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Lojas com estoque cheio e poucos clientes. São as concessionárias de veículos de Salvador depois da crise econômica mundial. Mesmo com os juros em queda e descontos de mais de R$ 3 mil, muita gente está adiando a compra do carro novo.
A rodinha entre os vendedores é sinal de falta de cliente. Preocupação para quem ganha a vida com as vendas. ‘Hoje a gente fica apreensivo, mas a gente tenta fazer o possível para que não repasse isso para ninguém. A gente tem que estar aqui para oferecer o melhor e levar a bola pra frente. Tem que ser otimista’, revela o vendedor Alex Carvalho.
Haja otimismo, afinal no mês passado as vendas caíram 13% em relação a setembro. O número é da Fenabrav – Federação Nacional dos Distribuidores de Veículos da Bahia.
Para o diretor da entidade, Luiz Pimenta, o motivo da queda é que depois da crise mundial, o financiamento do banco das montadoras ficou menos atraente ao consumidor. ‘O crédito hoje é mais analisado pelas financeiras que exigem maior entrada’, explica.
Os juros subiram, mas segundo o gerente de concessionária, Rubens Darze, já começam a cair. ‘Chegou a 2.2%, 2.3% e hoje está, em média, entre 1.75% e 1.80%. Então, eu acho que é um excelente momento para aproveitar os bônus e as taxas que estão caindo’, avalia.
Apesar dos revendedores tentarem seduzir os clientes com taxas de juros menores, este efeito otimismo ainda não trouxe resultado. Numa concessionária, há três meses, quando ainda não se ouvia falar em crise externa e o mercado estava aquecido, o estoque era de 80 carros novos. Hoje, o pátio tem 300 veículos à espera de compradores.
Em Camaçari, a fábrica da Ford ampliou em 20 dias o período de férias coletivas dos funcionários a partir de dezembro.
Numa revendedora, em Salvador, o engenheiro agrônomo Jackson Ladeia, verificou taxas de juros, descontos e resolveu esperar. ‘Estou comprando um carro novo e eles estão me dando um bônus de R$ 3 mil. Estou vendo carro similiar com bônus de R$ 7 ou R$ 8 mil, então vou esperar mais 15 dias esperançoso de que o bônus vai aumentar.
A rodinha entre os vendedores é sinal de falta de cliente. Preocupação para quem ganha a vida com as vendas. ‘Hoje a gente fica apreensivo, mas a gente tenta fazer o possível para que não repasse isso para ninguém. A gente tem que estar aqui para oferecer o melhor e levar a bola pra frente. Tem que ser otimista’, revela o vendedor Alex Carvalho.
Haja otimismo, afinal no mês passado as vendas caíram 13% em relação a setembro. O número é da Fenabrav – Federação Nacional dos Distribuidores de Veículos da Bahia.
Para o diretor da entidade, Luiz Pimenta, o motivo da queda é que depois da crise mundial, o financiamento do banco das montadoras ficou menos atraente ao consumidor. ‘O crédito hoje é mais analisado pelas financeiras que exigem maior entrada’, explica.
Os juros subiram, mas segundo o gerente de concessionária, Rubens Darze, já começam a cair. ‘Chegou a 2.2%, 2.3% e hoje está, em média, entre 1.75% e 1.80%. Então, eu acho que é um excelente momento para aproveitar os bônus e as taxas que estão caindo’, avalia.
Apesar dos revendedores tentarem seduzir os clientes com taxas de juros menores, este efeito otimismo ainda não trouxe resultado. Numa concessionária, há três meses, quando ainda não se ouvia falar em crise externa e o mercado estava aquecido, o estoque era de 80 carros novos. Hoje, o pátio tem 300 veículos à espera de compradores.
Em Camaçari, a fábrica da Ford ampliou em 20 dias o período de férias coletivas dos funcionários a partir de dezembro.
Numa revendedora, em Salvador, o engenheiro agrônomo Jackson Ladeia, verificou taxas de juros, descontos e resolveu esperar. ‘Estou comprando um carro novo e eles estão me dando um bônus de R$ 3 mil. Estou vendo carro similiar com bônus de R$ 7 ou R$ 8 mil, então vou esperar mais 15 dias esperançoso de que o bônus vai aumentar.








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