Por Eduardo Moraes
Na última terça-feira (7), fascinados pela tela da Vênus platinada da maior rede de comunicação do Brasil, grande parte dos brasileiros, de Norte a Sul, permaneceram intactos e de mentes embotadas diante da televisão, incapazes até mesmo de perceberem que poderiam está sendo atacados pelo mosquito transmissor da dengue ou quem sabe por um terremoto de qualquer espécie. Nada conseguiria demover as suas bundas dos assentos; parecia que estas pessoas é quem ganhariam de forma fácil um milhão de reais!
Tudo isso para assistirem ao final do reality show Big Brother, que já está na nona edição e a cada ano o canal promotor aumenta o seu faturamento, enquanto a sociedade só perde, já que se trata de um tipo de programa que em nada contribui para elevar o nível de educação dos jovens e adultos, o interesse pela música inteligente, o apego à leitura, ou seja, iniciativas que contribuam com a elevação do ser humano, na qual o culto à família, ao corpo e ao sexo seja tratado com respeito e dignidade. No Big Brother, são quase três meses de banalização e deboche de todos os valores humanos, tão fundamentais que lamentavelmente são jogados na lata do lixo em nome do egoísmo e da acumulação de riqueza a qualquer preço.
Lamentavelmente, em nosso país, enquanto perdurar esse elevado nível de analfabetismo prevalecerá o mais amplo e total desrespeito por parte daqueles que têm o dever de contribuir para elevar o nível de cidadania do nosso povo. Fruto da luta de muitos, avançamos, mas se olharmos mais atentamente no espelho retrovisor da nossa história, observaremos que em muitos aspectos permanecemos estacionados, por exemplo, na força que exerce os poderosos sobre o governo, justiça e legisladores. Se de um lado estiver um rico e do outro um pobre, já poderemos prever o resultado: a corda sempre quebra do lado mais fraco.
Como exemplo, testemunhamos o episódio recente de ataque ao movimento sindical bancário, onde a partir da provocação do Bradesco, a justiça estabeleceu que o sindicato pagasse uma multa de 165 mil. Mais recentemente, determinou que o sindicato se abstivesse de promover qualquer manifestação em defesa dos interesses da categoria e da entidade, sob pena de pagamento de multa diária. Entendemos que a manutenção dessa tradição só contribui para asseverar o sentimento de que em nada adianta lutar em prol de uma sociedade justa.
Todos perdemos no Big Brother dos poderosos já que estamos sempre no paredão.
Na última terça-feira (7), fascinados pela tela da Vênus platinada da maior rede de comunicação do Brasil, grande parte dos brasileiros, de Norte a Sul, permaneceram intactos e de mentes embotadas diante da televisão, incapazes até mesmo de perceberem que poderiam está sendo atacados pelo mosquito transmissor da dengue ou quem sabe por um terremoto de qualquer espécie. Nada conseguiria demover as suas bundas dos assentos; parecia que estas pessoas é quem ganhariam de forma fácil um milhão de reais!
Tudo isso para assistirem ao final do reality show Big Brother, que já está na nona edição e a cada ano o canal promotor aumenta o seu faturamento, enquanto a sociedade só perde, já que se trata de um tipo de programa que em nada contribui para elevar o nível de educação dos jovens e adultos, o interesse pela música inteligente, o apego à leitura, ou seja, iniciativas que contribuam com a elevação do ser humano, na qual o culto à família, ao corpo e ao sexo seja tratado com respeito e dignidade. No Big Brother, são quase três meses de banalização e deboche de todos os valores humanos, tão fundamentais que lamentavelmente são jogados na lata do lixo em nome do egoísmo e da acumulação de riqueza a qualquer preço.
Lamentavelmente, em nosso país, enquanto perdurar esse elevado nível de analfabetismo prevalecerá o mais amplo e total desrespeito por parte daqueles que têm o dever de contribuir para elevar o nível de cidadania do nosso povo. Fruto da luta de muitos, avançamos, mas se olharmos mais atentamente no espelho retrovisor da nossa história, observaremos que em muitos aspectos permanecemos estacionados, por exemplo, na força que exerce os poderosos sobre o governo, justiça e legisladores. Se de um lado estiver um rico e do outro um pobre, já poderemos prever o resultado: a corda sempre quebra do lado mais fraco.
Como exemplo, testemunhamos o episódio recente de ataque ao movimento sindical bancário, onde a partir da provocação do Bradesco, a justiça estabeleceu que o sindicato pagasse uma multa de 165 mil. Mais recentemente, determinou que o sindicato se abstivesse de promover qualquer manifestação em defesa dos interesses da categoria e da entidade, sob pena de pagamento de multa diária. Entendemos que a manutenção dessa tradição só contribui para asseverar o sentimento de que em nada adianta lutar em prol de uma sociedade justa.
Todos perdemos no Big Brother dos poderosos já que estamos sempre no paredão.



2 comentários:
Controle remoto também se chama LIVRE ARBÍTRIO!!!
Enquanto nós torcedores nos preocupávamos com os destinos do nosso Conquista no Campeonato baiano e possível Série D do Brasileirão. O Vice-Presidente do ECPP Vitória da Conquista estava mesmo preocupado era com a final do BBB-9, com dissimulada preocupação com mosquito da Dengue para aqueles que assistiam ao BBB e demagogicamente preocupado com situaçao de funcionários do Bradesco e com a multa que o sindicato foi condenado a pagar por defender mal os funcionários daquela instituição. No paredão estamos todos nós que torcemos para o ECPP Vitória da Conquista enquanto tiver dirigentes assim tão enpenhados no que não interessa ao clube! Sai dessa Eduardo essa não é sua praia!!!
Postar um comentário