JUSCELINO SOUZA, A TARDE
Depois de ter sido colocado em liberdade da cadeia de Palmas de Monte Alto (a 839 quilômetros de Salvador), devido a um engano do oficial de Justiça, o lavrador Adailton Luís Jesus da Silva, 23 anos, ligou para a polícia e pediu para ser preso novamente.
Silva, que estava foragido desde 2005 depois de matar o sogro a facadas, foi detido em 4 de fevereiro deste ano pela Polícia Militar no vizinho município de Malhada e encaminhado à cadeia de Palmas de Monte Alto.
Por volta das 10 horas de anteontem, o oficial de justiça Carlos Alberto Nogueira chegou à delegacia e solicitou ao carcereiro que colocasse em liberdade Adailton Rodrigues, que já havia sido solto.
Afirmando que não perceberam o equívoco, oficial e carcereiro abriram a cela do outro Adailton, o de Jesus da Silva, e lhe presentearam com a liberdade. O delegado de Polícia de Palmas de Monte Alto, Joseberto Ribeiro Cruz, que não estava presente no momento da “trapalhada”, instaurou inquérito para apurar responsabilidades.
Sem conferir o alvará de soltura, pois não sabe ler, Adailton Silva recolheu seus pertences e foi embora, já fazendo planos para voltar à lida na zona rural. Quando chegou em sua casa, surpresa para a família e, mais ainda, para ele ao saber que havia sido solto por engano.
Após ir para casa, Adailton pediu que lessem para ele o que estava no documento, só assim ficou sabendo que o alvará de soltura, expedido pela juíza da Comarca, Márcia da Silva Abreu, se referia a outro Adailton, o Rodrigues, que por sinal havia sido liberado dias atrás.
Dando sinais de que pretende pagar pelo crime que cometeu, ao ter a certeza de que fora liberado de forma irregular, Silva ligou imediatamente para a delegacia para avisar.
“Não sou eu o preso que tinha que ser liberado. Deve ser outro.
Peça aos policiais para virem me prender, pois eu quero cumprir a minha pena na cadeia”, implorou Adailton Silva ao atendente do plantão.
Segundo o plantonista, Silva ainda riu e disse: “Foi bom ter vindo em casa porque ao menos eu pude ver os meus filhos”. A liberdade de Adailton terminou quando o delegado solicitou a dois soldados da Polícia Militar que fossem buscá-lo. Então Miguel Porto e Renério Alkmin foramaté a residência do ex-preso e o conduziram de volta à cadeia municipal.
Depois de ter sido colocado em liberdade da cadeia de Palmas de Monte Alto (a 839 quilômetros de Salvador), devido a um engano do oficial de Justiça, o lavrador Adailton Luís Jesus da Silva, 23 anos, ligou para a polícia e pediu para ser preso novamente.
Silva, que estava foragido desde 2005 depois de matar o sogro a facadas, foi detido em 4 de fevereiro deste ano pela Polícia Militar no vizinho município de Malhada e encaminhado à cadeia de Palmas de Monte Alto.
Por volta das 10 horas de anteontem, o oficial de justiça Carlos Alberto Nogueira chegou à delegacia e solicitou ao carcereiro que colocasse em liberdade Adailton Rodrigues, que já havia sido solto.
Afirmando que não perceberam o equívoco, oficial e carcereiro abriram a cela do outro Adailton, o de Jesus da Silva, e lhe presentearam com a liberdade. O delegado de Polícia de Palmas de Monte Alto, Joseberto Ribeiro Cruz, que não estava presente no momento da “trapalhada”, instaurou inquérito para apurar responsabilidades.
Sem conferir o alvará de soltura, pois não sabe ler, Adailton Silva recolheu seus pertences e foi embora, já fazendo planos para voltar à lida na zona rural. Quando chegou em sua casa, surpresa para a família e, mais ainda, para ele ao saber que havia sido solto por engano.
Após ir para casa, Adailton pediu que lessem para ele o que estava no documento, só assim ficou sabendo que o alvará de soltura, expedido pela juíza da Comarca, Márcia da Silva Abreu, se referia a outro Adailton, o Rodrigues, que por sinal havia sido liberado dias atrás.
Dando sinais de que pretende pagar pelo crime que cometeu, ao ter a certeza de que fora liberado de forma irregular, Silva ligou imediatamente para a delegacia para avisar.
“Não sou eu o preso que tinha que ser liberado. Deve ser outro.
Peça aos policiais para virem me prender, pois eu quero cumprir a minha pena na cadeia”, implorou Adailton Silva ao atendente do plantão.
Segundo o plantonista, Silva ainda riu e disse: “Foi bom ter vindo em casa porque ao menos eu pude ver os meus filhos”. A liberdade de Adailton terminou quando o delegado solicitou a dois soldados da Polícia Militar que fossem buscá-lo. Então Miguel Porto e Renério Alkmin foramaté a residência do ex-preso e o conduziram de volta à cadeia municipal.







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