VALMAR HUPSEL FILHO
vhupsel@grupoatarde.com.br
A entrega de cartas e encomendas postais pode ficar prejudicada na Bahia e em diversos estados brasileiros a partir de hoje. A Federação Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telégrafos (Fentect) decidiu pela greve por tempo indeterminado a partir da 0 hora desta terça-feira. O movimento pretende atingir os 33 sindicatos federados. A adesão dos profissionais baianos foi decidida em assembléia realizada na noite de ontem no auditório do Sinergia (Sindicato dos Eletricitários do Estado da Bahia), nas Sete Portas.
Hoje, às 10 horas, os profissionais se reúnem no edifício-sede, na Pituba, para decidir os rumos do movimento. Os grevistas pretendem interromper o serviço de triagem e transbordo e, assim, evitar que os serviços postais cheguem aos Centros de Distribuição.
“Quem mandar um sedex 10 pode ter certeza que ele não vai chegar no prazo”, garantiu a diretora da Fentect e do Sindicato dos Trabalhadores dos Correios e Telégrafos (Sincotelba), Ana Nery Santos. “Os carteiros vão ser os primeiros funcionários a parar”, disse.
REIVINDICAÇÃO Esta é a segunda greve da categoria este ano. Entre 1º e 7 de abril, funcionários dos Correios cruzaram os braços por conta da suspensão do pagamento de um valor fixo de R$ 280. O valor foi estipulado de forma emergencial pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva como um paliativo para o adicional de periculosidade e tinha validade de 90 dias. Em março ele deixou de ser pago.
A categoria reivindica a participação nas discussões em torno da elaboração do Plano de Carreira, Cargos e Salários. “Deveria ter sido negociado, mas os Correios querem impor um plano elaborado por eles sem a participação dos funcionários e com diversas irregularidades apontada pela nossa assessoria jurídica”, reclamou a sindicalista Ana Nery Souza.
Segundo ela, a federação elaborou um PCCS, mas ele não foi levado em consideração pela representação patronal. A categoria reivindica ainda o direito ao adicional de periculosidade, no valor de 30% do salário, uma luta de mais de 15 anos. Na Bahia há 4,8 mil carteiros, cujo piso salarial é de R$ 600. No Brasil são 53 mil.
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A entrega de cartas e encomendas postais pode ficar prejudicada na Bahia e em diversos estados brasileiros a partir de hoje. A Federação Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telégrafos (Fentect) decidiu pela greve por tempo indeterminado a partir da 0 hora desta terça-feira. O movimento pretende atingir os 33 sindicatos federados. A adesão dos profissionais baianos foi decidida em assembléia realizada na noite de ontem no auditório do Sinergia (Sindicato dos Eletricitários do Estado da Bahia), nas Sete Portas.
Hoje, às 10 horas, os profissionais se reúnem no edifício-sede, na Pituba, para decidir os rumos do movimento. Os grevistas pretendem interromper o serviço de triagem e transbordo e, assim, evitar que os serviços postais cheguem aos Centros de Distribuição.
“Quem mandar um sedex 10 pode ter certeza que ele não vai chegar no prazo”, garantiu a diretora da Fentect e do Sindicato dos Trabalhadores dos Correios e Telégrafos (Sincotelba), Ana Nery Santos. “Os carteiros vão ser os primeiros funcionários a parar”, disse.
REIVINDICAÇÃO Esta é a segunda greve da categoria este ano. Entre 1º e 7 de abril, funcionários dos Correios cruzaram os braços por conta da suspensão do pagamento de um valor fixo de R$ 280. O valor foi estipulado de forma emergencial pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva como um paliativo para o adicional de periculosidade e tinha validade de 90 dias. Em março ele deixou de ser pago.
A categoria reivindica a participação nas discussões em torno da elaboração do Plano de Carreira, Cargos e Salários. “Deveria ter sido negociado, mas os Correios querem impor um plano elaborado por eles sem a participação dos funcionários e com diversas irregularidades apontada pela nossa assessoria jurídica”, reclamou a sindicalista Ana Nery Souza.
Segundo ela, a federação elaborou um PCCS, mas ele não foi levado em consideração pela representação patronal. A categoria reivindica ainda o direito ao adicional de periculosidade, no valor de 30% do salário, uma luta de mais de 15 anos. Na Bahia há 4,8 mil carteiros, cujo piso salarial é de R$ 600. No Brasil são 53 mil.







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