Cerca de 25 vereadores de Vitória da Conquista e região partiram ontem rumo a Brasília para pressionar a votação e aprovação no Senado da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 20-2008, que prevê aumento do número de vereadores no país.
Caso a PEC dos vereadores, como ficou conhecida, seja aprovada, o número de vereadores na Bahia crescerá em 18,5%. Serão 4.579 parlamentares, 715 vereadores a mais que os 3.664 eleitos no último dia 5 de outubro. Em Vitória da Conquista, o aumento é de 55%, saindo de 15 para 23 vereadores.
O texto proposto recebeu parecer favorável da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado e precisa passar por duas rodadas de votação em plenário antes de ser colocada em prática.
A expectativa é que a aprovação aconteça antes desta quinta-feira, quando senadores e deputados encerram as atividades de 2008 em Brasília, para que a mudança passe a valer já em 2009.
Os vereadores Lígia Matos (PT), Ataíde Macedo (PSB), Eduardo Mesquita (PHS) e José Willian (Dem), que podem voltar à casa legislativa da cidade se a PEC for aprovada, estão na comitiva que saiu ontem de Conquista.
Hoje, os vereadores participam da sessão no Senado que discute a PEC. A proposta foi para a pauta da sessão de hoje após muitas reivindicações. Incentivados pelo seu relator, o senador César Borges (PR-BA), vereadores do Brasil inteiro estão em Brasília contando com a aprovação da emenda.
POLÊMICAS – As principais discordâncias em Brasília são referentes às verbas dos vereadores. A proposta de César Borges encaminhada para votação em plenário deixa a questão para ser discutida em outro momento, mantendo os repasses para as Câmaras mesmo com o aumento de vereadores, o que para muitos é impossível, pois a verba de gabinete que será sacrificada.
A vereadora Lígia Matos (PT-BA) afirma que alguns parlamentares são contra o aumento de vagas por terem montado grandes estruturas em seus gabinetes. “Foram criados verdadeiros marajás nas Câmaras porque reduziram o número de vereadores e o repasse de recursos ficou o mesmo”.
Enquanto a discussão acontecia no Salão Azul do Senado, os líderes na Casa não conseguiram chegar a um acordo de votações. O impasse é o projeto que cria o Fundo Soberano, que a oposição se recusa a debater e o governo vê como prioridade.
*Com informações do G1.
(Ailton Fernandes/A Semana*)
Caso a PEC dos vereadores, como ficou conhecida, seja aprovada, o número de vereadores na Bahia crescerá em 18,5%. Serão 4.579 parlamentares, 715 vereadores a mais que os 3.664 eleitos no último dia 5 de outubro. Em Vitória da Conquista, o aumento é de 55%, saindo de 15 para 23 vereadores.
O texto proposto recebeu parecer favorável da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado e precisa passar por duas rodadas de votação em plenário antes de ser colocada em prática.
A expectativa é que a aprovação aconteça antes desta quinta-feira, quando senadores e deputados encerram as atividades de 2008 em Brasília, para que a mudança passe a valer já em 2009.
Os vereadores Lígia Matos (PT), Ataíde Macedo (PSB), Eduardo Mesquita (PHS) e José Willian (Dem), que podem voltar à casa legislativa da cidade se a PEC for aprovada, estão na comitiva que saiu ontem de Conquista.
Hoje, os vereadores participam da sessão no Senado que discute a PEC. A proposta foi para a pauta da sessão de hoje após muitas reivindicações. Incentivados pelo seu relator, o senador César Borges (PR-BA), vereadores do Brasil inteiro estão em Brasília contando com a aprovação da emenda.
POLÊMICAS – As principais discordâncias em Brasília são referentes às verbas dos vereadores. A proposta de César Borges encaminhada para votação em plenário deixa a questão para ser discutida em outro momento, mantendo os repasses para as Câmaras mesmo com o aumento de vereadores, o que para muitos é impossível, pois a verba de gabinete que será sacrificada.
A vereadora Lígia Matos (PT-BA) afirma que alguns parlamentares são contra o aumento de vagas por terem montado grandes estruturas em seus gabinetes. “Foram criados verdadeiros marajás nas Câmaras porque reduziram o número de vereadores e o repasse de recursos ficou o mesmo”.
Enquanto a discussão acontecia no Salão Azul do Senado, os líderes na Casa não conseguiram chegar a um acordo de votações. O impasse é o projeto que cria o Fundo Soberano, que a oposição se recusa a debater e o governo vê como prioridade.
*Com informações do G1.
(Ailton Fernandes/A Semana*)








Um comentário:
Eles teem razão a vaga é bem mais importante, que os votos dos ELEITORES!. Eng.Waldemar Pereira da Anunciação.
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