JUSCELINO SOUZA, A TARDE
celinosouza@grupoatarde.com.br
A polícia frustrou a entrega de um “banquete” inusitado encomendado por Reginal Santos Barreto, detento do Complexo Policial de Itapetinga (a 590 km de Salvador). A encomenda, solicitada a um motoboy, estava numa sacola plástica com 3 kg de farofa de ovos e lingüiça recheada de maconha.
Para auxiliar a digestão da farofa, o preso ainda teria à disposição um refrigerante de 2 litros, incluído no cardápio.
Barreto e os companheiros de cela ficaram só na vontade.
Ao conferir o conteúdo, a polícia descobriu a mistura e interrogou o motoboy, cujo nome não foi divulgado.
Segundo o entregador, ele apenas cumpriu a solicitação de um cliente para a prestação de serviço. O chefe de custódia da Polícia Civil, Roberto Gomes, disse que foi informado por um dos agentes de plantão e que, ao segurar a sacola, percebeu um odor muito forte, “típico de maconha”.
Gomes cortou um dos pedaços de lingüiça e encontrou uma porção de maconha. “Em todos os pedaços da lingüiça havia recheio de maconha”, atestou o policial.
O delegado Roberto Júnior, por sua vez, determinou buscas no Bairro Vila Riachão, de onde teria partido a encomenda. A equipe informou que não conseguiu localizar os remetentes da encomenda.
O motoboy deve retornar ao Complexo Policial para fornecer novas informações, sob pena de ser indiciado como co-autor. O rapaz, que não quis se identificar, disse ter ficado perplexo ao tomar conhecimento da maconha na farofa. A “refeição” vai ser periciada.
A polícia frustrou a entrega de um “banquete” inusitado encomendado por Reginal Santos Barreto, detento do Complexo Policial de Itapetinga (a 590 km de Salvador). A encomenda, solicitada a um motoboy, estava numa sacola plástica com 3 kg de farofa de ovos e lingüiça recheada de maconha.
Para auxiliar a digestão da farofa, o preso ainda teria à disposição um refrigerante de 2 litros, incluído no cardápio.
Barreto e os companheiros de cela ficaram só na vontade.
Ao conferir o conteúdo, a polícia descobriu a mistura e interrogou o motoboy, cujo nome não foi divulgado.
Segundo o entregador, ele apenas cumpriu a solicitação de um cliente para a prestação de serviço. O chefe de custódia da Polícia Civil, Roberto Gomes, disse que foi informado por um dos agentes de plantão e que, ao segurar a sacola, percebeu um odor muito forte, “típico de maconha”.
Gomes cortou um dos pedaços de lingüiça e encontrou uma porção de maconha. “Em todos os pedaços da lingüiça havia recheio de maconha”, atestou o policial.
O delegado Roberto Júnior, por sua vez, determinou buscas no Bairro Vila Riachão, de onde teria partido a encomenda. A equipe informou que não conseguiu localizar os remetentes da encomenda.
O motoboy deve retornar ao Complexo Policial para fornecer novas informações, sob pena de ser indiciado como co-autor. O rapaz, que não quis se identificar, disse ter ficado perplexo ao tomar conhecimento da maconha na farofa. A “refeição” vai ser periciada.







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