Por Francisco Silva Filho
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O assunto das passagens aéreas mal usadas pelos congressistas deu e ainda vai dar muito “pano para mangas”. A semana que passou foi de uma tremenda vassala para os brios dos deputados e senadores que tanto se esmeram para descobrir em como passar a perna no povo brasileiro. Apesar da bateria de fogo cerrado da imprensa (O PIG fazendo afagos em nós povo) contra esses “malfazejos”, eles não se dão por satisfeitos;
é bem capaz de ajuizarem ação cobrando o que injustamente lhes estão sendo tirados, e assim, pleitearem o direito adquirido às passagens que lhes serviam até mesmo de pecúlio - caso da viúva do senador Jefferson Peres, que acumulou um sem número delas para posteriormente transformá-la em capital (eis um caso de enriquecimento sem causa), se isso não vier acontecer, até mesmo porque eles estão dando uma resposta positiva à indignação do povo brasileiro, disciplinando o uso das passagens aéreas; outras formas de lesar o erário público surgirão.
Neste final de semana, procurando amainar um pouco os ânimos dos “sanguinolentos” componentes da imprensa (neste caso, os congressistas assim devem estar vendo os jornalistas – eu particularmente me aproveito desse desvio deles para aplaudi-los), algum setor do governo procurou dar uma notícia bombástica para substituir o incômodo interesse dos jornalistas pelo caso das passagens aéreas; dando como “boi de piranha” uma notícia que deveria ficar guardada na intimidade daquela que está sendo vítima de uma enfermidade que pode ou não, ser a médio ou longo prazo fatal, a descoberta de um câncer linfático da “Dama de Ferro?”, ou melhor: da Dilma Roussef. Se essa foi uma estratégia, eles foram muito afobados, pois, o que hoje e desde o domingo a noite reina nos noticiários são os casos da Gripe Suína; dando assim, menor importância aos escândalos advindos daquela combalida Casa Congressista.
Esses jogos de cena sempre fizeram parte do cenário político brasileiro; tanto uma coisa como a outra (Passagens e doença da Dilma, Gripe Suína) devem estar na verdade acobertando algo extraordinariamente grande. Ao povo brasileiro um bom e cabeludo tema para debater nunca vai faltar, e todos eles, com certeza deverão trazer à luz o quanto é desonesto aquele ou àqueles a quem delegamos a nossa representação. A questão da honestidade é um estigma que já nasce e nos acompanha desde o berço; a ética, é uma conselheira que estimula no cidadão ou cidadã o moderador dos seus impulsos, dessa forma, refreando as suas intenções para aquilo que, com certeza viria causar algum mal a outrem ou à economia de.
Nos meus escritos eu primo pela fonte, sempre que eu cito algo ou alguém, eu procuro inevitavelmente fazer referência à fonte conseguida; sobre a questão da ética e da honestidade, embora eu me sinta inclinado a citar um caso, aliás, dois casos, a fonte que eu guardava no meu link de favoritos, já foi, acho, que por decurso de prazo apagado, restando-me, pois, a vaga lembrança do ocorrido. O que aconteceu e me chamou atenção à época (a cerca de quatro anos atrás), foi um jogador inglês, se não me falha à memória, que em um lance casual, dentro da pequena área, num lance de ataque, a bola chutada bateu em sua mão e foi em direção ao gol adversário; o juiz da partida validou o Gol. O jogador quando viu os seus colegas vibrando e o juiz correndo para o meio do campo, chamou o árbitro e pediu que ele invalidasse o gol, disse-lhe que o gol marcado havia sido ilegal, pois, ele involuntariamente havia com a mão, desviado a trajetória da bola para as redes adversárias. Numa mesma conduta, outro jogador também de um time europeu, em um lance confuso dentro da área, ele caiu, embora estivesse correndo junto com o adversário, o que facilitou à interpretação do juiz, vindo este a marcar um pênalti a favor do jogador que havia caído; até mesmo o time adversário não reclamou da marcação do juiz, os colegas do sofredor do “pênalti” vibravam com a marcação; este se levantou, chamou o juiz e disse que ele havia tropeçado em suas próprias pernas, e que o pênalti em verdade não aconteceu, e que o melhor é que o árbitro desmarcasse a penalidade; assim foi feito pelo juiz.
No clássico do domingo passado (26/04) no campeonato cearense, um jogador do Ceará tropeçou sozinho e o Carlos Eugênio Simon marcou o pênalti, e o cara de pau do jogador ainda vibrou! Ambos, o Árbitro e aquele jogador ainda vão virar deputados ou senadores, aguardemos e veremos! Tudo o que eu citei, foi para trazer a claro que, a honestidade e a ética tem estreita e íntima relação. Não pode dizer alguém ser ele honesto se, lhe falta o elo principal entre ele e a ação, qual seja, a ética!
No que diz respeito aos desmandos lá no Congresso Nacional, alguém, lá mesmo, aventou a possibilidade de fechamento daquela casa; eu vibrei e até assinaria embaixo – nem pararia para pensar. Eu veria este ato de fechamento como uma desforra nossa contra esses “abusados” e “despudorados” dilapidadores dos nossos recursos públicos. Tá bom, e vocês aí pensariam e ficariam com uma pergunta no ar: e nós ficaríamos em um regime de exceção? Eu responderia pode ser que sim e, pode ser que não! Tudo dependeria da qualidade do regime que devêssemos implantar! Para encurtar essa conversa, ou essa “katilografia”, vou fazer uma referência de algo que já dura mais de cinco séculos. Cansado de tantos desmandos na Igreja Católica, o Padre Martinho Lutero se rebelou contra todos os atos que ele achava daninhos ao Catolicismo, não foi atendido, deixou a Igreja Católica e criou o Movimento Protestantista que são conhecidos como os “Cinco Solas”. Resultado: tanto o Catolicismo como o Movimento Protestante imperam entre os seus fiéis e o Reino de Deus continua o mesmo e inalterado!
– Curitiba-PR
é bem capaz de ajuizarem ação cobrando o que injustamente lhes estão sendo tirados, e assim, pleitearem o direito adquirido às passagens que lhes serviam até mesmo de pecúlio - caso da viúva do senador Jefferson Peres, que acumulou um sem número delas para posteriormente transformá-la em capital (eis um caso de enriquecimento sem causa), se isso não vier acontecer, até mesmo porque eles estão dando uma resposta positiva à indignação do povo brasileiro, disciplinando o uso das passagens aéreas; outras formas de lesar o erário público surgirão.
Neste final de semana, procurando amainar um pouco os ânimos dos “sanguinolentos” componentes da imprensa (neste caso, os congressistas assim devem estar vendo os jornalistas – eu particularmente me aproveito desse desvio deles para aplaudi-los), algum setor do governo procurou dar uma notícia bombástica para substituir o incômodo interesse dos jornalistas pelo caso das passagens aéreas; dando como “boi de piranha” uma notícia que deveria ficar guardada na intimidade daquela que está sendo vítima de uma enfermidade que pode ou não, ser a médio ou longo prazo fatal, a descoberta de um câncer linfático da “Dama de Ferro?”, ou melhor: da Dilma Roussef. Se essa foi uma estratégia, eles foram muito afobados, pois, o que hoje e desde o domingo a noite reina nos noticiários são os casos da Gripe Suína; dando assim, menor importância aos escândalos advindos daquela combalida Casa Congressista.
Esses jogos de cena sempre fizeram parte do cenário político brasileiro; tanto uma coisa como a outra (Passagens e doença da Dilma, Gripe Suína) devem estar na verdade acobertando algo extraordinariamente grande. Ao povo brasileiro um bom e cabeludo tema para debater nunca vai faltar, e todos eles, com certeza deverão trazer à luz o quanto é desonesto aquele ou àqueles a quem delegamos a nossa representação. A questão da honestidade é um estigma que já nasce e nos acompanha desde o berço; a ética, é uma conselheira que estimula no cidadão ou cidadã o moderador dos seus impulsos, dessa forma, refreando as suas intenções para aquilo que, com certeza viria causar algum mal a outrem ou à economia de.
Nos meus escritos eu primo pela fonte, sempre que eu cito algo ou alguém, eu procuro inevitavelmente fazer referência à fonte conseguida; sobre a questão da ética e da honestidade, embora eu me sinta inclinado a citar um caso, aliás, dois casos, a fonte que eu guardava no meu link de favoritos, já foi, acho, que por decurso de prazo apagado, restando-me, pois, a vaga lembrança do ocorrido. O que aconteceu e me chamou atenção à época (a cerca de quatro anos atrás), foi um jogador inglês, se não me falha à memória, que em um lance casual, dentro da pequena área, num lance de ataque, a bola chutada bateu em sua mão e foi em direção ao gol adversário; o juiz da partida validou o Gol. O jogador quando viu os seus colegas vibrando e o juiz correndo para o meio do campo, chamou o árbitro e pediu que ele invalidasse o gol, disse-lhe que o gol marcado havia sido ilegal, pois, ele involuntariamente havia com a mão, desviado a trajetória da bola para as redes adversárias. Numa mesma conduta, outro jogador também de um time europeu, em um lance confuso dentro da área, ele caiu, embora estivesse correndo junto com o adversário, o que facilitou à interpretação do juiz, vindo este a marcar um pênalti a favor do jogador que havia caído; até mesmo o time adversário não reclamou da marcação do juiz, os colegas do sofredor do “pênalti” vibravam com a marcação; este se levantou, chamou o juiz e disse que ele havia tropeçado em suas próprias pernas, e que o pênalti em verdade não aconteceu, e que o melhor é que o árbitro desmarcasse a penalidade; assim foi feito pelo juiz.
No clássico do domingo passado (26/04) no campeonato cearense, um jogador do Ceará tropeçou sozinho e o Carlos Eugênio Simon marcou o pênalti, e o cara de pau do jogador ainda vibrou! Ambos, o Árbitro e aquele jogador ainda vão virar deputados ou senadores, aguardemos e veremos! Tudo o que eu citei, foi para trazer a claro que, a honestidade e a ética tem estreita e íntima relação. Não pode dizer alguém ser ele honesto se, lhe falta o elo principal entre ele e a ação, qual seja, a ética!
No que diz respeito aos desmandos lá no Congresso Nacional, alguém, lá mesmo, aventou a possibilidade de fechamento daquela casa; eu vibrei e até assinaria embaixo – nem pararia para pensar. Eu veria este ato de fechamento como uma desforra nossa contra esses “abusados” e “despudorados” dilapidadores dos nossos recursos públicos. Tá bom, e vocês aí pensariam e ficariam com uma pergunta no ar: e nós ficaríamos em um regime de exceção? Eu responderia pode ser que sim e, pode ser que não! Tudo dependeria da qualidade do regime que devêssemos implantar! Para encurtar essa conversa, ou essa “katilografia”, vou fazer uma referência de algo que já dura mais de cinco séculos. Cansado de tantos desmandos na Igreja Católica, o Padre Martinho Lutero se rebelou contra todos os atos que ele achava daninhos ao Catolicismo, não foi atendido, deixou a Igreja Católica e criou o Movimento Protestantista que são conhecidos como os “Cinco Solas”. Resultado: tanto o Catolicismo como o Movimento Protestante imperam entre os seus fiéis e o Reino de Deus continua o mesmo e inalterado!
– Curitiba-PR







Um comentário:
Chico, a honestidade e a ética são irmãs gemeas, uma não pode ficar distante da outra. Hoje em dia a falta, ou melhor, o querer levar vantagem em tudo está deixando de lembrar destas duas palavrinhas simples, porém mágicas. É o que penso.
Parabéns pelo texto, conteúdo de quase um ensaio!
Ezequiel Sena
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