Vice-Presidente
Esporte Clube Vitória da Conquista
Esporte Clube Vitória da Conquista
Assim como as pessoas, as empresas ou organizações da sociedade civil nascem, crescem, às vezes se reproduzem e, quando mal gerenciadas, morrem.
A organização e a moralização do futebol brasileiro são recentes. A legislação que regulamenta a sua prática encontra-se em um constante processo de aperfeiçoamento, desde o ano de 1998.
Com a Lei Pelé (9.615/98) os dirigentes passaram a ser responsabilizados por gestão temerária, daí a importância de um maior nível de transparência na administração dos clubes, elevando-se as potencialidades de atrair sócios proprietários, contribuintes e parceiros dispostos a aportar recursos, certos do retorno do seu investimento, seja na divulgação da sua marca, produto ou no patrimônio investido.
Outro fator que contribui para o aperfeiçoamento administrativo dos clubes é a modernização dos estatutos. Com a previsão de eleições diretas para a presidência, tem-se a certeza de uma gestão participativa e descentralizada, rompendo com a velha tradição, na qual o poder de decisão era centralizado e os clubes possuíam um único dono, os famosos “cartolas”. A partir da modernização dos estatutos, os sócios dos clubes, reunidos em assembléias, elegem, pelo voto direto, além do presidente, um conselho fiscal mais atuante, capaz de solicitar a realização de auditoria externa e deliberar sobre a remuneração dos diretores profissionalizados, que se colocam à disposição para a execução do planejamento do time.
Iniciativas como estas são fundamentais, rumo a uma administração cada vez mais profissional. Os resultados podem ser notados com as conquistas dentro e fora de campo, o que reflete numa maior atração de parceiros e investidores. Práticas assim, tornam-se vitrines para que sociedade, torcedores e mercado vejam que um clube de futebol gerido profissionalmente possui uma blindagem muito mais forte contra qualquer possibilidade de fraude.
Empresas, empresários ou pessoas de credibilidade, dificilmente, vinculam seus nomes a uma organização onde a transparência e a ética estejam ausentes da prática administrativa. Por isso, é preciso que os gestores deixem claro aos parceiros e investidores que seus clubes de futebol estão sendo gerenciados como grandes empresas, nas quais há um equilíbrio financeiro entre receitas e despesas, um rígido controle sobre os destinos das verbas empregadas e equivalência de gestão com o orçamento, planos de trabalho e contratos aprovados em assembléia.
Para ser grande, é preciso romper com o atraso administrativo dos clubes de futebol da Bahia e do Brasil, apostando na transparência, no profissionalismo e na modernização do futebol.
É preciso encarar a necessidade dessas mudanças como desafios.
Eduardo Moraes
Vice-Presidente
Esporte Clube Vitória da Conquista








Um comentário:
É hora de despertar - O V. DA CONQUISTA, só precisa de mais 2 pontos, para participar do campeonato brasileiro da terceira divisão.Os investidores teem aos seu dispôr um veículo de massa, que além de representar o nosso futebol - pode também representar a nossa cultura e os nossos produtos.Precisa de reforços para a ´próxima tarefa!, de um preparo físico á altura da competição.
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