Assista ao vídeo desta matériaO advogado da babá acusada de agredir uma menina de três anos vai pedir na Justiça que ela responda ao processo em liberdade. Joelma Bruno está presa na delegacia especializada em Salvador. Imagens feitas com uma câmera escondida flagraram a babá agredindo a criança.
Foi com uma microcâmera instalada no armário da sala que os pais registraram as agressões à filha de apenas três anos. A babá Joelma Carvalho Bruno, 29 anos, trabalhava com a família há dez meses e, segundo os moradores do mesmo prédio, não demorou muito tempo para começar a agredir a menina.
Foram os vizinhos que tomaram a iniciativa de alertar os pais do comportamento agressivo da babá. Há pelo menos seis meses, eles ouviam os gritos e o choro que vinham do apartamento. Também ouviam as ameaças que a babá fazia para obrigar a menina a comer.
Foi com uma microcâmera instalada no armário da sala que os pais registraram as agressões à filha de apenas três anos. A babá Joelma Carvalho Bruno, 29 anos, trabalhava com a família há dez meses e, segundo os moradores do mesmo prédio, não demorou muito tempo para começar a agredir a menina.
Foram os vizinhos que tomaram a iniciativa de alertar os pais do comportamento agressivo da babá. Há pelo menos seis meses, eles ouviam os gritos e o choro que vinham do apartamento. Também ouviam as ameaças que a babá fazia para obrigar a menina a comer.
O primeiro a alertar os pais foi Cláudio Ferreira. Ele disse que os gritos e o choro se intensificaram a partir de dezembro. 'Ela começou a ficar agressiva, a gritar demais com a menina, às vezes a ameaçar dizendo que ia jogar pela janela. Eu moro no apartamento embaixo e ouvia', conta o vizinho.
Segundo Cláudio, outras babás já tinham reclamado do comportamento agressivo de Joelma com a menina no parquinho do condomínio. 'Babás colegas dela chamavam a atenção. Eu soube disso agora. [As babás] Falavam que não era para ela ter esse tipo de atitude porque ela ia acabar se prejudicando', completa.
O vídeo gravado pelos pais da menina mostra cenas muito fortes. Nas imagens, a babá aparece puxando a criança com violência, empurrando, sacudindo a menina e ainda a força a comer, empurrando a colher na boca. Depois ainda dá um beliscão no braço da criança. Ao sair do sofá, ela chuta a perna da menina.
Outros vizinhos insistiram que a criança estava sendo maltratada. Por isso a família acabou alugando um equipamento para flagrar o comportamento da babá.
A mãe disse que várias vezes chegou a perguntar a Joelma se as denúncias eram verdadeiras. Ela sempre negou. 'Sempre negava falando que não era doida, que sabia que isso dava cadeia', diz a mãe, que prefere não ser identificada.
'Eu só queria que ela me perdoasse, que algumas vezes eu perdi a cabeça, perdi a paciência. Só isso', disse a babá.
'Ela foi autuada por crime de tortura e pode pegar até mais de oito anos de cadeia', explica a delegada Simone Malaquias.
'Como ela fez isso com minha filha, ela podia fazer com várias se não fosse denunciada', alerta a mãe da criança.
Foi com uma microcâmera instalada no armário da sala que os pais registraram as agressões à filha de apenas três anos. A babá Joelma Carvalho Bruno, 29 anos, trabalhava com a família há dez meses e, segundo os moradores do mesmo prédio, não demorou muito tempo para começar a agredir a menina.
Foram os vizinhos que tomaram a iniciativa de alertar os pais do comportamento agressivo da babá. Há pelo menos seis meses, eles ouviam os gritos e o choro que vinham do apartamento. Também ouviam as ameaças que a babá fazia para obrigar a menina a comer.
Foi com uma microcâmera instalada no armário da sala que os pais registraram as agressões à filha de apenas três anos. A babá Joelma Carvalho Bruno, 29 anos, trabalhava com a família há dez meses e, segundo os moradores do mesmo prédio, não demorou muito tempo para começar a agredir a menina.
Foram os vizinhos que tomaram a iniciativa de alertar os pais do comportamento agressivo da babá. Há pelo menos seis meses, eles ouviam os gritos e o choro que vinham do apartamento. Também ouviam as ameaças que a babá fazia para obrigar a menina a comer.
O primeiro a alertar os pais foi Cláudio Ferreira. Ele disse que os gritos e o choro se intensificaram a partir de dezembro. 'Ela começou a ficar agressiva, a gritar demais com a menina, às vezes a ameaçar dizendo que ia jogar pela janela. Eu moro no apartamento embaixo e ouvia', conta o vizinho.
Segundo Cláudio, outras babás já tinham reclamado do comportamento agressivo de Joelma com a menina no parquinho do condomínio. 'Babás colegas dela chamavam a atenção. Eu soube disso agora. [As babás] Falavam que não era para ela ter esse tipo de atitude porque ela ia acabar se prejudicando', completa.
O vídeo gravado pelos pais da menina mostra cenas muito fortes. Nas imagens, a babá aparece puxando a criança com violência, empurrando, sacudindo a menina e ainda a força a comer, empurrando a colher na boca. Depois ainda dá um beliscão no braço da criança. Ao sair do sofá, ela chuta a perna da menina.
Outros vizinhos insistiram que a criança estava sendo maltratada. Por isso a família acabou alugando um equipamento para flagrar o comportamento da babá.
A mãe disse que várias vezes chegou a perguntar a Joelma se as denúncias eram verdadeiras. Ela sempre negou. 'Sempre negava falando que não era doida, que sabia que isso dava cadeia', diz a mãe, que prefere não ser identificada.
'Eu só queria que ela me perdoasse, que algumas vezes eu perdi a cabeça, perdi a paciência. Só isso', disse a babá.
'Ela foi autuada por crime de tortura e pode pegar até mais de oito anos de cadeia', explica a delegada Simone Malaquias.
'Como ela fez isso com minha filha, ela podia fazer com várias se não fosse denunciada', alerta a mãe da criança.



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