Andréa Moreira , A Tarde
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Com apenas 120 bolsas de sangue, somente cinco das quais de doadores universais (compatíveis com todos os tipos sanguíneos), o Banco de Sangue da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna ameaça cancelar cirurgias. De acordo com o coordenador administrativo, André Minervino, a doação não chega a 20 bolsas diárias nesta época do ano. “O período de férias é o pior para nós. O ideal é uma média diária de 50 doações e infelizmente isso não está acontecendo”, relata.
Minervino explica que a preocupação maior é com as cirurgias cardíacas, nas quais são usadas mais de 25 bolsas. “Se o paciente for RH negativo, o atual estoque não atende à demanda e será preciso adiar ou solicitar ajuda a outros bancos”.
O banco abastece aos quatro hospitais da cidade, além de 123 municípios. “O Hospital de Base de Itabuna atende a muitos casos graves. Necessita de mais de 500 bolsas por mês, sobretudo neste período, quando acontecem muitos acidentes”, destaca.
Por mês são coletadas cerca de 1.100 bolsas de sangue, sendo que o número ideal seria 1.500. Para aumentar o número de doações, a coordenação solicita a ajuda da população. “Nós pedimos às comunidades e empresas que façam campanhas. Deslocaremos uma equipe até o local para fazer a coleta”.
Mas mesmo com as campanhas de esclarecimento, muitas pessoas ainda temem doar sangue. De acordo com o coordenador de captação, Rosivaldo Ribeiro, menos de 30% dos doadores que procuram o banco são fidelizados. “As pessoas acreditam em mitos, como se doar afina ou engrossa o sangue e que ainda podem emagrecer ou engordar. E tudo isso é mentira. Não há problema algum em doar”, esclarece o coordenador. Todo o sangue coletado passa por mais de dez exames, a exemplo de HIV, sífilis, doença de chagas, HTLV 1 e 2, hepatites B e C.
São doadores aptos pessoas acima de 18 anos, com peso superior a 50 quilos, que apresentem boa saúde. Somente pessoas com doenças hematológicas, como hepatite, vírus HIV, doença de Chagas, malária, sífilis, não podem doar. O banco de sangue de Itabuna funciona na Santa Casa de Misericórdia e atende de segunda a sexta-feira, das 8 às 17 horas e aos sábados até o meio-dia.
Minervino explica que a preocupação maior é com as cirurgias cardíacas, nas quais são usadas mais de 25 bolsas. “Se o paciente for RH negativo, o atual estoque não atende à demanda e será preciso adiar ou solicitar ajuda a outros bancos”.
O banco abastece aos quatro hospitais da cidade, além de 123 municípios. “O Hospital de Base de Itabuna atende a muitos casos graves. Necessita de mais de 500 bolsas por mês, sobretudo neste período, quando acontecem muitos acidentes”, destaca.
Por mês são coletadas cerca de 1.100 bolsas de sangue, sendo que o número ideal seria 1.500. Para aumentar o número de doações, a coordenação solicita a ajuda da população. “Nós pedimos às comunidades e empresas que façam campanhas. Deslocaremos uma equipe até o local para fazer a coleta”.
Mas mesmo com as campanhas de esclarecimento, muitas pessoas ainda temem doar sangue. De acordo com o coordenador de captação, Rosivaldo Ribeiro, menos de 30% dos doadores que procuram o banco são fidelizados. “As pessoas acreditam em mitos, como se doar afina ou engrossa o sangue e que ainda podem emagrecer ou engordar. E tudo isso é mentira. Não há problema algum em doar”, esclarece o coordenador. Todo o sangue coletado passa por mais de dez exames, a exemplo de HIV, sífilis, doença de chagas, HTLV 1 e 2, hepatites B e C.
São doadores aptos pessoas acima de 18 anos, com peso superior a 50 quilos, que apresentem boa saúde. Somente pessoas com doenças hematológicas, como hepatite, vírus HIV, doença de Chagas, malária, sífilis, não podem doar. O banco de sangue de Itabuna funciona na Santa Casa de Misericórdia e atende de segunda a sexta-feira, das 8 às 17 horas e aos sábados até o meio-dia.
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