Por Ezequiel Sena
Nesta eleição, mais do que nas anteriores, o exercício da cidadania, mediante o voto, deve acontecer de forma bem mais consciente. Os lastimáveis episódios veiculados pela grande imprensa, no plano federal, serviram de alerta ao cidadão eleitor. Assim, os candidatos hoje em dia devem ter mais cuidado com as promessas e priorizar os interesses do município que tragam benefícios às pessoas, como: emprego, saúde, bem estar, lazer, etc., jamais prometer o que não podem cumprir, pois o eleitor está bem mais informado e seguro da sua decisão. Os candidatos devem merecer o apoio e o voto por seus planos de governo, compromissos e atitudes, independente do partido a que estejam vinculados. Contudo, é importante frisar que para uma avaliação mais consciente o eleitor precisa conhecer mais detalhadamente a proposta de cada candidato.
Considerando o encerramento em 30 de junho, o prazo para as convenções partidárias, além da homologação dos candidatos a vereador, foi dado à largada, Vitória da Conquista já dispõe de três candidatos principais, que disputarão a sucessão do terceiro maior cargo político-administrativo da Bahia. Todos os três são pessoas muito bem conceituadas e que gozam de grande prestígio no seio da sociedade. Pela coligação PDT, PMDB e DEM - o coronel Esmeraldino Correia, tendo como vice o professor Geraldo Botelho; pela coligação PSDB, PTB e PPS - o radialista Hérzem Gusmão, tendo como vice o médico Marco Antonio, e pela coligação PT, PV e PCdoB - o deputado federal Guilherme Menezes, tendo como vice o ex-secretário municipal Ricardo Marques. Com o desenrolar da campanha os eleitor terão melhores condições de conhecer e avaliar as propostas e o perfil de cada candidato, e, com certeza, saberão melhor escolher quem deverá comandar os destinos da cidade nos próximos quatro anos.
.
É no município que vivemos, estudamos, trabalhamos, educamos nossos filhos, buscamos o alimento, o atendimento médico, o hospital, a segurança, o lazer, na verdade o nosso próprio desenvolvimento civilizado, contribuindo, assim, para a formação cultural, patrimonial e histórica da cidade. A preocupação com a participação política das pessoas é um dever de todos, principalmente aqueles que têm o privilégio do conhecer os trâmites internos da política. Percebe-se certo desestímulo de muita gente séria, honesta e até politizada em votar, causado justamente pela decepção causada pelos sucessivos escândalos de alguns dos nossos representantes. No entanto há de se ter em mente que a nossa omissão não é o caminho mais viável para a moralização. O voto por ser um ato livre é um direito democrático, soberano e independente e o exercício da cidadania; anular é agir preconceituosamente contra a própria sociedade em que vive.
Considerando o encerramento em 30 de junho, o prazo para as convenções partidárias, além da homologação dos candidatos a vereador, foi dado à largada, Vitória da Conquista já dispõe de três candidatos principais, que disputarão a sucessão do terceiro maior cargo político-administrativo da Bahia. Todos os três são pessoas muito bem conceituadas e que gozam de grande prestígio no seio da sociedade. Pela coligação PDT, PMDB e DEM - o coronel Esmeraldino Correia, tendo como vice o professor Geraldo Botelho; pela coligação PSDB, PTB e PPS - o radialista Hérzem Gusmão, tendo como vice o médico Marco Antonio, e pela coligação PT, PV e PCdoB - o deputado federal Guilherme Menezes, tendo como vice o ex-secretário municipal Ricardo Marques. Com o desenrolar da campanha os eleitor terão melhores condições de conhecer e avaliar as propostas e o perfil de cada candidato, e, com certeza, saberão melhor escolher quem deverá comandar os destinos da cidade nos próximos quatro anos.
.
É no município que vivemos, estudamos, trabalhamos, educamos nossos filhos, buscamos o alimento, o atendimento médico, o hospital, a segurança, o lazer, na verdade o nosso próprio desenvolvimento civilizado, contribuindo, assim, para a formação cultural, patrimonial e histórica da cidade. A preocupação com a participação política das pessoas é um dever de todos, principalmente aqueles que têm o privilégio do conhecer os trâmites internos da política. Percebe-se certo desestímulo de muita gente séria, honesta e até politizada em votar, causado justamente pela decepção causada pelos sucessivos escândalos de alguns dos nossos representantes. No entanto há de se ter em mente que a nossa omissão não é o caminho mais viável para a moralização. O voto por ser um ato livre é um direito democrático, soberano e independente e o exercício da cidadania; anular é agir preconceituosamente contra a própria sociedade em que vive.







Nenhum comentário:
Postar um comentário