A Faculdade Independente do Nordeste – FAINOR, tomando conhecimento de uma carta aberta, assinada pelo Professor Eduardo Viana Portela Neves, esclarece aos docentes, discentes, ao corpo técnico administrativo e à comunidade, o seguinte:
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A postura ética da FAINOR é a de repudiar qualquer ato de violência ou abuso de autoridades, praticado por quem quer que seja e contra qualquer cidadão e, mais especialmente ainda, quando se trata de um colaborador da Instituição, como é o caso do Professor Eduardo Viana.
A FAINOR jamais foi omissa em relação ao episódio narrado na carta do professor Eduardo. Se houve omissão, certamente foi do denunciante, uma vez que, em momento algum, ele comunicou o triste episódio à Direção da Faculdade. E, além disso, sequer compareceu às reuniões agendadas, de onde, inteirados dos acontecimentos, tomar-se-iam posturas e atitudes.
O episódio em tela, que a FAINOR tomou conhecimento por intermédio de alunos e da imprensa, aconteceu no sábado à noite (dia 28/3). A Direção da Fainor, com o objetivo de inteirar-se mais de perto da situação e, a partir daí, adotar medidas administrativas e judiciais, cabíveis, agendou, para as 11 horas da segunda-feira (30/03), uma reunião com o professor Eduardo Viana. O professor não compareceu, justificando que “estava sem tempo”; diante disso, nova reunião foi agendada para as 11 horas do dia seguinte, terça-feira (dia 31/4). Novamente, o professor Eduardo não compareceu, sendo que, dessa vez, não apresentou qualquer justificativa, simplesmente, não se fez presente.
A Fainor não pode, leviana e intempestivamente, ser acusada de omissa. Muito pelo contrário. Isso porque, mesmo sem ouvir a versão do Professor Eduardo Viana (insistimos, por duas vezes, convidado, para tanto), a maioria dos professores, que ministrava aulas na segunda-feira (dia 30/3), tanto no turno Matutino, quanto, no Noturno, liberou os alunos para uma manifestação no auditório da Faculdade, em apoio ao professor Eduardo Viana. O Coordenador do Curso de Direito da FAINOR, a quem o professor, em sua injusta manifestação, sublinha pelo apoio recebido, assumiu o compromisso de abonar as faltas dos alunos que, na manhã da terça-feira (31/03), se ausentassem das aulas, para integrar a comitiva que fosse reivindicar, do Comando da Polícia, uma apuração rigorosa, acerca da lamentável conduta de alguns de seus membros.
Isso posto, a FAINOR não foi, não é e jamais será omissa quanto às suas obrigações legais, éticas e morais. Trata-se de uma instituição séria, responsável e prudente, razões pelas quais não poderia dar início a quaisquer ações (administrativas, judiciais, etc) sem antes ouvir aquele que, em tese, foi a vítima, consoante se tem notícia através de comentários, ou seja, de forma indireta.
Em última análise, o professor Eduardo Viana foi extremamente infeliz, extemporâneo e, sobretudo, injusto ao dizer que não tem mais coragem de “transitar por corredores gélidos e cínicos” da Fainor. Pelo contrário, professor Eduardo! Nos corredores da Fainor, existem (e transitam) pessoas (funcionários, alunos, professores, mantenedores, além de setores da comunidade de uma forma geral) sérias, honestas, de bom caráter, comedidas e, acima tudo, comprometidas com a Prudência, com a Ética e com a Justiça.
Vitória da Conquista, 02 de abril de 2009.
A Direção da FAINOR
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A postura ética da FAINOR é a de repudiar qualquer ato de violência ou abuso de autoridades, praticado por quem quer que seja e contra qualquer cidadão e, mais especialmente ainda, quando se trata de um colaborador da Instituição, como é o caso do Professor Eduardo Viana.
A FAINOR jamais foi omissa em relação ao episódio narrado na carta do professor Eduardo. Se houve omissão, certamente foi do denunciante, uma vez que, em momento algum, ele comunicou o triste episódio à Direção da Faculdade. E, além disso, sequer compareceu às reuniões agendadas, de onde, inteirados dos acontecimentos, tomar-se-iam posturas e atitudes.
O episódio em tela, que a FAINOR tomou conhecimento por intermédio de alunos e da imprensa, aconteceu no sábado à noite (dia 28/3). A Direção da Fainor, com o objetivo de inteirar-se mais de perto da situação e, a partir daí, adotar medidas administrativas e judiciais, cabíveis, agendou, para as 11 horas da segunda-feira (30/03), uma reunião com o professor Eduardo Viana. O professor não compareceu, justificando que “estava sem tempo”; diante disso, nova reunião foi agendada para as 11 horas do dia seguinte, terça-feira (dia 31/4). Novamente, o professor Eduardo não compareceu, sendo que, dessa vez, não apresentou qualquer justificativa, simplesmente, não se fez presente.
A Fainor não pode, leviana e intempestivamente, ser acusada de omissa. Muito pelo contrário. Isso porque, mesmo sem ouvir a versão do Professor Eduardo Viana (insistimos, por duas vezes, convidado, para tanto), a maioria dos professores, que ministrava aulas na segunda-feira (dia 30/3), tanto no turno Matutino, quanto, no Noturno, liberou os alunos para uma manifestação no auditório da Faculdade, em apoio ao professor Eduardo Viana. O Coordenador do Curso de Direito da FAINOR, a quem o professor, em sua injusta manifestação, sublinha pelo apoio recebido, assumiu o compromisso de abonar as faltas dos alunos que, na manhã da terça-feira (31/03), se ausentassem das aulas, para integrar a comitiva que fosse reivindicar, do Comando da Polícia, uma apuração rigorosa, acerca da lamentável conduta de alguns de seus membros.
Isso posto, a FAINOR não foi, não é e jamais será omissa quanto às suas obrigações legais, éticas e morais. Trata-se de uma instituição séria, responsável e prudente, razões pelas quais não poderia dar início a quaisquer ações (administrativas, judiciais, etc) sem antes ouvir aquele que, em tese, foi a vítima, consoante se tem notícia através de comentários, ou seja, de forma indireta.
Em última análise, o professor Eduardo Viana foi extremamente infeliz, extemporâneo e, sobretudo, injusto ao dizer que não tem mais coragem de “transitar por corredores gélidos e cínicos” da Fainor. Pelo contrário, professor Eduardo! Nos corredores da Fainor, existem (e transitam) pessoas (funcionários, alunos, professores, mantenedores, além de setores da comunidade de uma forma geral) sérias, honestas, de bom caráter, comedidas e, acima tudo, comprometidas com a Prudência, com a Ética e com a Justiça.
Vitória da Conquista, 02 de abril de 2009.
A Direção da FAINOR








Um comentário:
Sou professor da FAINOR, inclusive Coordenador do Curso de Direito (noturno) e também profissional do Direito.
Desde o primeiro momento que tomei conhecimento, através de comentários dos alunos e da imprensa local, a respeito da prisão ilegal e dos constrangimentos porque passaram o colega Eduardo Viana, manifestei o meu apoio e solidariedade ao referido professor. Eu e os demais colegas da FAINOR, em razão dos comentários que ouvimos, manifestamos o nosso repúdio à ação dos policiais envolvidos no caso da prisão.
Por outro lado, quero registrar também o meu REPÚDIO a muitos trechos da CARTA ABERTA que o colega enviou para os alunos e professores da FAINOR, apesar de ter citado o meu nome como sendo um dos professores que defendeu a sua causa na instituição.
Na carta consta efetivamente algumas informações inverídicas no que se refere à omissão da FAINOR, porque eu sou testemunha de que o Diretor Geral agendou reuniões para a manhã do dia 30/3 (onde o colega justificou que não podia comparecer, vez que estava muito ocupado na produção das peças de representação contra os policiais), bem como reunião para a manhã do dia 31/3 (sendo que o colega sem motivo justificado não compareceu). Sou testemunha de que ouvi o Diretor dizer que o objetivo dessa reunião era "empenhar e hipotecar o mais irrestrito apoio ao professor Eduardo".
Em reunião realizada no dia 03/04 (às 17 horas), na Fainor, inclusive contando com a inestimável presença do Advogado Fábio Macedo (Presidente da OAB), que ali compareceu a convite da Direção Geral, onde se contavam mais de 20 professores, além da Direção, de funcionários e da representação estudantil (CAMAM), TODOS DISSERAM, SEM EXCEÇÃO, que continuavam apoiando a causa de Eduardo contra a violência dos policiais, mas que REPUDIAVAM os termos da sua Carta Aberta, uma vez que a mesma, de forma grosseira, infeliz e precipitada agredia a instituição e todos os seus componentes.
Releia apenas este trecho da carta: "Não tenho coragem, com o perdão da força cogente da expressão, de transitar por corredores gélidos e cínicos" da Fainor, dentre várias outras expressões agressivas, injustas e inveridicas. Isso ofendeu a todos nós da Fainor, porque, como dito na NOTA DE ESCLARECIMENTO, por aqueles corredores, com certeza, a grande maioria dos que transitam são pessoas sérias, de caráter e honestas. Os transeuntes daqueles corredores ("gélidos e cínicos") são alunos, pais de de família, profissionais liberais, comerciantes, advogados, magistrados, promotores, defensores, economistas, médicos, engenheiros, profissionais de administração, saúde, policiais sérios e competentes (que merecem toda a nossa admiração.
Portanto, a carta do professor Eduardo foi infeliz e inoportuna e gerou uma antipatia em praticamente todos aqueles que formam a comunidade FAINOR.
Atenciosamente.
Prof. Sebastião Martins Lopes
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