Subiu para 123 o número de municípios baianos em situação de emergência por causa da seca, segundo a Coordenação de Defesa Civil do Estado.
O último a decretar situação de emergência foi Itabuna, no Sul da Bahia. Por causa da estiagem há mais de dois meses, os quase 200 mil moradores do município estão, desde quarta-feira (29), sendo obrigados a racionar água.
A família do produtor rural Arnaldo Novaes está usando a água do vizinho. 'Tem um tanque mais amplo para nosso uso', diz o agricultor.
Em Itabuna, 80 bairros estão com o abastecimento racionado por causa da seca, o que levou a prefeitura a decretar situação de emergência.
Na estrada para Ilhéus, o perigo são os focos de incêndio. O vento leva a fumaça para a pista, atrapalhando a visão dos motoristas. Por isso, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) está em alerta. 'Quando o motorista perceber a cortina de fumaça, não frear de vez, andar devagar e, ao ultrapassar essa cortina de fumaça, ele terá uma visão melhor do que está acontecendo pela frente', orienta o tenente Antônio de Oliveira.
Quase quatro mil focos foram registrados na Bahia só em outubro. A região de Juazeiro é uma das mais atingidas. O problema são os agricultores que usam o fogo para limpar o terreno para o próximo plantio. Com a temperatura, em média, de 36 graus e a vegetação seca, muitos acabam perdendo o controle e provocando incêndios.
O Corpo de Bombeiros está orientando os agricultores a construir valas que impedem que o fogo se espalhe, os chamados aceiros.
O sol forte também castiga as plantações de hortaliças no Sudoeste do estado. O pequeno produtor Ranulfo Prado diz que o prejuízo só não é maior porque a fazenda tem um poço artesiano. Mesmo assim, ele precisa limitar o uso da água por causa da estiagem. 'Se não chover por esses 30 dias, vai ficar meio feio aqui pra gente', prevê.
O efeito da seca está na qualidade dos produtos. A maioria das hortaliças se desenvolveu bem menos do que o esperado.
A estiagem que vem castigando várias regiões da Bahia só deve acabar entre o fim de novembro e o início de dezembro, quando está previsto o começo do período de chuva, que coincide com a chegada do verão, de acordo com o serviço de meteorologia do estado.
O último a decretar situação de emergência foi Itabuna, no Sul da Bahia. Por causa da estiagem há mais de dois meses, os quase 200 mil moradores do município estão, desde quarta-feira (29), sendo obrigados a racionar água.
A família do produtor rural Arnaldo Novaes está usando a água do vizinho. 'Tem um tanque mais amplo para nosso uso', diz o agricultor.
Em Itabuna, 80 bairros estão com o abastecimento racionado por causa da seca, o que levou a prefeitura a decretar situação de emergência.
Na estrada para Ilhéus, o perigo são os focos de incêndio. O vento leva a fumaça para a pista, atrapalhando a visão dos motoristas. Por isso, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) está em alerta. 'Quando o motorista perceber a cortina de fumaça, não frear de vez, andar devagar e, ao ultrapassar essa cortina de fumaça, ele terá uma visão melhor do que está acontecendo pela frente', orienta o tenente Antônio de Oliveira.
Quase quatro mil focos foram registrados na Bahia só em outubro. A região de Juazeiro é uma das mais atingidas. O problema são os agricultores que usam o fogo para limpar o terreno para o próximo plantio. Com a temperatura, em média, de 36 graus e a vegetação seca, muitos acabam perdendo o controle e provocando incêndios.
O Corpo de Bombeiros está orientando os agricultores a construir valas que impedem que o fogo se espalhe, os chamados aceiros.
O sol forte também castiga as plantações de hortaliças no Sudoeste do estado. O pequeno produtor Ranulfo Prado diz que o prejuízo só não é maior porque a fazenda tem um poço artesiano. Mesmo assim, ele precisa limitar o uso da água por causa da estiagem. 'Se não chover por esses 30 dias, vai ficar meio feio aqui pra gente', prevê.
O efeito da seca está na qualidade dos produtos. A maioria das hortaliças se desenvolveu bem menos do que o esperado.
A estiagem que vem castigando várias regiões da Bahia só deve acabar entre o fim de novembro e o início de dezembro, quando está previsto o começo do período de chuva, que coincide com a chegada do verão, de acordo com o serviço de meteorologia do estado.








Um comentário:
...,e o projeto da barragem do rio Pardo...,engavetaram!.
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