O prefeito de Camaçari (BA), Luiz Caetano (PT), recebeu nesta quarta-feira um prêmio por realização social concedido pela ADVB (Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil). Caetano foi um dos presos na Operação Navalha, deflagrada pela Polícia Federal no ano passado para investigar fraudes em licitações públicas
O prefeito foi o representante da cidade na premiação do Top Social Nacional. De acordo com a associação, o prêmio foi concedido ao Instituto Professor Raimundo Pinheiro, que administra o projeto Cidade do Saber. Segundo a assessoria de imprensa da Prefeitura de Camaçari, o complexo onde funciona o projeto foi construído pela administração pública.
A assessoria de imprensa da prefeitura também informou que o processo contra Caetano está atualmente no TRF-1 (Tribunal Regional Federal) da 1ª Região, sem ainda ter sido julgado.
Caetano foi acusado de integrar uma suposta quadrilha que fraudava licitações públicas para a realização de obras, como as previstas no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e o Luz Para Todos --ambas do governo federal.
Após ficar preso por sete dias, Caetano chegou a ser interrogado pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça), quando negou as acusações.
O nome do prefeito de Camaçari não está entre os 61 denunciados em maio pela PGR (Procuradoria Geral da República) ao STJ na máfia das obras
O prefeito foi o representante da cidade na premiação do Top Social Nacional. De acordo com a associação, o prêmio foi concedido ao Instituto Professor Raimundo Pinheiro, que administra o projeto Cidade do Saber. Segundo a assessoria de imprensa da Prefeitura de Camaçari, o complexo onde funciona o projeto foi construído pela administração pública.
A assessoria de imprensa da prefeitura também informou que o processo contra Caetano está atualmente no TRF-1 (Tribunal Regional Federal) da 1ª Região, sem ainda ter sido julgado.
Caetano foi acusado de integrar uma suposta quadrilha que fraudava licitações públicas para a realização de obras, como as previstas no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e o Luz Para Todos --ambas do governo federal.
Após ficar preso por sete dias, Caetano chegou a ser interrogado pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça), quando negou as acusações.
O nome do prefeito de Camaçari não está entre os 61 denunciados em maio pela PGR (Procuradoria Geral da República) ao STJ na máfia das obras







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