Menos de 24 horas após a instalação da CPI da Petrobras, o senador Antonio Carlos Junior (DEM) apresentou 52 requerimentos pedindo, entre outras coisas, o comparecimento de quatro diretores da empresa Camargo Corrêa, citada em denúncias de superfaturamento na construção da Refinaria Abreu e Lima. ACM Junior também endereçou à Polícia Federal duas requisições, pedindo que o órgão forneça cópia do inquérito sobre a Operação Águas Profundas.
Além do presidente da Petrobras, Sergio Gabrielli, de Rosemberg Pinto, assessor especial, e de outros funcionários da estatal, os pedidos incluem convocações diversas para tratar das denúncias de irregularidades nas verbas que a Petrobras libera a título de patrocínio. Antonio Carlos ainda pede o comparecimento de pessoas ligadas à Agência Nacional do Petróleo (ANP) e a empresas que prestam ou prestaram serviços à estatal e, ainda, de diversas pessoas citadas em investigações da Polícia Federal.
Entre os assuntos que serão investigados pela CPI estão denúncias do uso de artifícios contábeis que levaram a uma redução no recolhimento de impostos e contribuições da Petrobras no valor de R$ 4,3 bilhões e irregularidades no uso de verbas de patrocínio da estatal. Diante da gravidade dos fatos envolvendo a empresa, o senador baiano considera importante examinar minuciosamente todas as atividades citadas como irregulares.
“Infelizmente, nos últimos anos, a credibilidade da Petrobras vem sendo alvo de constantes denúncias de falta de transparência, fraudes, superfaturamento de obras, corrupção e loteamento político e por isso é necessário um exame minucioso da política da Petrobras quanto ao atendimento dos princípios da publicidade, moralidade, transparência, impessoalidade que devem nortear a atuação de todos aqueles que lidam com recursos públicos”, disse o senador baiano.
SANTAROSA E ESPINOZA
Nesta quarta-feira (15.07), o senador apresentou mais dois requerimentos solicitando o comparecimento de Wilson Santarosa, gerente executivo de Comunicação Institucional da Petrobrás, e José Carlos Espinoza, militante do PT e funcionário terceirizado da empresa, que se apresenta como "interlocutor entre a empresa e os movimentos sociais". O senador quer investigar denúncias de que movimentos sociais como o MST estariam recebendo recursos da Petrobras a título de patrocínio.
Além do presidente da Petrobras, Sergio Gabrielli, de Rosemberg Pinto, assessor especial, e de outros funcionários da estatal, os pedidos incluem convocações diversas para tratar das denúncias de irregularidades nas verbas que a Petrobras libera a título de patrocínio. Antonio Carlos ainda pede o comparecimento de pessoas ligadas à Agência Nacional do Petróleo (ANP) e a empresas que prestam ou prestaram serviços à estatal e, ainda, de diversas pessoas citadas em investigações da Polícia Federal.
Entre os assuntos que serão investigados pela CPI estão denúncias do uso de artifícios contábeis que levaram a uma redução no recolhimento de impostos e contribuições da Petrobras no valor de R$ 4,3 bilhões e irregularidades no uso de verbas de patrocínio da estatal. Diante da gravidade dos fatos envolvendo a empresa, o senador baiano considera importante examinar minuciosamente todas as atividades citadas como irregulares.
“Infelizmente, nos últimos anos, a credibilidade da Petrobras vem sendo alvo de constantes denúncias de falta de transparência, fraudes, superfaturamento de obras, corrupção e loteamento político e por isso é necessário um exame minucioso da política da Petrobras quanto ao atendimento dos princípios da publicidade, moralidade, transparência, impessoalidade que devem nortear a atuação de todos aqueles que lidam com recursos públicos”, disse o senador baiano.
SANTAROSA E ESPINOZA
Nesta quarta-feira (15.07), o senador apresentou mais dois requerimentos solicitando o comparecimento de Wilson Santarosa, gerente executivo de Comunicação Institucional da Petrobrás, e José Carlos Espinoza, militante do PT e funcionário terceirizado da empresa, que se apresenta como "interlocutor entre a empresa e os movimentos sociais". O senador quer investigar denúncias de que movimentos sociais como o MST estariam recebendo recursos da Petrobras a título de patrocínio.








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