Por Francisco Silva Filho

Nunca, nunca mais esquecerei; aquela noite e música no fantástico, noite infeliz e tão vulgar. Lembro dos gols que eu fiz, até me dá vontade de chorar, lembrar que eu depois fiquei perdido; na artilharia nunca mais pude pensar! Ou, ou aqueles gols, jamais esquecerei... Pois muito bem, realmente, aquela tarde e noite foi determinantes na vida do Diogo e do nosso Conquista. Após aquele inesquecível jogo, o artilheiro nunca mais foi o mesmo, nunca mais se achou. O Diogo só veio a marcar só mais um gol; os outros gols marcados pelo Conquista foram gols de zagueiros.
Um time que almejava chegar às finais do campeonato não podia prescindir de um atacante de ofício, um matador afinal. O nosso ataque em verdade, sempre esteve claudicante, pouco efetivo. Muito se culpou a precariedade do sistema de meio de campo e o setor de criação. Pode até ter sido verdade, mas, eu não posso conceber que um time que resolve apostar num jogador amador que não se entendeu consigo mesmo como o Cacá, possa estar querendo algo mais do que continuar na série especial do campeonato baiano.
Jogadores já experimentados e aprovados pelo torcedor conquistense estavam mofando em nossa cidade; esperavam por uma oportunidade em algum clube para que ainda pudesse disputar o campeonato baiano de 2009. Da mesma sorte, o técnico Elias também esperava por um momento e uma oportunidade neste mesmo campeonato. O Elias acabou por ir para o Madre de Deus; e ele não teve dúvidas: para lá ele chamou o Éder Caetité após a metade do campeonato, assim como outros valores preteridos pelo nosso valoroso ECPP Conquista. O Éder Caetité não decepcionou e, acreditem, só não foi o artilheiro do campeonato porque jogou menos da metade do certame.
Como era mesmo o apelido do Diogo? DIOGOL? Ah, deve ser esse apelido pelos gols perdidos (Diogols perdidos)! E agora Conquista? A espera de um milagre do Nadinho junto à CBF? Em verdade, ele pode muito! Mas, uma idéia protecionista como essa, pode-lhe render certa antipatia perante as outras federações de futebol pelo país afora. Eu como qualquer outro torcedor conquistense muito almejaria ver a nossa equipe participando de qualquer série do campeonato brasileiro; todavia, essa participação deve necessariamente ser meritória, tem que ser pelos próprios esforços da equipe, pelo que ela produziu dentro e fora dos gramados. Que essa sinergia tão necessária tenha emanado da diretoria para com os seus jogadores e comissão técnica, criando dessa forma, uma equipe senão imbatível, mas, que seja uma equipe focada nos bons resultados.
A tristeza que tomará conta da torcida conquistense, já tão bem acostumada nas tardes e noites de domingos e quartas-feiras, não terá comparativo atual. Em verdade, nós não estávamos mais acostumados com isso, estávamos longe do cenário desportivo estadual por longos tempos. O ECPP Vitória da Conquista devolveu-nos aos prazeres da mania nacional; nós tínhamos enquanto torcida evoluído, reproduzíamos nas arquibancadas a alegria e a festa das maiores torcidas de times reconhecidamente grandes nas maiores capitais do país. A torcida se fez presente! O time não pode se queixar de falta de apoio da torcida, da imprensa, dos patrocinadores que sempre estiveram dando o seu apoio e que, com certeza continuará a dar esse apoio tão necessário. Então, aos dirigentes do nosso time conquistense, cabe junto à Federação Baiana de Futebol reivindicar que adote o modelo paranaense de disputa, onde, no campeonato paranaense decide-se o campeão estadual e quem vai para a Copa do Brasil. E, em uma copa no segundo semestre, a Copa Paraná decide-se os times que participarão no ano seguinte da Série D do campeonato brasileiro.
Um conselho meu, se é que lhe valem alguma coisa senhores diretores, dêem mais ouvidos aos torcedores e cronistas ácidos como eu e menos aos bajuladores, que, durante todo o campeonato disseram que este time era melhor que o do ano passado – o Rei sempre esteve nu! Eu não posso conceber que este time atual tenha sido melhor que o do ano passado, afinal, o time do ano passado colocou lá seleção baiana dos melhores do certame, se não estou enganado, quatro jogadores, sem falar no técnico que foi escolhido como o melhor – neste particular eu me permito discordar da eleição, uma vez que, na final do campeonato, um técnico realmente bom não teria amarelado diante de um pálido Bahia.
Francisco Silva Filho – Curitiba-PR

Nunca, nunca mais esquecerei; aquela noite e música no fantástico, noite infeliz e tão vulgar. Lembro dos gols que eu fiz, até me dá vontade de chorar, lembrar que eu depois fiquei perdido; na artilharia nunca mais pude pensar! Ou, ou aqueles gols, jamais esquecerei... Pois muito bem, realmente, aquela tarde e noite foi determinantes na vida do Diogo e do nosso Conquista. Após aquele inesquecível jogo, o artilheiro nunca mais foi o mesmo, nunca mais se achou. O Diogo só veio a marcar só mais um gol; os outros gols marcados pelo Conquista foram gols de zagueiros.
Um time que almejava chegar às finais do campeonato não podia prescindir de um atacante de ofício, um matador afinal. O nosso ataque em verdade, sempre esteve claudicante, pouco efetivo. Muito se culpou a precariedade do sistema de meio de campo e o setor de criação. Pode até ter sido verdade, mas, eu não posso conceber que um time que resolve apostar num jogador amador que não se entendeu consigo mesmo como o Cacá, possa estar querendo algo mais do que continuar na série especial do campeonato baiano.
Jogadores já experimentados e aprovados pelo torcedor conquistense estavam mofando em nossa cidade; esperavam por uma oportunidade em algum clube para que ainda pudesse disputar o campeonato baiano de 2009. Da mesma sorte, o técnico Elias também esperava por um momento e uma oportunidade neste mesmo campeonato. O Elias acabou por ir para o Madre de Deus; e ele não teve dúvidas: para lá ele chamou o Éder Caetité após a metade do campeonato, assim como outros valores preteridos pelo nosso valoroso ECPP Conquista. O Éder Caetité não decepcionou e, acreditem, só não foi o artilheiro do campeonato porque jogou menos da metade do certame.
Como era mesmo o apelido do Diogo? DIOGOL? Ah, deve ser esse apelido pelos gols perdidos (Diogols perdidos)! E agora Conquista? A espera de um milagre do Nadinho junto à CBF? Em verdade, ele pode muito! Mas, uma idéia protecionista como essa, pode-lhe render certa antipatia perante as outras federações de futebol pelo país afora. Eu como qualquer outro torcedor conquistense muito almejaria ver a nossa equipe participando de qualquer série do campeonato brasileiro; todavia, essa participação deve necessariamente ser meritória, tem que ser pelos próprios esforços da equipe, pelo que ela produziu dentro e fora dos gramados. Que essa sinergia tão necessária tenha emanado da diretoria para com os seus jogadores e comissão técnica, criando dessa forma, uma equipe senão imbatível, mas, que seja uma equipe focada nos bons resultados.
A tristeza que tomará conta da torcida conquistense, já tão bem acostumada nas tardes e noites de domingos e quartas-feiras, não terá comparativo atual. Em verdade, nós não estávamos mais acostumados com isso, estávamos longe do cenário desportivo estadual por longos tempos. O ECPP Vitória da Conquista devolveu-nos aos prazeres da mania nacional; nós tínhamos enquanto torcida evoluído, reproduzíamos nas arquibancadas a alegria e a festa das maiores torcidas de times reconhecidamente grandes nas maiores capitais do país. A torcida se fez presente! O time não pode se queixar de falta de apoio da torcida, da imprensa, dos patrocinadores que sempre estiveram dando o seu apoio e que, com certeza continuará a dar esse apoio tão necessário. Então, aos dirigentes do nosso time conquistense, cabe junto à Federação Baiana de Futebol reivindicar que adote o modelo paranaense de disputa, onde, no campeonato paranaense decide-se o campeão estadual e quem vai para a Copa do Brasil. E, em uma copa no segundo semestre, a Copa Paraná decide-se os times que participarão no ano seguinte da Série D do campeonato brasileiro.
Um conselho meu, se é que lhe valem alguma coisa senhores diretores, dêem mais ouvidos aos torcedores e cronistas ácidos como eu e menos aos bajuladores, que, durante todo o campeonato disseram que este time era melhor que o do ano passado – o Rei sempre esteve nu! Eu não posso conceber que este time atual tenha sido melhor que o do ano passado, afinal, o time do ano passado colocou lá seleção baiana dos melhores do certame, se não estou enganado, quatro jogadores, sem falar no técnico que foi escolhido como o melhor – neste particular eu me permito discordar da eleição, uma vez que, na final do campeonato, um técnico realmente bom não teria amarelado diante de um pálido Bahia.
Francisco Silva Filho – Curitiba-PR


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