finalizar, o que poderia fazer no posso escuro. A revitalização seria uma alternativa?
AC – O Poço Escuro tem projeto desde o governo do prefeito Raul Ferraz. O projeto era fantástico. Quando o presidente da PDF, hoje EBDA (Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola), foi assinar o projeto em Brasília tinha sido demitido. A verba que foi liberada, Pedral Sampaio colocou para a usina asfaltica. Foi importante foi, agora, demorar tanto tempo para o Poço Escuro quer dizer, o Poço Escuro estava morrendo. Para revitalizar nós oferecemos a idéia de colocar um bondinho e transformar o local em uma área de estudo, colocar um museu indígena. Revitalizar toda a área com um projeto técnico cientifico de reflorestamento. Nós conseguimos tombar a Serra do Peri Peri em 1996, e o prefeito me disse, “não é isso que você queria Cairo”, e eu disse: não é só isso não. Tombar é importante, agora falta realizar os projetos que faça valer e chamar o turismo, como existe na Matinha em Itapetinga, que as pessoas saem de Conquista e vai até lá, onde existe tigre, leopardo e uma diversidade de animais.
*Diego Gomes Rocha – Estudante de Jornalismo
Conhecido como “Movimento de Um Homem Só, André desfila irreverência pela cidade. Faz manifestações e promove palestras em escolas. Seus 16 personagens são conhecidos pela população, entre ele aparecem o Professor ABC, Rebelde Com Causa, Madame Jamorri e o Cacique Baxutri Butto. Não se limitou aos protestos e manifestações na internet. A partir de agora leia a Entrevista com André Cairo
Diêgo Gomes – O senhor tem muitos personagens. O que eles representam?
André Cairo – é uma forma que eu encontrei de chamar atenção das autoridades e da comunidade quanto aos diversos aspectos que influenciam na redução da longevidade humana, do equilíbrio do meio ambiente e, em síntese, de fatores que afetam a vida humana a fauna e a flora. Então para isso criei esses personagens e os resultados estão sendo positivos.
DG – O senhor poderia enumerá-los ?
AC – Palhaço Piu Piu, aquele que fez o trabalho na Rio-Bahia. O palhaço que traz alegria mas, não tenho cara de palhaço para aceitar aquela buraqueira na rio-bahia. O cavaleiro negro, Zorro, Madame Jamorri, que nem a morte consegue ficar viva com o fedor do pinicão. O professor Abc que trabalha direcionado a cultura. Drª. Higienne, Dr. Black White. O Batman, Super-Homem, Homem-aranha que fazem o questionamento se a cidade vai precisar de super-herois para vir aqui e a prefeitura municipal revitalizar as zonas comerciais que estão desprezadas. O Dr. Verdejante. Charle Starprev Niddo. Capitão Améria I E II. Por fim o Cacique Baxutri – Butto.
DG – O senhor falou do Cacique, do índio que apareceu no último dia 10 de janeiro. Porque usar um índio em uma manifestação contra a carga tributária?
AC - O cacique branco de uma cidade chama-se Governador, Prefeito ou Presidente da República e o cacique de uma tribo indígena é o primeiro escalão de uma comunidade indígena. Só que no descobrimento do Brasil existiam mais de dois milhões de índios. Então, hoje, esses índios que moravam em tribos estão onde? Grande parte deles já moram na cidade. Até em suas reservas usam antenas parabólicas, veículos de homem branco roupa de homem branco. Com esse modernismo a própria cultura indígena modificou-se, muitas dessa tribos já tem outros deuses, como Jesus Cristo. Porem o Cacique saiu da tribo tomando conhecimento dos homens brancos pobres e também daqueles que pagam uma carga tributária monstruosa. Até consultando o Pagé da Tribo ele viu que baixando os impostos haverá um equilíbrio na compra e venda.
DG – O senhor tem uma entidade chamada Movimento Contra Morte Prematura. Qual a função dessa entidade?
AC – Morte prematura quer dizer morrer antes do tempo. E ela esta baseada num slogan que eu criei que é consciência, lógica e razão. Trabalha pelo o aumento da longevidade humana, trabalha todo o tipo de agressão a vida humana e animal, fauna flora, a questão do tansito o preconceito as classes menos favorecidas, aos portadores do vírus HIV, etc. Então o MCPM é uma entidade constituída e foi fundada no ano de 1989 com resultados bastante positivos. São 149 conquista que o movimento teve até agora, como por exemplo, redutores de velocidade na AV. Rio-Bahia, rampas para deficientes na câmara de vereadores, a questão dos geradores na Estação de tratamento em 1999/2001. Os semáforos da cidade, enfim várias lutas.
DG – Como o senhor disse, são 149 conquistas. O senhor se considera um vitorioso?
AC – Olha não há conquista sem luta. E se eu alcancei muitas vitórias com esse trabalho eu só posso dizer que é um incentivo para continuar e com humildade o que me faz ficar satisfeito é me sentir feliz por estar servindo e por perceber que os resultados estão sendo positivos e beneficia a todos indistintamente. Não diria nem vitorioso, eu diria que venci algumas batalhas nessa guerra da vida e quero vencer todas. Essas conquistas são desde a fundação do MCPM em 1989, fazendo varias manifestações. Nós colocamos na rua 400 faixas após os redutores de velocidades na Rio-Bahia. Conseguimos tombar a Serra do Peri-Peri através de manifestações populares, passeatas ciclísticas contra a AIDS e depois de muitas conquistas eu tive a idéia de criar esses personagens. Eles vieram a somar positivamente junto ao MCPM para alcançar outras vitória, porque os objetivos estão sendo alcançados
DG – Dentre essas guerras, teve uma manifestação da personagem palhaço com um show gratuito. O palhaço se importa com a política ou quer fazer com que a população de risadas dos políticos?
AC – Ele uma muito a mainêutica, o que o palhaço quis expressar realmente é que ele não tem cara de palhaço para agüentar aquela buraqueira na Rio-m Bahia. Imagine, se ele pegou uma guitarra e cantou Pink Floyd e Roberto Carlos na Av. Integração, o que nos chamamos de Av. da desintegração e foi um show de graça na Av. sem graça. Os resultados foram positivos, porque até no site do DNIT mencionou essa manifestação cobrando do próprio governo. E o Presidente Lula veio aqui por causa dessa manifestações e logo em seguida o Cavaleiro Negro se acorrentou no DNIT, e que a imprensa fez a cobertura.
DG – Recentemente o senhor fundou o Clube de Astronomia de Vitória da Conquista, juntamente com Carlos Book. O que é esse clube e quem faz parte dele?
AC – O clube de Astronomia tem a finalidade de informar, pesquisar, formar grupo de pessoas para terem o conhecimento profundo a respeito dessa ciência que é fantástica. Nós temos um site que é www.clubedeastronomia.wordpress.com .Lá as pessoas podem tomar conhecimento do funcionamento do clube. As pessoas que queiram participar, ele funciona no Colégio Politécnico Book e nós vamos dar um curso para aqueles que se associarem.
DG – O senhor também toca, dança é artista plástico, dançarino compositor, escritor e empresário. Considera-se um homem multi-funcional?
AC – Olha se eu descubro que tenho talentos eu vou explorar os meus talentos. Sou uma pessoa eclética, uma artista, tenho que explorar os meus dons. São 100 degraus que eu contei para alcançar. Estou ainda no Décimo. Sou dançarino sim, posso até dançar aqui se você quiser, são 114 passos diferentes que eu criei. Artista plástico sim, vou fazer até uma exposição. Os meus trabalhos estão sendo moldurados, com um estilo quase surrealista. Músico, tenho um show com 387 músicas. Tenho 3 livros, inclusive o Prof Edgard Larry da Academia de letras já teve a oportunidade de apreciar um deles. Faço poesias também imita alguns personagens.
DG – André, o senhor vem de uma família influente em Conquista. Gildásio Cairo, seu tio, foi prefeito da cidade. O senhor alimenta alguma esperança em candidatar a algum cargo eletivo na cidade?
AC – Não tenho nenhum projeto meu em ser prefeito da cidade. Tio Gildásio foi prefeito. Meu pai, Lourival Cairo, no ano que ele morreu foi eleito vereador. Hoje, as pessoas, as vezes não sabe distinguir político de política partidária. Todos nós somos políticos. As pessoas questionam que eu poderia entrar na política por que você é um homem sério. Não está em mim entrar na política. Se eu entrasse como muitos perguntaram, eu não entraria para vereador porque não sou Legislativo, sou Executivo. Não gosto de coisa fácil. Agora, se eu entrasse para prefeito devo lhe afirmar que a primeira coisa que iria fazer era arrumar a casa. Segundo, quem manda na prefeitura sou eu. Quem escolhe o secretariado sou eu. E quarto é proibido mentir.
DG – Qual será a próxima manifestação a ser feita? Quando ela ocorrerá?
AC – Olha, o Cacique Baxutri Butto vai voltar novamente as ruas de Conquista. Alguns índios já estiveram na cidade e foi feita uma consulta com mais de 100 empresários em Conquista e todos concordaram com o protesto contra a carga tributária altíssima. Estamos solicitando dos empresários para que fechem o comercio por duas horas ou um dia para protestar. Imagine você, durante 12 meses você tinha que trabalhar três meses para pagar impostos. Agora são cinco meses, não justifica isso. Para você ter uma idéia se você paga 100 reias de energia, a Coelba fica apenas com 25 Reais, os outros 75 são tributos. Por isso que o Cacique, a Madame Jamorri vai voltar. O Zorro vai voltar nessa zorra.
DG – Para finalizar, o que poderia fazer no posso escuro. A revitalização seria uma alternativa?
AC – O Poço Escuro tem projeto desde o governo do prefeito Raul Ferraz. O projeto era fantástico. Quando o presidente da PDF, hoje EBDA (Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola), foi assinar o projeto em Brasília tinha sido demitido. A verba que foi liberada, Pedral Sampaio colocou para a usina asfaltica. Foi importante foi, agora, demorar tanto tempo para o Poço Escuro quer dizer, o Poço Escuro estava morrendo. Para revitalizar nós oferecemos a idéia de colocar um bondinho e transformar o local em uma área de estudo, colocar um museu indígena. Revitalizar toda a área com um projeto técnico cientifico de reflorestamento. Nós conseguimos tombar a Serra do Peri Peri em 1996, e o prefeito me disse, “não é isso que você queria Cairo”, e eu disse: não é só isso não. Tombar é importante, agora falta realizar os projetos que faça valer e chamar o turismo, como existe na Matinha em Itapetinga, que as pessoas saem de Conquista e vai até lá, onde existe tigre, leopardo e uma diversidade de animais.
*Diego Gomes Rocha – Estudante de Jornalismo


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