Um dia depois da morte de uma adolescente por afogamento na piscina de um condomínio na Estrada do Coco, mais um caso foi registrado, desta vez em um clube de Salvador. A vítima foi um menino de 5 anos. O corpo de Vitor Vilaverde Souza foi enterrado na tarde desta segunda-feira (5).
A emoção tomou conta do velório do garoto. A criança morreu afogada domingo (4) na sede de praia do Esporte Clube Bahia, onde foi passar o domingo em companhia da mãe e da tia.
O garoto teria sido socorrido por um salva-vida do clube depois de ser encontrado desacordado dentro da piscina. Durante o enterro, os parentes pediram apuração do caso. ‘Um funcionário que tinha lá deu uma de salva-vidas. Não tinha salva-vidas. De jeito nenhum’, afirma André dos Anjos, tio da criança.
O caso é investigado pela 9ª Delegacia, que espera divulgação do laudo com a causa da morte para ouvir as testemunhas. ‘Tudo leva a crer, pelo começo das investigações, que foi um acidente, mas a gente vai esperar o laudo para saber se houve negligência de qualquer um dos seres humanos que estivesse perto dessa criança’, revela o chefe de investigação Nilson Souza.
A assessoria do Bahia informou que a piscina tem salva-vidas durante todo o período em que fica aberta ao público e que teria sido o profissional do clube quem retirou Vítor da água ainda com vida. A diretoria acredita que a morte do garoto foi uma fatalidade.
Vitor foi a segunda vítima de afogamento em piscina neste começo de ano, na Bahia. O primeiro caso aconteceu no dia 2 de janeiro e terminou com a morte de uma estudante de 13 anos. Jaqueline Lima Rezende de Almeida aproveitava o feriado no condomínio Villas do Jacuípe, no Litoral Norte.
A garota tomava banho quando ficou presa pelos cabelos no sugador que faz a filtragem da piscina. A estudante passou dez minutos debaixo d’água até ser retirada. Ela foi levada para o Hospital Geral do Estado (HGE), onde morreu sábado (3) de madrugada. A morte é investigada pela Delegacia de Vila de Abrantes.
BATV
A emoção tomou conta do velório do garoto. A criança morreu afogada domingo (4) na sede de praia do Esporte Clube Bahia, onde foi passar o domingo em companhia da mãe e da tia.
O garoto teria sido socorrido por um salva-vida do clube depois de ser encontrado desacordado dentro da piscina. Durante o enterro, os parentes pediram apuração do caso. ‘Um funcionário que tinha lá deu uma de salva-vidas. Não tinha salva-vidas. De jeito nenhum’, afirma André dos Anjos, tio da criança.
O caso é investigado pela 9ª Delegacia, que espera divulgação do laudo com a causa da morte para ouvir as testemunhas. ‘Tudo leva a crer, pelo começo das investigações, que foi um acidente, mas a gente vai esperar o laudo para saber se houve negligência de qualquer um dos seres humanos que estivesse perto dessa criança’, revela o chefe de investigação Nilson Souza.
A assessoria do Bahia informou que a piscina tem salva-vidas durante todo o período em que fica aberta ao público e que teria sido o profissional do clube quem retirou Vítor da água ainda com vida. A diretoria acredita que a morte do garoto foi uma fatalidade.
Vitor foi a segunda vítima de afogamento em piscina neste começo de ano, na Bahia. O primeiro caso aconteceu no dia 2 de janeiro e terminou com a morte de uma estudante de 13 anos. Jaqueline Lima Rezende de Almeida aproveitava o feriado no condomínio Villas do Jacuípe, no Litoral Norte.
A garota tomava banho quando ficou presa pelos cabelos no sugador que faz a filtragem da piscina. A estudante passou dez minutos debaixo d’água até ser retirada. Ela foi levada para o Hospital Geral do Estado (HGE), onde morreu sábado (3) de madrugada. A morte é investigada pela Delegacia de Vila de Abrantes.
BATV








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