Junior Patente, http://www.juniorpatente.com/
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Diversas classes trabalhadoras estiveram presentes no ato realizado na Praça Barão do Rio Branco, na manhã desta segunda-feira, 30/3, como parte da programação do Dia de luta em Defesa do Emprego, Direitos Sociais e Desenvolvimento com Valorização do Trabalho promovido pelas Centrais Sindicais em todo o país.
O vice-presidente do Sindicato dos Comerciários de Vitória da Conquista, Guimarães Viana destacou a importância da iniciativa dos sindicatos em realizar este ato: “eu quero aplaudir os gestos de todos esses sindicatos que aqui marcaram presentes. A classe comerciária não poderia estar de fora porque é uma classe que é afetada pela crise”, e denunciou “tem uma prática acontecendo em Vitória da Conquista, onde o trabalhador recebe meio salário e assina como se recebesse o salário mínimo e isso é um absurdo. E o pior, é que mesmo com essa condição, ainda estão sendo demitidos. Quando os patrões dizem que querem reduzir salário para manter emprego não é verdade, a prática está comprovada que é diferente. Longe de nós merecermos essa humilhação”.
Quem também destacou a importância deste momento foi o presidente do SIMMP, César Nolasco. Para ele “eu acho que este momento simboliza o retorno dessa união da classe trabalhadora de Vitória da Conquista que já vinha esquecida há algum tempo. Os professores estão aqui para dizer não às demissões, a toda a política que esteja sendo viabilizada para prejudicar os trabalhadores. Nós somos contra qualquer tipo de corte na administração pública, porque nós não podemos pagar pela crise, muito menos setores essenciais como saúde e educação”.
A categoria mais afetada até agora no Brasil foi a dos metalúrgicos e o presidente dos Sindicato dos Metalúrgicos de Vitória da Conquista e Região, José Medeiro disse que “a categoria veio para a rua para botar um ponto final nessa situação. Hoje é apenas o começo de uma mobilização muito maior e que é mundial. Os metalúrgicos não vão aceitar essa violência cometida contra os trabalhadores, como se eles fossem culpados pela crise instalada em todo o mundo.
Por Júnior Patente
O vice-presidente do Sindicato dos Comerciários de Vitória da Conquista, Guimarães Viana destacou a importância da iniciativa dos sindicatos em realizar este ato: “eu quero aplaudir os gestos de todos esses sindicatos que aqui marcaram presentes. A classe comerciária não poderia estar de fora porque é uma classe que é afetada pela crise”, e denunciou “tem uma prática acontecendo em Vitória da Conquista, onde o trabalhador recebe meio salário e assina como se recebesse o salário mínimo e isso é um absurdo. E o pior, é que mesmo com essa condição, ainda estão sendo demitidos. Quando os patrões dizem que querem reduzir salário para manter emprego não é verdade, a prática está comprovada que é diferente. Longe de nós merecermos essa humilhação”.
Quem também destacou a importância deste momento foi o presidente do SIMMP, César Nolasco. Para ele “eu acho que este momento simboliza o retorno dessa união da classe trabalhadora de Vitória da Conquista que já vinha esquecida há algum tempo. Os professores estão aqui para dizer não às demissões, a toda a política que esteja sendo viabilizada para prejudicar os trabalhadores. Nós somos contra qualquer tipo de corte na administração pública, porque nós não podemos pagar pela crise, muito menos setores essenciais como saúde e educação”.
A categoria mais afetada até agora no Brasil foi a dos metalúrgicos e o presidente dos Sindicato dos Metalúrgicos de Vitória da Conquista e Região, José Medeiro disse que “a categoria veio para a rua para botar um ponto final nessa situação. Hoje é apenas o começo de uma mobilização muito maior e que é mundial. Os metalúrgicos não vão aceitar essa violência cometida contra os trabalhadores, como se eles fossem culpados pela crise instalada em todo o mundo.
Por Júnior Patente








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