Juscelino Souza, A Tarde
A Polícia Federal de Vitória da Conquista autuou cinco empresas responsáveis pela manutenção de segurança privada não-autorizada e clandestina, incluindo a incumbida da vigilância em uma das maiores festas da região e comandada, segundo investigações, por policiais em desvio de função.
Os nomes das empresas e dos responsáveis não foram informados, o que deve ocorrer ao final da operação – em andamento e sem previsão de término.
Como a maioria está sem cadastro, estima-se que mais de 60 clandestinas ou vigilantes particulares atuem no município Esta é a primeira operação desse tipo já realizada em Conquista, terceiro município da Bahia, com mais de 308 mil habitantes.
Motivada por denúncias e por investigação, os federais listaram ainda empresas que executam ilegalmente serviço de escolta armada em casas lotéricas, lojas, financeiras e outras instituições que transportam malotes. As primeiras apurações apontam nomes de policiais civis e militares envolvidas na direção dos trabalhos.
Para justificar a operação, a PF destaca “o potencial risco a que a população em geral está sujeita, quando empresas mantêm em tais ocasiões um serviço de segurança privada clandestina com pessoal desqualificado
Os nomes das empresas e dos responsáveis não foram informados, o que deve ocorrer ao final da operação – em andamento e sem previsão de término.
Como a maioria está sem cadastro, estima-se que mais de 60 clandestinas ou vigilantes particulares atuem no município Esta é a primeira operação desse tipo já realizada em Conquista, terceiro município da Bahia, com mais de 308 mil habitantes.
Motivada por denúncias e por investigação, os federais listaram ainda empresas que executam ilegalmente serviço de escolta armada em casas lotéricas, lojas, financeiras e outras instituições que transportam malotes. As primeiras apurações apontam nomes de policiais civis e militares envolvidas na direção dos trabalhos.
Para justificar a operação, a PF destaca “o potencial risco a que a população em geral está sujeita, quando empresas mantêm em tais ocasiões um serviço de segurança privada clandestina com pessoal desqualificado







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