
Missão, objetivo e harmonia.
Depois do jogo Itabuna e Conquista, fiquei com a orelha ardendo. Pelo que ouvi do narrador Lula Alves, o nosso time não pareceu muito focado na partida. Não é necessário ser um grande analista de desempenhos profissionais, mas ouso dizer que os nossos jogadores estão na eminência de um reconhecimento público muito importante para as suas carreiras. Portanto, seria recomendável que todos compreendessem esse momento como uma transição (travessia) de grande valia para o futuro.
As grandes organizações empresariais quando admitem pessoas para integrar seu corpo de executivos, fazem tudo para que o novo integrante entenda a missão da empresa, seus objetivos operacionais, administrativos e sociais. O profissional é incorporado ao elenco sabendo o que é a empresa, o que ela pretende em suas atividades, quais são os seus valores, crenças, processos operacionais, e mais ainda, a função a ser desempenhada por ele, a partir da compreensão de suas atribuições e competências.
Em um time de futebol, a coisa funciona do mesmo jeito. Todos devem entender suas atribuições, missão, objetivos, espírito de colaboração e um elevado compromisso com a ética nos relacionamentos para que a agremiação deixe de ser apenas um conjunto de ilhas. Sabemos que cada pessoa representa uma ilha, mas se cada uma tiver a exata noção do conjunto, as ilhas isoladas se transformarão em um belo arquipélago e isso dará a cada uma delas a desejável dimensão de uma pátria em harmonia.
O grito de guerra dos Mosqueteiros: “Um por todos e todos por um”, é uma exigência mais que necessário. Tantas e tantas vezes vimos empreendimentos irem abaixo, porque as pessoas que faziam parte do processo não atenderam a esse mandamento. Em toda associação humana faz-se necessária a uniformidade. A uniformidade procedimental é uma exigência básica para que o empreendimento saia contemplado com o êxito desejado.
Um grande botânico alemão disse que um sistema é “um conjunto de funções interdependentes”. Tem razão o germânico. As entidades, sejam elas de quaisquer naturezas, são sistemas. Como tal, acumulam funções que se interligam e se complementam de modo que quando uma falha ou não cumpre sua atribuição, a coisa vai por água abaixo. É preciso compreender a função social de uma agremiação esportiva. Olha quantas pessoas se deslocam de suas residências para assistirem a uma partida de futebol. Quantas pessoas vivem e se emocionam com o time. O futebol, assim como todas as atividades de entretenimento, não é apenas um passatempo. Possui um valor simbólico grandioso na vida do brasileiro.
Neste momento, mais do que em outros, é bom esquecer ambições individuais, bronca pessoal, inveja natural e sentimentos baixos. É hora de união. Hora de pensar no sucesso coletivo, na realização de todos, com todos, por todos e para todos. A vitória será o coroamento de um grupo, em uma época, de uma cidade e de toda uma sociedade. Sairemos vitoriosos e com a consciência de que cumprimos com desprendimento o objetivo almejado por todos.
Sairemos na Criptonita, Kabça Vazia, Gaviões do Jurema, Sangue Verde (ou é Mancha Verde?). Queremos o melhor. Mas só o conseguiremos na união. Depois do êxito é hora de ver quem tem bala na agulha ou uma quarta de farinha para tocar o barco prá frente. Se ganharmos, Tatu se valoriza. Ederlaine se valoriza. Elias se valoriza, Herzem se valoriza, o time se valoriza e, acima de tudo, a cidade de Conquista. Esta vai para o centro do debate esportivo nacional (queiram ou não alguns jornalistas esportivos de Salvador). É isso aí gente! União. Compreensão. Objetivos compartilhados e harmonia no elenco. Eu penso que a coisa é possível. Um abraço cordial e até a próxima vitória (contra o Vitória) quinta feira no Lomantão.
Paulo Pires
(*) Professor UESB-FAINOR.
Depois do jogo Itabuna e Conquista, fiquei com a orelha ardendo. Pelo que ouvi do narrador Lula Alves, o nosso time não pareceu muito focado na partida. Não é necessário ser um grande analista de desempenhos profissionais, mas ouso dizer que os nossos jogadores estão na eminência de um reconhecimento público muito importante para as suas carreiras. Portanto, seria recomendável que todos compreendessem esse momento como uma transição (travessia) de grande valia para o futuro.
As grandes organizações empresariais quando admitem pessoas para integrar seu corpo de executivos, fazem tudo para que o novo integrante entenda a missão da empresa, seus objetivos operacionais, administrativos e sociais. O profissional é incorporado ao elenco sabendo o que é a empresa, o que ela pretende em suas atividades, quais são os seus valores, crenças, processos operacionais, e mais ainda, a função a ser desempenhada por ele, a partir da compreensão de suas atribuições e competências.
Em um time de futebol, a coisa funciona do mesmo jeito. Todos devem entender suas atribuições, missão, objetivos, espírito de colaboração e um elevado compromisso com a ética nos relacionamentos para que a agremiação deixe de ser apenas um conjunto de ilhas. Sabemos que cada pessoa representa uma ilha, mas se cada uma tiver a exata noção do conjunto, as ilhas isoladas se transformarão em um belo arquipélago e isso dará a cada uma delas a desejável dimensão de uma pátria em harmonia.
O grito de guerra dos Mosqueteiros: “Um por todos e todos por um”, é uma exigência mais que necessário. Tantas e tantas vezes vimos empreendimentos irem abaixo, porque as pessoas que faziam parte do processo não atenderam a esse mandamento. Em toda associação humana faz-se necessária a uniformidade. A uniformidade procedimental é uma exigência básica para que o empreendimento saia contemplado com o êxito desejado.
Um grande botânico alemão disse que um sistema é “um conjunto de funções interdependentes”. Tem razão o germânico. As entidades, sejam elas de quaisquer naturezas, são sistemas. Como tal, acumulam funções que se interligam e se complementam de modo que quando uma falha ou não cumpre sua atribuição, a coisa vai por água abaixo. É preciso compreender a função social de uma agremiação esportiva. Olha quantas pessoas se deslocam de suas residências para assistirem a uma partida de futebol. Quantas pessoas vivem e se emocionam com o time. O futebol, assim como todas as atividades de entretenimento, não é apenas um passatempo. Possui um valor simbólico grandioso na vida do brasileiro.
Neste momento, mais do que em outros, é bom esquecer ambições individuais, bronca pessoal, inveja natural e sentimentos baixos. É hora de união. Hora de pensar no sucesso coletivo, na realização de todos, com todos, por todos e para todos. A vitória será o coroamento de um grupo, em uma época, de uma cidade e de toda uma sociedade. Sairemos vitoriosos e com a consciência de que cumprimos com desprendimento o objetivo almejado por todos.
Sairemos na Criptonita, Kabça Vazia, Gaviões do Jurema, Sangue Verde (ou é Mancha Verde?). Queremos o melhor. Mas só o conseguiremos na união. Depois do êxito é hora de ver quem tem bala na agulha ou uma quarta de farinha para tocar o barco prá frente. Se ganharmos, Tatu se valoriza. Ederlaine se valoriza. Elias se valoriza, Herzem se valoriza, o time se valoriza e, acima de tudo, a cidade de Conquista. Esta vai para o centro do debate esportivo nacional (queiram ou não alguns jornalistas esportivos de Salvador). É isso aí gente! União. Compreensão. Objetivos compartilhados e harmonia no elenco. Eu penso que a coisa é possível. Um abraço cordial e até a próxima vitória (contra o Vitória) quinta feira no Lomantão.
Paulo Pires
(*) Professor UESB-FAINOR.
È isso aí-O jogo contra o Itabuna apenas um tropêço.O V. da Conquista, continua de pé.Agora é concentrar nesse próximo jogo.Jogar para frente rumo ao gol em busca do campeonato.
ResponderExcluirLamentável o que ocorreu com o Itabuna, agora é correr atrás e vencer-mos do Vitória!
ResponderExcluirAnderson Oliveira
Tá aí o recado! Para um bom entendedor meia palavra basta!
ResponderExcluirPaulo Pires coerente como ele é, sabe que a fama pode subir pra cabeça de muitos atletas e no ECPP não é diferente. Portanto, vamos baixar a bola, mas baixar mesmo, senão ninguém mais vai cobiçar ninguém (inclusive a imprensa da capital) e sabe quem vai sair perdendo.. todos, principalmente aqueles jogadores que já estão "se achando".