Uma mulher de 29 anos é a primeira pessoa em 16 anos a conseguir um transplante cardíaco em uma unidade de saúde na Bahia.
Na última segunda-feira, o Hospital Santa Izabel, em Salvador, realizou sua primeira cirurgia desse tipo. A paciente recebeu o coração de um homem dez anos mais velho. Somente em 2008, cinco baianos tiveram de ser levados a hospitais de São Paulo para receber novos órgãos.
A pedido da família, o nome da transplantada não foi revelado.
Desde 1992, nenhum transplante dessa espécie era feito na Bahia e atualmente o Santa Izabel é o único a realizar o procedimento no Estado.
A cirurgia durou cerca de cinco horas, foi considerada bem-sucedida e a previsão é de que a paciente tenha alta em até três semanas.
De acordo com informações da equipe médica, a paciente sofria com lesões em uma das válvulas cardíacas desde os 6 anos de idade. O médico que chefiou a equipe cirúrgica, Ricardo Eloy, explica que o problema se agravou e, aos 13 anos, foi necessária a realização de uma cirurgia. Apesar do procedimento, os sintomas pioraram e o transplante se tornou inevitável. “O músculo do coração estava muito comprometido”, explica o médico.
O marido dela, o atendente de posto de saúde Adriano Lacerda, 30 anos, sonha agora que sua esposa possa ter uma vida normal. Emocionado, Adriano conta que há dois anos ela teve de deixar de trabalhar e mal conseguia fazer atividades simples, como pentear os cabelos ou caminhar. “Vinha uma falta de ar e o cansaço”, lamenta Adriano, que ganha um salário mínimo e, com a doença da esposa, se vira com os afazeres domésticos e ajuda na criação do enteado de 11 anos.
A TARDE
Na última segunda-feira, o Hospital Santa Izabel, em Salvador, realizou sua primeira cirurgia desse tipo. A paciente recebeu o coração de um homem dez anos mais velho. Somente em 2008, cinco baianos tiveram de ser levados a hospitais de São Paulo para receber novos órgãos.
A pedido da família, o nome da transplantada não foi revelado.
Desde 1992, nenhum transplante dessa espécie era feito na Bahia e atualmente o Santa Izabel é o único a realizar o procedimento no Estado.
A cirurgia durou cerca de cinco horas, foi considerada bem-sucedida e a previsão é de que a paciente tenha alta em até três semanas.
De acordo com informações da equipe médica, a paciente sofria com lesões em uma das válvulas cardíacas desde os 6 anos de idade. O médico que chefiou a equipe cirúrgica, Ricardo Eloy, explica que o problema se agravou e, aos 13 anos, foi necessária a realização de uma cirurgia. Apesar do procedimento, os sintomas pioraram e o transplante se tornou inevitável. “O músculo do coração estava muito comprometido”, explica o médico.
O marido dela, o atendente de posto de saúde Adriano Lacerda, 30 anos, sonha agora que sua esposa possa ter uma vida normal. Emocionado, Adriano conta que há dois anos ela teve de deixar de trabalhar e mal conseguia fazer atividades simples, como pentear os cabelos ou caminhar. “Vinha uma falta de ar e o cansaço”, lamenta Adriano, que ganha um salário mínimo e, com a doença da esposa, se vira com os afazeres domésticos e ajuda na criação do enteado de 11 anos.
A TARDE







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