80% dos cinco mil litros de óleo derramados na Baía de Todos os Santos por uma navio de bandeira da Noruega já foram retirados do mar, segundo técnicos que fazem a limpeza da área em frente ao porto de Aratu. O acidente foi na noite de sábado (15), mas hoje (17) cedo uma nova mancha de óleo foi localizada perto da Ilha de Maré.
Técnicos de uma empresa de emergências ambientais passaram a manhã retirando o óleo do porto de Aratu, em Candeias, região metropolitana de Salvador. A nova mancha tem 150 metros de diâmetro e está se deslocando em direção à Ilha de Maré. De acordo com os técnicos do Centro de Recursos Ambientais (CRA), até o momento não há nenhum registro de morte de peixes ou de outros danos ao meio-ambiente.
O acidente foi na noite de sábado. Cinco mil litros de óleo lubrificante vazaram do navio por um buraco de três metros de diâmetro, aberto depois de uma batida contra o pier. O navio estava voltando para a Europa. 'Aconteceu um erro de comando do navio', declara Paulo dos Santos, funcionário do porto.
A empresa baiana que contratou o navio vai ser responsabilizada pelo erro de quem comandava a embarcação durante a manobra. Segundo a Lei de Crimes Ambientais, a empresa pode pagar multa de até R$ 7 milhões por dia até a retirada total do óleo do mar. A Capitania dos Portos tem noventa dias para emitir um laudo apontando as causas do acidente, que vão servir para que o CRA defina o valor da multa.
Técnicos de uma empresa de emergências ambientais passaram a manhã retirando o óleo do porto de Aratu, em Candeias, região metropolitana de Salvador. A nova mancha tem 150 metros de diâmetro e está se deslocando em direção à Ilha de Maré. De acordo com os técnicos do Centro de Recursos Ambientais (CRA), até o momento não há nenhum registro de morte de peixes ou de outros danos ao meio-ambiente.
O acidente foi na noite de sábado. Cinco mil litros de óleo lubrificante vazaram do navio por um buraco de três metros de diâmetro, aberto depois de uma batida contra o pier. O navio estava voltando para a Europa. 'Aconteceu um erro de comando do navio', declara Paulo dos Santos, funcionário do porto.
A empresa baiana que contratou o navio vai ser responsabilizada pelo erro de quem comandava a embarcação durante a manobra. Segundo a Lei de Crimes Ambientais, a empresa pode pagar multa de até R$ 7 milhões por dia até a retirada total do óleo do mar. A Capitania dos Portos tem noventa dias para emitir um laudo apontando as causas do acidente, que vão servir para que o CRA defina o valor da multa.








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