Os policiais civis ameaçam paralisar o trabalho por 72 horas a partir desta segunda-feira, 11. De acordo com Carlos Lima, presidente do sindicato da categoria, eles não aceitaram a proposta do governo de reajuste de 30% para o triênio (2009 à 2011). "Não é satisfatório. O salário-base do policial civil hoje é R$1.600. Isso não é salário digno para policial. Queremos reajuste de 100%", diz.
A categoria também reivindica melhorias nas condições de trabalho. Lima critica a situação de algumas delegacias como a de furtos e roubos de veículos, que, segundo ele, alaga e a do município de São Gonçalo dos Campos, que, como aponta, funciona em um prédio ameaçado de desabar.
Os policiais vão manter 30% do efetivo de seis mil servidores, garantindo a custódia de presos e levantamento cadavérico. A categoria agendou outras quatro paralisações de 72 horas, entre 20 e 22 de maio, 27 e 29 do mesmo mês e 8 e 10 de junho. No dia 20 de junho, os policiais se reúnem em assembleia para decidir o rumo do protesto. "Se não houver negociação, vamos as últimas consequências", diz o sindicalista, sinalizando que a categoria pode decidir por greve nessa assembleia.
A Tarde
A categoria também reivindica melhorias nas condições de trabalho. Lima critica a situação de algumas delegacias como a de furtos e roubos de veículos, que, segundo ele, alaga e a do município de São Gonçalo dos Campos, que, como aponta, funciona em um prédio ameaçado de desabar.
Os policiais vão manter 30% do efetivo de seis mil servidores, garantindo a custódia de presos e levantamento cadavérico. A categoria agendou outras quatro paralisações de 72 horas, entre 20 e 22 de maio, 27 e 29 do mesmo mês e 8 e 10 de junho. No dia 20 de junho, os policiais se reúnem em assembleia para decidir o rumo do protesto. "Se não houver negociação, vamos as últimas consequências", diz o sindicalista, sinalizando que a categoria pode decidir por greve nessa assembleia.
A Tarde







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