Capítulo I
Com o lançamento pelo PCdoB da candidatura de Fabrício, começa a largada da corrida sucessória da Câmara.
Ao que tudo indica será mesmo uma disputa de bastidores, onde já estão a acontecer articulações intensas.
Pelo PT, partido que elegeu 05 vereadores, disputam 02 candidatos: o reeleito Fernando Jacaré e o novato Gildásio dos Campinhos. Os informes que chegam é que nenhum dos dois consegue o consenso interno. O primeiro porque é muito ligado ao Deputado Waldenor Pereira, que sairia fortalecido, tendo um dos seus liderados assumindo o segundo cargo mais importante do Município. O segundo porque falta densidade política, experiência legislativa e é tido como um seguidor acrítico do prefeito eleito. Não bastante, pesa sobre Gildásio a desconfiança de não ter sido um petista histórico, mas aderente ao projeto de governo, pós vitória eleitoral de 1996.
Nestas circunstâncias, novamente vai recair sobre Guilherme (como no impasse do vice), a escolha do novo presidente do Legislativo. O prefeito teria algumas e boas alternativas: a primeira é convencer Dr. Ademir, vereador mais votado da cidade, com uma folha de serviços prestados à comunidade, apoiar um candidato de outra legenda aliada, Fabrício ou Gilzete Moreira do PSB ou partir mesmo pra eleger Gildásio Silveira, que até recentemente era seu assessor parlamentar e homem de confiança.
Ao que tudo indica, o vereador Fernando Jacaré, com apoio apenas de Alexandre Pereira, é carta fora do baralho. Mas isso é outra história.
Continuaremos na próxima semana.
Com o lançamento pelo PCdoB da candidatura de Fabrício, começa a largada da corrida sucessória da Câmara.
Ao que tudo indica será mesmo uma disputa de bastidores, onde já estão a acontecer articulações intensas.
Pelo PT, partido que elegeu 05 vereadores, disputam 02 candidatos: o reeleito Fernando Jacaré e o novato Gildásio dos Campinhos. Os informes que chegam é que nenhum dos dois consegue o consenso interno. O primeiro porque é muito ligado ao Deputado Waldenor Pereira, que sairia fortalecido, tendo um dos seus liderados assumindo o segundo cargo mais importante do Município. O segundo porque falta densidade política, experiência legislativa e é tido como um seguidor acrítico do prefeito eleito. Não bastante, pesa sobre Gildásio a desconfiança de não ter sido um petista histórico, mas aderente ao projeto de governo, pós vitória eleitoral de 1996.
Nestas circunstâncias, novamente vai recair sobre Guilherme (como no impasse do vice), a escolha do novo presidente do Legislativo. O prefeito teria algumas e boas alternativas: a primeira é convencer Dr. Ademir, vereador mais votado da cidade, com uma folha de serviços prestados à comunidade, apoiar um candidato de outra legenda aliada, Fabrício ou Gilzete Moreira do PSB ou partir mesmo pra eleger Gildásio Silveira, que até recentemente era seu assessor parlamentar e homem de confiança.
Ao que tudo indica, o vereador Fernando Jacaré, com apoio apenas de Alexandre Pereira, é carta fora do baralho. Mas isso é outra história.
Continuaremos na próxima semana.







Um comentário:
Dr Ademir e Fabrício - muito boa essa chapa a presidência da câmara de vereadores.J Dean.
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