Por Zeca Valente
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Tento alertar os leitores do blog sobre macroproblemas conquistenses, mas ou sou ignorado ou aparece alguém para contestar-me obtusamente. Não citarei o nome, mas é fácil identificá-lo no blog. Pensava formar uma corrente de reivindicadores (não de contestadores) para o que seria necessária a compreensão e a colaboração dos blogueiros. Parece-me que isso é cidadania.
Quando falo que já não tem cabida prefeito cuidar apenas de saúde, educação, coleta de lixo, etc., tento deixar claro que estas são questões rotineiras, sujeitas a aprimoramento sim, mas não passam do já conhecido "feijão com arroz", e que outras questões mais graves exigem atenção de nosso gestor municipal.
Busco guarida neste espaço com o firme e único propósito de alertar as autoridades conquistenses, especialmente o futuro prefeito, para a urgente necessidade de se voltar para a solução de questões cuja gravidade incontestável pode nos surpreender amargamente no amanhã que se aproxima...que já bate à nossa porta, aliás.
Embora afetos aos governos federal e estadual diretamente, é certo que os macroproblemas de Conquista acontecem aqui, interessam a todos nós, e podem aprisionar-nos numa cadeia de acontecimentos futuros somente solucionáveis de forma drástica. Aliás, todos os problemas nacionais acontecem nos municípios. Ou não?
Falo dessas crianças, cujo futuro morre prematuramente nos semáforos, nas periferias, e feiras desta cidade. Que se pode dizer do amanhã para uma criança de rua? Que tudo lhe sorrirá? Que uma fada lhe propiciará a realização de todos os seus sonhos, ou que destino amargo a aguarda?
No entanto, tenho dito aqui mesmo, neste blog, que a prefeitura pode programar atendimento a 500 crianças carentes, ao custo superestimado de R$ 600,00/mês por menor, fornecendo-lhes, desde a alimentação à habitação, da saúde à escola, do atendimento médico-odontológico e também psicológico, à recreação e aos esportes. Afinal, está tudo aí em pleno funcionamento: saúde, educação, médicos, dentistas, etc. Só falta mesmo o programa específico destinado a esses meninos que perambulam pela cidade. Não me falem que já existe o Conquista Criança. Este é outra coisa. Afinal, continuamos a ver crianças nas ruas da cidade.
E os menores infratores? Estão aí aos montões nos bairros periféricos: Bruno Bacelar, N.Sra. Aparecida, Pedrinhas, Nova Cidade, e outros, constituindo quadrilhas, alguns deles com mais de uma dezena de homicídios praticados. Parte deles subordinados a traficantes de drogas, cujo desprezo a vida humana não tem medida.
Para aonde vão menores homicidas, esses ladrões contumazes, se em Conquista não há centro específico para abrigá-los? A lei impede que sejam recolhidos à cadeia. Salvador? Alguns, talvez. Como recuperá-los, se permanecem no ambiente que os tornou criminosos? Será que o conquistense tem conhecimento da existência de guerras de quadrilhas aqui? Que o "pau quebra", em frequentes tiroteios entre quadrilhas nas Pedrinhas ou no Nova Cidade? Que traficantes perigosos, fortemente armados cooptam menores para o crime quase que diariamente? Parece que não.
Qual a programação sadia para os nossos jovens, afora shows claramente insalubres, pois foco de tóxicos e álcool, conforme conhecimento geral. Clubes sociais, escolas e prefeitura municipal acomodam-se, enquanto nossos jovens são cooptados pelo ócio ou pelo vício. Não promovem a prática de esportes nas suas mais diversas modalidades, não vêem no atletismo a influência salutar, ignoram, quer por desconhecimento, quer por comodismo ou alívio financeiro, as possibilidades imensas que um e outro, esportes e atletismo, exercem na formação do jovem.
E a cultura? E as artes? E a música? Não existe programação permanente delas, de esportes e atletismo, em nossa ciade que os integre ao cotidiano de nossa gente.
E assim, completamente desassistidos estão as crianças de rua, e os jovens de Conquista.
Pobre cidade!
Anuncia-se o futuro Secretário de Cultura, Esportes e Lazer. Será o mesmo dos últimos anos.O mesmo que confundiu programação de Natal como objetivo maior de sua gestão. O mesmo que produziu tão pouco em cultura e lazer e nada em esporters e atletismo.Acaso ele acredita que produzir meramente campeonato de futebol de campo com meia dúzia de times é fomentar esporte.E isto todos esses seis anos? Pobre mente, pobre gente!
Por questão política ignora-se oportunidade valiosa de fomentar o desenvolvimento de programa de grande vulto destinado à formação de nossos jovens.
Isto é morte prematura de nossa gente. Apelo para o André Cairo. Por favor, amigo, reflita sobre isso.
Quando falo que já não tem cabida prefeito cuidar apenas de saúde, educação, coleta de lixo, etc., tento deixar claro que estas são questões rotineiras, sujeitas a aprimoramento sim, mas não passam do já conhecido "feijão com arroz", e que outras questões mais graves exigem atenção de nosso gestor municipal.
Busco guarida neste espaço com o firme e único propósito de alertar as autoridades conquistenses, especialmente o futuro prefeito, para a urgente necessidade de se voltar para a solução de questões cuja gravidade incontestável pode nos surpreender amargamente no amanhã que se aproxima...que já bate à nossa porta, aliás.
Embora afetos aos governos federal e estadual diretamente, é certo que os macroproblemas de Conquista acontecem aqui, interessam a todos nós, e podem aprisionar-nos numa cadeia de acontecimentos futuros somente solucionáveis de forma drástica. Aliás, todos os problemas nacionais acontecem nos municípios. Ou não?
Falo dessas crianças, cujo futuro morre prematuramente nos semáforos, nas periferias, e feiras desta cidade. Que se pode dizer do amanhã para uma criança de rua? Que tudo lhe sorrirá? Que uma fada lhe propiciará a realização de todos os seus sonhos, ou que destino amargo a aguarda?
No entanto, tenho dito aqui mesmo, neste blog, que a prefeitura pode programar atendimento a 500 crianças carentes, ao custo superestimado de R$ 600,00/mês por menor, fornecendo-lhes, desde a alimentação à habitação, da saúde à escola, do atendimento médico-odontológico e também psicológico, à recreação e aos esportes. Afinal, está tudo aí em pleno funcionamento: saúde, educação, médicos, dentistas, etc. Só falta mesmo o programa específico destinado a esses meninos que perambulam pela cidade. Não me falem que já existe o Conquista Criança. Este é outra coisa. Afinal, continuamos a ver crianças nas ruas da cidade.
E os menores infratores? Estão aí aos montões nos bairros periféricos: Bruno Bacelar, N.Sra. Aparecida, Pedrinhas, Nova Cidade, e outros, constituindo quadrilhas, alguns deles com mais de uma dezena de homicídios praticados. Parte deles subordinados a traficantes de drogas, cujo desprezo a vida humana não tem medida.
Para aonde vão menores homicidas, esses ladrões contumazes, se em Conquista não há centro específico para abrigá-los? A lei impede que sejam recolhidos à cadeia. Salvador? Alguns, talvez. Como recuperá-los, se permanecem no ambiente que os tornou criminosos? Será que o conquistense tem conhecimento da existência de guerras de quadrilhas aqui? Que o "pau quebra", em frequentes tiroteios entre quadrilhas nas Pedrinhas ou no Nova Cidade? Que traficantes perigosos, fortemente armados cooptam menores para o crime quase que diariamente? Parece que não.
Qual a programação sadia para os nossos jovens, afora shows claramente insalubres, pois foco de tóxicos e álcool, conforme conhecimento geral. Clubes sociais, escolas e prefeitura municipal acomodam-se, enquanto nossos jovens são cooptados pelo ócio ou pelo vício. Não promovem a prática de esportes nas suas mais diversas modalidades, não vêem no atletismo a influência salutar, ignoram, quer por desconhecimento, quer por comodismo ou alívio financeiro, as possibilidades imensas que um e outro, esportes e atletismo, exercem na formação do jovem.
E a cultura? E as artes? E a música? Não existe programação permanente delas, de esportes e atletismo, em nossa ciade que os integre ao cotidiano de nossa gente.
E assim, completamente desassistidos estão as crianças de rua, e os jovens de Conquista.
Pobre cidade!
Anuncia-se o futuro Secretário de Cultura, Esportes e Lazer. Será o mesmo dos últimos anos.O mesmo que confundiu programação de Natal como objetivo maior de sua gestão. O mesmo que produziu tão pouco em cultura e lazer e nada em esporters e atletismo.Acaso ele acredita que produzir meramente campeonato de futebol de campo com meia dúzia de times é fomentar esporte.E isto todos esses seis anos? Pobre mente, pobre gente!
Por questão política ignora-se oportunidade valiosa de fomentar o desenvolvimento de programa de grande vulto destinado à formação de nossos jovens.
Isto é morte prematura de nossa gente. Apelo para o André Cairo. Por favor, amigo, reflita sobre isso.


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