Juscelino Souza , A Tarde
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O clima esquentou durante as eleições para diretor e vice-diretor no Colégio Estadual Padre Luiz Palmeira, em Vitória da Conquista, a 509 km de Salvador. Impedida de disputar, por não ter obtido média 7,0 na prova do curso de gestão escolar, a atual diretora, Rita de Cássia Brito, foi acusada de estimular o voto nulo ou branco.
Em correspondência anterior à imprensa, a mesma diretora fez críticas ao sistema, citando falhas e brechas. “Infelizmente, mesmo tendo 16 anos de atuação como professora na rede estadual e uma experiência de sete anos em gestão escolar, foi impedida de me candidatar, já que ao final fiquei com média 6,87”, observou.
Há 12 anos na escola, a professora Rogéria Badareny, da chapa 1, não poupou críticas à colega. “Ela também pediu aos pais que deixassem de votar e adiantou o calendário na extensão rural do colégio, dando férias aos 70 alunos”, disse.
Procurada pela equipe de A TARDE, a diretora não permitiu a presença dos profissionais, alegando ordens da Direc 20 (Diretoria Regional de Educação). “A Direc não quer a imprensa aqui dentro”, bradou a diretora. Nos demais colégios e escolas estaduais, num total de 23, o processo foi tranqüilo. O mandato de diretor e vice-diretor é de três anos.
Segundo a Diretoria Regional de Educação e Cultura (Direc 20), não houve qualquer determinação em relação ao cerceamento do trabalho da imprensa porque, segundo a instituição, o processo é transparente.
A direção do órgão ficou de apurar o caso ocorrido no Padre Palmeira. Em toda jurisdição da Direc 20 existem 39 colégios e escolas, o que amplia para 55 o número de chapas.
“A gente vai ter a oportunidade de escolher e fazer cobranças durante todo o ano letivo ou enquanto permanecer na escola. Isso é importante para o bom andamento das atividades”, destacou a estudante Amanda Bastos.
Em correspondência anterior à imprensa, a mesma diretora fez críticas ao sistema, citando falhas e brechas. “Infelizmente, mesmo tendo 16 anos de atuação como professora na rede estadual e uma experiência de sete anos em gestão escolar, foi impedida de me candidatar, já que ao final fiquei com média 6,87”, observou.
Há 12 anos na escola, a professora Rogéria Badareny, da chapa 1, não poupou críticas à colega. “Ela também pediu aos pais que deixassem de votar e adiantou o calendário na extensão rural do colégio, dando férias aos 70 alunos”, disse.
Procurada pela equipe de A TARDE, a diretora não permitiu a presença dos profissionais, alegando ordens da Direc 20 (Diretoria Regional de Educação). “A Direc não quer a imprensa aqui dentro”, bradou a diretora. Nos demais colégios e escolas estaduais, num total de 23, o processo foi tranqüilo. O mandato de diretor e vice-diretor é de três anos.
Segundo a Diretoria Regional de Educação e Cultura (Direc 20), não houve qualquer determinação em relação ao cerceamento do trabalho da imprensa porque, segundo a instituição, o processo é transparente.
A direção do órgão ficou de apurar o caso ocorrido no Padre Palmeira. Em toda jurisdição da Direc 20 existem 39 colégios e escolas, o que amplia para 55 o número de chapas.
“A gente vai ter a oportunidade de escolher e fazer cobranças durante todo o ano letivo ou enquanto permanecer na escola. Isso é importante para o bom andamento das atividades”, destacou a estudante Amanda Bastos.







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