A Operação Plástico, deflagrada pelas secretarias da Fazenda (Sefaz) e da Segurança Pública (SSP) e com o apoio do Ministério Público da Bahia, e que acontece nos estados da Bahia, Sergipe e Santa Catarina, apreendeu documentos, agendas, mídias e computadores na filial da TAF Indústria de Plásticos Ltda., em Lauro de Freitas, na Mugitec Indústria de Artefatos de Alumínio Ltda., em Vitória da Conquista, e na Premium Construções e Incorporações Ltda., em Barreiras. Segundo informações do MP, a Operação Plástico tem como objetivo prender pessoas ligadas à empresas do setor que sonegam ICMS.
De acordo com dados preliminares da Secretaria da Fazenda, a quadrilha sonegava na Bahia, aproximadamente R$30 milhões por ano.
Os computadores apreendido serão encaminhado para a Delegacia de Polícia Técnica de Crimes para que seja feita uma perícia e a documentação para Secretaria da Fazenda, ambas em Salvador.
João Gaudêncio, delegado que responde pela Delegacia Contra a Administração Pública, com sede em Salvador, com jurisdição em todo o Estado e responsável pela ação em Barreiras, comentou que há cerca de dois anos as empresas vinham sendo investigadas com cruzamento de dados obtidos através de quebra de sigilo bancário e telefônico. "Os dados indicam que, embora trabalhem individualmente, todas as empresas fazem parte de uma mesma célula. A fragmentação visa burlar a fiscalização e obter benefícios fiscais", disse.
Na empresa Premium Engenharia, a Polícia Civil confiscou 10 CPU's e três notebooks, além de agendas, notas fiscais e outros materiais contábeis.
O mandado de busca e apreensão foi emitido pela Juíza de Direito de Lauro de Freitas, Patrícia Sobral, local de origem da empresa suspeita de ser a celular central que originou as demais empresas.
Ainda conforme relatos do delegado, a equipe, que chegou na empresa às 6h, não encontrou resistência por parte da diretoria da Premium Engenharia no momento da abordagem.
Falando em nome da empresa, o diretor José Carlos Marinho falou que a Premium engenharia é uma empresa séria, terceirizada da Coelba, que atende toda a região Oeste da Bahia e conta com um quadro funcional de mais de 600 pessoas. "Sempre compramos e pagamos em dia e recolhemos todos nossos impostos. "Não temos nada a temer. Vamos provar que somos inocentes. Só não vou me aprofundar mais no assunto porque não tenho conhecimento do teor do processo”, afirmou o diretor.(Nova Fronteira)
De acordo com dados preliminares da Secretaria da Fazenda, a quadrilha sonegava na Bahia, aproximadamente R$30 milhões por ano.
Os computadores apreendido serão encaminhado para a Delegacia de Polícia Técnica de Crimes para que seja feita uma perícia e a documentação para Secretaria da Fazenda, ambas em Salvador.
João Gaudêncio, delegado que responde pela Delegacia Contra a Administração Pública, com sede em Salvador, com jurisdição em todo o Estado e responsável pela ação em Barreiras, comentou que há cerca de dois anos as empresas vinham sendo investigadas com cruzamento de dados obtidos através de quebra de sigilo bancário e telefônico. "Os dados indicam que, embora trabalhem individualmente, todas as empresas fazem parte de uma mesma célula. A fragmentação visa burlar a fiscalização e obter benefícios fiscais", disse.
Na empresa Premium Engenharia, a Polícia Civil confiscou 10 CPU's e três notebooks, além de agendas, notas fiscais e outros materiais contábeis.
O mandado de busca e apreensão foi emitido pela Juíza de Direito de Lauro de Freitas, Patrícia Sobral, local de origem da empresa suspeita de ser a celular central que originou as demais empresas.
Ainda conforme relatos do delegado, a equipe, que chegou na empresa às 6h, não encontrou resistência por parte da diretoria da Premium Engenharia no momento da abordagem.
Falando em nome da empresa, o diretor José Carlos Marinho falou que a Premium engenharia é uma empresa séria, terceirizada da Coelba, que atende toda a região Oeste da Bahia e conta com um quadro funcional de mais de 600 pessoas. "Sempre compramos e pagamos em dia e recolhemos todos nossos impostos. "Não temos nada a temer. Vamos provar que somos inocentes. Só não vou me aprofundar mais no assunto porque não tenho conhecimento do teor do processo”, afirmou o diretor.(Nova Fronteira)








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