Por Diêgo Gomes
Estava assistindo ontem, (quinta-feira, 21/08) a final do Vôlei de Paia entre Brasil e EUA. Todos já sabem, o Brasil perdeu mas... Mas não é esse o tema em questão e sim “as meninas e o GALVÃO”. Desde que me conheço como gente Galvão Bueno transmite os principais eventos em que o esporte brasileiro está participando, seja Copa do Mundo (Futebol/Vôlei), Olimpíadas, Panamericano.
Ele não narra o jogo, ele vive o jogo. Ele não tem calma, ele impacienta e deixa o telespectador aflito/nervoso e, ontem, mais uma vez aconteceu. As meninas (namorada e cunhada), que estavam assistindo a transmissão da partida sofriam, sofriam, vibravam, vibravam, sofriam e sofriam respectivamente a cada set.
Em um momento, fiz a seguinte proposta: deixa a TV sem volume e apenas assista as imagens. Dito e feito, a aflição passou no momento “mudo” da televisão, a tranqüilidade voltou ao reino familiar. Mas, elas não gostaram, elas gostam da emoção, do sofrimento, afinal é Brasil, é o País representado por mortais igual ao outro qualquer.
O apresentador também é um mortal, mas ele se imortalizou nas telas e nas mentes das pessoas, por “representar” enquanto ser humano o sofrimento de milhões e milhões de pessoas.
Façam o teste, continuem torcendo pelo Brasil, sempre, mas assistam minutos de uma transmissão sem o áudio, o sofrimento não existirá e mais, você terá sua própria visão do jogo. Um abraço!
Estava assistindo ontem, (quinta-feira, 21/08) a final do Vôlei de Paia entre Brasil e EUA. Todos já sabem, o Brasil perdeu mas... Mas não é esse o tema em questão e sim “as meninas e o GALVÃO”. Desde que me conheço como gente Galvão Bueno transmite os principais eventos em que o esporte brasileiro está participando, seja Copa do Mundo (Futebol/Vôlei), Olimpíadas, Panamericano.
Ele não narra o jogo, ele vive o jogo. Ele não tem calma, ele impacienta e deixa o telespectador aflito/nervoso e, ontem, mais uma vez aconteceu. As meninas (namorada e cunhada), que estavam assistindo a transmissão da partida sofriam, sofriam, vibravam, vibravam, sofriam e sofriam respectivamente a cada set.
Em um momento, fiz a seguinte proposta: deixa a TV sem volume e apenas assista as imagens. Dito e feito, a aflição passou no momento “mudo” da televisão, a tranqüilidade voltou ao reino familiar. Mas, elas não gostaram, elas gostam da emoção, do sofrimento, afinal é Brasil, é o País representado por mortais igual ao outro qualquer.
O apresentador também é um mortal, mas ele se imortalizou nas telas e nas mentes das pessoas, por “representar” enquanto ser humano o sofrimento de milhões e milhões de pessoas.
Façam o teste, continuem torcendo pelo Brasil, sempre, mas assistam minutos de uma transmissão sem o áudio, o sofrimento não existirá e mais, você terá sua própria visão do jogo. Um abraço!







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