Por Afranio Garcez
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O anônimo, conforme se lê no respectivo verbete constante no “Novo Dicionário da Língua Portuguesa”, publicado pela Editora Positivo, Curitiba, Paraná, que é um adjetivo, cujo termo é originado da palavra grega “anónymos” (neste caso latinizado pela palavra anonymu”), caracteriza todo o indivíduo que não possui nome (identidade), é o obscuro, sem denominação, e palavra usada em nossa moderna sociedade para designar todo indivíduo que vive no obscurantismo, às ocultas, nas sombras, aquele que não possui a coragem para se identificar.
Por outro lado, na psicologia moderna já é tratado como o ser humano desprovido de desvio de caráter, que possui medo de se identificar para não despertar a atenção de quem quer que seja. Mas de uma forma ou de outra, acredito eu, que quando uma pessoa usa do anonimato para emitir conceitos, e opiniões, ainda que repleto de razões, vai muito além destes conceitos acima mencionados, pois no fundo, não passa de uma pessoa covarde, triste, sem talento, sem iniciativa, e que vive e usa deste expediente para destratar, e até mesmo para deixar aflorar as suas mais ocultas e perversas frustrações. No fundo, o anônimo, não passa de um coitado e triste mentecapto, alheio e a margem da sociedade que vive, e se alimenta de fuxicos. É um ser que sofre de retardo mental, e que não possui a capacidade de participar de uma comunidade, ou de uma sociedade, de maneira ativa, produzindo e construindo, tanto para o seu bem-estar como para o do seu próximo. É figura esquisita, apagada que não possui luz própria, e nem tampouco inteligência suficiente para analisar os fatos diuturnos, com clareza.
Não possui a coragem para assumir qualquer papel de destaque em “seu pequeno mundinho”. Vivem como párias, e também como apátridas. Não possuem qualidades comprovadas que o façam um verdadeiro ser humano na mais clara acepção da palavra. A figura do anônimo nos remete a lembrança daqueles pobres coitados desprovidos de um intelecto dentro dos padrões aceitáveis, para emitir qualquer conceito ou opinião. Já nasceram derrotados, e como tal, pensam que todos devam ser também de igual forma, ou que também tenha que ser assim. O abutre que vive com a sua própria carniça mental e não resiste em reconhecer nenhuma qualidade de ninguém. Tais animais, ou melhor, seres humanos costumam quando evoluem um pouco se transformar em verdadeiros bajuladores de determinadas pessoas, notadamente do mundo político, pois, como não podem pensar lhes é melhor procurar emprego via a bajulação, do que viver de trabalho honesto e sério, como o faz a grande e esmagadora maioria da nossa população, pois os portadores de tal doença, que aliás não possui cura, não são capazes de gerir os seus próprios pensamentos, e portanto, em alguns casos chegam a beira de outras formas de retardos mentais. Enfim, são preconceituosos, débeis, frágeis, e jamais poderão trilhar um caminho repleto da luz do conhecimento, ou mesmo ter o privilégio de gozar de um pouco da luz solar, pois até neste caso haverão de negar a existência do sol, alegando que ele não existe, pois o dia está nublado. Existe até alguns, que se consideram animais irracionais, pois segundo eles próprios “possui cara limpa”, e em sendo assim, não possui rosto, como o ser humano normal. Tentam por todos os meios possíveis desqualificar pessoas honradas, cultas e honestas, como por exemplo, EZEQUEIEL SENA, PROFESSOR PAULO PIRES, e até o próprio autor deste artigo, pois lhes incomoda o que por estas pessoas escrevem. Mas, o pior de tudo isto, é que o mundo fica um pouco mais poluído, enquanto existir a figura do triste, doente, e já combalido ANÔNIMO!
Por Dr. Afranio Garcez, que nunca viveu e nem viverá do anonimato.
Por outro lado, na psicologia moderna já é tratado como o ser humano desprovido de desvio de caráter, que possui medo de se identificar para não despertar a atenção de quem quer que seja. Mas de uma forma ou de outra, acredito eu, que quando uma pessoa usa do anonimato para emitir conceitos, e opiniões, ainda que repleto de razões, vai muito além destes conceitos acima mencionados, pois no fundo, não passa de uma pessoa covarde, triste, sem talento, sem iniciativa, e que vive e usa deste expediente para destratar, e até mesmo para deixar aflorar as suas mais ocultas e perversas frustrações. No fundo, o anônimo, não passa de um coitado e triste mentecapto, alheio e a margem da sociedade que vive, e se alimenta de fuxicos. É um ser que sofre de retardo mental, e que não possui a capacidade de participar de uma comunidade, ou de uma sociedade, de maneira ativa, produzindo e construindo, tanto para o seu bem-estar como para o do seu próximo. É figura esquisita, apagada que não possui luz própria, e nem tampouco inteligência suficiente para analisar os fatos diuturnos, com clareza.
Não possui a coragem para assumir qualquer papel de destaque em “seu pequeno mundinho”. Vivem como párias, e também como apátridas. Não possuem qualidades comprovadas que o façam um verdadeiro ser humano na mais clara acepção da palavra. A figura do anônimo nos remete a lembrança daqueles pobres coitados desprovidos de um intelecto dentro dos padrões aceitáveis, para emitir qualquer conceito ou opinião. Já nasceram derrotados, e como tal, pensam que todos devam ser também de igual forma, ou que também tenha que ser assim. O abutre que vive com a sua própria carniça mental e não resiste em reconhecer nenhuma qualidade de ninguém. Tais animais, ou melhor, seres humanos costumam quando evoluem um pouco se transformar em verdadeiros bajuladores de determinadas pessoas, notadamente do mundo político, pois, como não podem pensar lhes é melhor procurar emprego via a bajulação, do que viver de trabalho honesto e sério, como o faz a grande e esmagadora maioria da nossa população, pois os portadores de tal doença, que aliás não possui cura, não são capazes de gerir os seus próprios pensamentos, e portanto, em alguns casos chegam a beira de outras formas de retardos mentais. Enfim, são preconceituosos, débeis, frágeis, e jamais poderão trilhar um caminho repleto da luz do conhecimento, ou mesmo ter o privilégio de gozar de um pouco da luz solar, pois até neste caso haverão de negar a existência do sol, alegando que ele não existe, pois o dia está nublado. Existe até alguns, que se consideram animais irracionais, pois segundo eles próprios “possui cara limpa”, e em sendo assim, não possui rosto, como o ser humano normal. Tentam por todos os meios possíveis desqualificar pessoas honradas, cultas e honestas, como por exemplo, EZEQUEIEL SENA, PROFESSOR PAULO PIRES, e até o próprio autor deste artigo, pois lhes incomoda o que por estas pessoas escrevem. Mas, o pior de tudo isto, é que o mundo fica um pouco mais poluído, enquanto existir a figura do triste, doente, e já combalido ANÔNIMO!
Por Dr. Afranio Garcez, que nunca viveu e nem viverá do anonimato.








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